Coceira na garganta: o que pode ser e o que fazer para tratar!

Você sente vontade de pigarrear ou tossir constantemente devido a uma coceira na garganta? Esse sintoma é relativamente comum e não costuma estar associado a causas sérias.


Ainda assim pode trazer bastante incômodo e até evoluir para casos mais sérios e crônicos, caso não receba os cuidados necessários. 

Então, o que fazer para aliviar a coceira na garganta e quais são as possíveis causas por trás desse sintoma? Acompanhe o artigo para descobrir! 

Coceira na garganta: o que pode ser?

Apesar de aparentemente surgir “do nada”, a coceira na garganta pode ser, sim, explicada por uma série de razões. Veja quais são as principais abaixo! 

1. Baixa ingestão de água

Na correria do dia a dia, muitas vezes, acabamos deixando de lado o costume de beber água. Uma das consequências disso pode ser uma garganta mais seca e sensível ao atrito. Como resultado, todas as vezes que você fala, o incômodo só parece aumentar. 

Por outro lado, quando a falta de água atinge níveis preocupantes, chegando à desidratação, você também poderá perceber a boca e os olhos secos, sensação constante de sede, diminuição da pressão arterial e até mesmo tonturas e desmaios. 

Quando o motivo da coceira na garganta é a falta de água, a melhora pode ser percebida assim que você se hidrata. 

No entanto, caso você tenha passado muito tempo sem água, pode ser que demore algumas horas para que o incômodo vá embora, devido à irritação local provocada. 

2. Ar condicionado, poluição e cigarro 

Outro grande “vilão” quando o assunto é coceira na garganta é o ar condicionado. Apesar de deixar o ambiente mais frio, esse aparelho retira a umidade do ar, podendo causar o ressecamento das vias áreas e, consequentemente, irritação. 

Ficar exposto à fumaça de cigarro ou até mesmo à poluição da cidade (em dias em que o trânsito está muito movimentado, por exemplo, com a presença de engarrafamentos) também pode resultar em tosse e irritação da garganta. 

3. Alergia respiratória 

A coceira na garganta também pode ser um reflexo alérgico do corpo. Vamos supor que você esteja mexendo em uma estante repleta de livros antigos, cobertos de poeira. Minutos depois, percebe um pigarro insistente, que pode ser acompanhado por espirros, olhos lacrimejantes e nariz entupido. 

Esses são os principais sinais de que você entrou em contato com uma substância alérgica e que deve se afastar dela para que o incômodo passe. 

Ainda que para algumas pessoas esses possam ser incidentes isolados, outras podem apresentar esses sintomas com mais frequência, podendo ser diagnosticadas como rinite alérgica. 

Nos casos de rinite, o corpo pode reagir a diferentes substâncias, como pelos, poeira e pólen. Assim, para aliviar o incômodo, pode ser necessária a utilização de antialérgicos e anti-inflamatórios.

4. Alergia alimentar 

Olhos inchados, nariz entupido, dor de barriga e coceira na pele não são as únicas manifestações de uma alergia alimentar. Na realidade, a depender do tipo e intensidade, também pode haver coceira na garganta. 

Caso você perceba estar sofrendo de um caso de alergia alimentar e nunca tenha experimentado esse sintoma, é importante procurar orientação médica o mais rápido possível. 

5. Reações adversas a medicamentos 

Ainda que alguns remédios listem a coceira na garganta como um efeito colateral passageiro, é sempre importante informar ao médico caso o sintoma seja persistente e tenha o costume de se intensificar nas horas seguintes ao uso do medicamento. 

6. Resfriado, gripe ou amigdalite 

Em alguns casos, a coceira na garganta pode ser o princípio dos sintomas de uma infecção respiratória. Em casos assim, é comum que o sintoma rapidamente evolua para uma dor de garganta, que pode estar ou não acompanhada de tosse, febre, coriza e sensação de fadiga. 

Também não está excluída a possibilidade de infecção pelo coronavírus. Afinal, a dor de garganta é um sintoma inicial muito comum, especialmente na variante ômicron.

O mais importante é ficar atento aos outros sintomas associados à coceira na garganta e buscar atendimento médico caso sinta febre alta ou falta de ar. 

7. Refluxo gastroesofágico

Quando há uma falha no funcionamento do músculo que regula a conexão entre o esôfago e o estômago, o conteúdo estomacal pode retornar para o esôfago, podendo causar a sensação de gosto ruim na boca, dor e também a coceira na garganta. 

Nesse contexto, a coceira na garganta também pode vir acompanhada de rouquidão, mau hálito, dificuldade para engolir, tosse, dor no ouvido e pigarro frequente na garganta.

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O que fazer para aliviar ou tratar a coceira na garganta?

A maneira mais eficiente de tratar a coceira na garganta é identificar a causa por trás dela. Contudo, caso você não consiga identificar as razões imediatamente, existem algumas ações que podem aliviar o desconforto. Veja quais são: 

  • Hidrate-se: se possível, leve uma garrafinha de água com você e lembre-se de beber água ao longo do dia. 
  • Preserve sua voz: evite falar alto ou gritar, para diminuir o quadro de irritação. 
  • Saia do ambiente onde o sintoma se manifestou: se a coceira na garganta surgiu subitamente depois de entrar em um ambiente específico, saia desse ambiente assim que possível. 
  • Use pastilhas calmantes: elas podem ser compradas na farmácia e podem ajudar a diminuir a coceira na garganta. Dê preferência para aquelas com mel, gengibre ou limão na composição.

Não deixe de procurar orientação médica!

A maior parte dos casos de coceira na garganta são resolvidos em casa após alguns dias de hidratação e cuidado. 

Contudo, caso a coceira na garganta dure por vários dias, esteja acompanhada de outros sintomas ou evolua para uma dor de garganta, o mais recomendado é procurar atendimento médico. 

Na CLAF você encontra atendimento familiar humanizado, realizado por especialistas em diversas áreas. Seja por uma coceira na garganta ou outras questões de saúde, estamos aqui para ajudar você a ser ainda mais saudável! 

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10 dicas para aliviar a cólica menstrual: rápida e caseira

Para aliviar a cólica menstrual que causam desconforto, mal-estar e dores intensas você pode fazer bolsas de água quente, massagens, chás, por exemplo. Veja no decorrer do conteúdo 10 dicas de como aliviar a cólica menstrual práticas caseiras.

Além das alterações de humor causadas pela variação súbita dos níveis hormonais, muitas vezes a TPM (Tensão Pré-Menstrual) vem acompanhada de intensas dores pélvicas, geralmente na altura do ventre. Essas dores são causadas por um hormônio, a prostaglandina, responsável pela contração do útero durante o período menstrual.

O aumento de produção da prostaglandina e, consequentemente, das contrações uterinas é esperado durante o ciclo menstrual. Porém, é importante avaliar se as dores da cólica menstrual estão dentro do que é considerado normal ou se elas excedem o esperado.  

Nesse sentido, se a sua dismenorreia (dores menstruais) são muito intensas e duram mais do que o período menstrual, provavelmente está associada à outra patologia que afeta seu sistema reprodutivo, como por exemplo a endometriose. É recomendado procurar o médico ginecologista para avaliar seu quadro o quanto antes. 

Agora que você já sabe por que os dores e cólicas ocorrem no período menstrual, vamos te mostrar algumas dicas, além dos remédios convencionais, que vão aliviar o incômodo e os sintomas desconfortáveis.

Vamos lá?

1 – Bolsa de água quente

A bolsa de água quente, velha conhecida no tratamentos para relaxamento, pode ser uma grande aliada para combater as dores do período menstrual.

Justamente pela propriedade do calor de relaxar os músculos, ao colocar uma bolsa de água quente no ventre, os músculos ficarão mais relaxados, aliviando as contrações.  

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2 – Massagem

Assim como a bolsa de água quente, fazer massagens também pode relaxar a musculatura, além de melhorar a circulação sanguínea, aliviando as contrações que causam as dores de cólica. 

Nesse caso, as massagens podem ser realizadas não só na região do ventre e abdômen, como também nos pés e na lombar. É importante encontrar uma posição confortável, de preferência deitada, que facilite o seu relaxamento. Isso contribui para que as massagens alcancem o resultado esperado. 

3 – Exercícios e alongamento.

Exercícios físicos e alongamento são excelentes alternativas para contornar as dores da cólica menstrual porque liberam endorfinas capazes de diminuir as dores musculares.

Exercícios mais leves, como caminhada, yoga, pilates, bicicleta são mais recomendados por não exigirem grande esforço muscular, contribuindo para o relaxamento. 

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4 – Fuja dos alimentos gordurosos

Alimentos gordurosos e frituras são o seu pior inimigo durante o ciclo menstrual. Esse tipo de alimento aumenta a produção dos hormônios que promovem a contração do útero, como a prostaglandina. 

5 – Nutrição correta

Na contramão dos alimentos gordurosos, uma boa dica para aliviar a cólica menstrual é se abusar de alimentos anti-inflamatórios e que podem promover um relaxamento muscular. Na lista, aveia, soja, salmão, castanha-do-pará, tofu, abobrinha, banana…

6 – Chás

Chás com efeitos relaxantes também podem ser utilizados. Chás de camomila, maracujá, erva cidreira, capim limão e alecrim são bons exemplos de chás com propriedades tranquilizantes.

Ao mesmo tempo, evite, bebidas estimulantes como café, energéticos e bebidas açucaradas. 

7 – Acupuntura

A acupuntura é comprovadamente uma boa terapia alternativa para aliviar as cólicas menstruais. As agulhas aplicadas em pontos estratégicos na região do abdômen e ventre podem promover a produção de endorfinas que reduzem o incômodo e as dores. 

8 – Descanse

A maioria dos sintomas de dores nas cólicas menstruais são causados pela contração dos músculos, portanto, relaxá-los é fundamental para combater o incômodo.

Quanto mais você trabalha, mais difícil é combater os sintomas. Por isso, descanse. Quanto mais você puder descansar, mais rápido os sintomas irão embora. 

9 – Fuja de estresse

Assim como o descanso é importante, estar com a mente tranquila é fundamental. Estresse a ansiedade só irão fazer com que seus músculos tensionem ainda mais. Portanto, além de descansar fisicamente, tente descansar sua mente também – faça meditações, atividades recreativas, o que for necessário. 

10 – Remédios só com prescrição médica!

Apesar das dores de cólica serem aparentemente algo simples, muitas pessoas caem no erro de se automedicar com analgésicos, que, a propósito, não são o tipo de remédio mais recomendado para combater as dores de cólica menstrual (anti-inflamatórios e antiespasmódicos são mais eficazes). 

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Como aliviar a cólica rápido caseiro?

Como aliviar a cólica em minutos?

Para aliviar a cólica em minutos, a melhor opção é fazer uma auto-massagem na região pélvica porque isso traz alívio e sensação de bem-estar em poucos minutos. 

A massagem pode ser realizada pela própria pessoa e dura cerca de 3 minutos. Existem outros tratamentos que podem ser feitos para acabar com a dor da cólica, mas a massagem é uma das formas naturais que traz maior alívio.

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1. Fazer movimentos circulares

A massagem deve ser iniciada com movimentos circulares, em volta do umbigo sempre no sentido horário, para ativar a circulação da área.

2. Fazer movimentos de cima para baixo

Uma outra forma natural de aliviar a cólica menstrual é recorrer à reflexologia, que é um tipo de massagem em determinados pontos dos pés.

3. Melhores posições para aliviar a cólica

Para dormir, a melhor posição consiste em ficar deitada de lado, com uma almofada ou travesseiro entre as pernas, e os joelhos dobrados.

Consulte seu médico ginecologista para obter uma prescrição confiável.  

Caso tenha mais dúvidas ou dores intensas de cólica que continuam mesmo após o período menstrual, CLIQUE AQUI para agendar uma consulta.

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Coceira vaginal: o que pode ser?

A coceira vaginal (ou coceira no monte de vênus) é um dos sintomas mais frequentes para diversas condições de saúde que podem afetar a região íntima feminina.

Apesar de geralmente esse tipo de sintoma não estar associado a nenhuma condição mais grave, a localização em si já faz com que seja algo bastante incômodo e, muitas vezes, embaraçoso para algumas mulheres.

Caso você esteja apresentando (ou costume apresentar) esse sintoma, você não está sozinha. Isso é mais comum do que você imagina.

Acompanhe o artigo para descobrir quais são as possíveis causas da coceira vaginal e as melhores formas de prevenir ou tratar.

Vale lembrar que as dicas deste artigo visam somente apontar possíveis causas. Caso os sintomas persistam, o ideal é que você procure logo um ginecologista, combinado?

Tipos de coceira vaginal

O primeiro passo para identificar a origem da coceira é perceber algumas de suas características. Já de primeira, já podemos dividir em dois grupos: coceira externa e coceira interna.  

1. Coceira externa (coceira no monte de vênus)

Trata-se dos casos em que a coceira está localizada na região da vulva, isto é: os grandes e pequenos lábios, a região pubiana (ou monte de vênus), o clitóris e a abertura do canal vaginal. 

A coceira restrita apenas a essa parte geralmente costuma estar associada a reações alérgicas causadas por tecidos sintéticos ou substâncias irritantes

2. Coceira interna

É a coceira localizada no canal vaginal em si e se caracteriza justamente por ser mais difícil de acessar e, assim, também mais difícil de tratar. 

Esse tipo de coceira é a mais frequentemente associada a infecções por fungos e bactérias. Também representa uma suspeita maior para a possibilidade de algum tipo de infecção sexualmente transmissível (IST). 

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O que causa coceira vaginal?

A região íntima feminina é uma área naturalmente sensível, regida por uma flora bacteriana e um pH que precisam estar em condições ideais. No entanto, quando esses fatores são alterados por alguma razão, isso pode provocar uma série de sintomas, entre eles as temidas coceiras.

O segundo passo para identificar o motivo da coceira é tentar relacioná-la a outros possíveis sintomas. A seguir, listamos algumas das causas mais comuns para a coceira vaginal, para te ajudar a identificar a sua.

1. Alergia 

A região íntima feminina é bastante sensível, sendo muito importante tomar cuidado com o tipo de roupas íntimas que você usa ou com os produtos e substâncias que você aplica na região.

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No seu dia a dia, dê preferência para roupas íntimas feitas com tecidos naturais e sem tingimento, principalmente as de algodão. A gente sabe que as lingeries sintéticas costumam ser as mais atraentes, mas deixe para usá-las estrategicamente nas horas certas.

Outra possível causa de alergias é o uso de perfumes e sabonetes íntimos não apropriados. A recomendação para o uso de qualquer produto na região íntima é de que eles sejam o mais neutros possível, de preferência sem odor. 

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Sintomas comuns

O principal sintoma das causas alérgicas é a coceira nas regiões mais externas da genitália feminina.

Outra característica é que esse tipo de coceira costuma passar em algumas horas ou dias após ser retirado o fator irritante. Em alguns casos de irritações mais intensas, é possível notar também uma certa vermelhidão e inchaço no local.

Aqui vale uma dica importante: por mais incômodo que seja o sintoma, evite se coçar. Em processos alérgicos, o corpo produz a substância antiinflamatória histamina, mas essa substância estimula a coceira. Quanto mais você coça, mais produz histamina.

Em vez disso, o ideal é identificar a causa e tratá-la.

Leia também: Sabonete íntimo é realmente necessário? Como escolher?

2. Como saber se é cândida ou infecção urinária?

Tipos de coceira vaginal

A candidíase é uma doença muito comum, que afeta 3 em cada 4 mulheres em algum momento da vida. Ela é causada pela reprodução descontrolada de um fungo que já existe naturalmente na flora bacteriana vaginal: o Candida albicans

Apesar de poder sim ser transmitida por contato sexual, a candidíase não é considerada uma infecção sexualmente transmissível, já que é possível apresentá-la mesmo sem qualquer contato íntimo com outra pessoa. 

As principais causas para a ocorrência da candidíase são situações que causem desequilíbrio direto ou indireto na flora vaginal, como usar roupas muito justas, que não deixam a pele respirar; calcinhas de tecidos sintéticos; dietas ricas em carboidratos e açúcares simples; e baixa imunidade.

Leia também: HPV: sintomas, tratamentos e como prevenir

Sintomas comuns

Coceira (tanto externa quanto interna), inchaço, vermelhidão, corrimento esbranquiçado, dores ao urinar e/ou durante relações sexuais.

3. ISTs – Infecções sexualmente transmissíveis

Como o próprio diz, são as doenças transmitidas pelo contato sexual direto ou indireto com outra pessoa.

A lista de doenças é longa, e muitas delas têm como sintoma as famosas coceiras vaginais. Entre as mais comuns, podemos citar:

  • HPV (papilomavírus humano);
  • clamídia;
  • gonorreia;
  • herpes genital.

A coceira na região genital ainda pode estar associada a outros tipos de doenças como vaginoses bacterianas e desequilíbrios de PH. 

Leia também: Como escolher um ginecologista?

Evite a coceira na vagina

Alguns cuidados podem ajudar a diminuir ou mesmo prevenir a irritação na região íntima. Os mais comuns são: 

  • Manter a área íntima sempre seca e arejada.
  • Preferir roupas íntimas de tecidos naturais, como o algodão.
  • Higienizar a parte externa da região íntima com sabonetes de pH neutro.
  • Evitar o consumo exagerado de doces e massas brancas.
  • Ficar atenta aos métodos de depilação que você realiza. 
Coceira vaginal (coceira no monte de venus)

Além dessas recomendações, também existem algumas opções caseiras que você pode tentar para aliviar os sintomas, como os banhos de assento com substâncias como camomila, bicarbonato de sódio, vinagre de maçã

Leia mais: 7 dicas de saúde para a mulher moderna

A importância do seu ginecologista em Brasília-DF

Ao longo deste artigo, você pôde conferir diversas orientações e dicas que, em muitos casos, podem sim ser bastante eficazes para prevenir ou resolver os tipos de coceiras mais comuns, especialmente as de origem alérgica.

No entanto, é importante lembrar que nenhuma receita ou diagnóstico caseiro substitui a avaliação de um ginecologista. A coceira é uma evidência de que algo não está certo e, caso os sintomas não se resolvam em alguns dias, a queixa deve ser investigada. 

Estar em dia com suas consultas ginecológicas vai garantir que você fique mais tranquila em relação a qualquer mudança que possa acontecer no seu corpo. Por isso, não pule suas consultas anuais e fique atenta aos sinais do seu corpo. 

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A CLAF é uma clínica especializada no cuidado da saúde da mulher e conta com uma equipe muito qualificada de ginecologistas, mastologistas, obstetras, endocrinologistas e angiologistas. 

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Como aliviar os sintomas da menopausa? 6 dicas

Sintomas da menopausa podem variar entre: ondas de calor, dores de cabeça, diminuição de libido, incontinência urinária, alterações no humor, insônia, tonturas, dores articulares, aumento de peso e depressão. É causado pela função da diminuição ou suspensão da produção de hormônios, especialmente o estrogênio e a progesterona.

Esses mesmos sintomas podem acontecer desde a fase do climatério, período que antecede a menopausa e que é muito comum a partir dos 40 anos da mulher. 

Então, se você está lidando com toda essa alteração em seu corpo, acompanhe o artigo e saiba como aliviar os sintomas da menopausa com alguns ajustes na sua rotina. Acompanhe!

1. Fitoestrogênios: abuse dos alimentos naturais 

O segredo já está no nome: fitoestrogênios são substâncias encontradas em alimentos naturais e que apresentam um efeito semelhante ao do estrogênio no organismo, podendo atuar para substituí-lo e assim ajudar a reduzir os sintomas da menopausa.  

Alimentos como soja, linhaça, inhame e amora são reconhecidamente ricos em fitoestrogênios e podem ser incorporados à sua dieta diária de diversas formas. Fazer chás com a amora ou adotar o tofu e o leite de soja, são alguns dos exemplos de como esses fitoestrogênios podem aparecer no seu cardápio. 

E já que estamos falando de alimentação, vale ressaltar que optar pelo consumo de vegetais e frutas aliados à diminuição de frituras e açúcares vai ajudar a regular melhor o seu metabolismo, auxiliando no processo de perda de peso (se for o caso), além de te ajudar a ter mais disposição no dia a dia. 

Fitoestrogênios: abuse dos alimentos naturais

2. Aumente o consumo de vitamina D 

Agindo contra os radicais livres no organismo — que são agentes que vão acelerar o envelhecimento e podem até causar câncer — a vitamina D vai te ajudar a combater, além do cansaço, a eventual queda na produção de colágeno na pele, ajudando a reduzir até mesmo a incidência de rugas e linhas de expressão comuns da idade.

A vitamina D pode ser encontrada em diversas frutas, como acerola, laranja,  morango, caju, mirtilo, goiaba e manga. Nos vegetais, encontramos a vitamina D nas folhas verdes como o brócolis. Além disso, tomar sol é uma maneira de obter vitamina D.

Lembrando-se de sempre usar protetor solar. Uma boa pedida é “fazer um banho de sol” que dure, pelo menos, 10 minutos, 3 vezes por semana. Mas atente-se para fazer isso em horários em que o sol não esteja tão forte, por exemplo, até as 10h da manhã ou depois das 16h. 

2– Aumente o consumo de vitamina D

3. Movimente-se! 

Os exercícios físicos são reconhecidamente muito eficazes para se manter saudável em qualquer momento da vida, incluindo a menopausa. Dentre os sintomas citados, os que mais preocupam as mulheres são o ganho de peso, a falta de disposição e a ansiedade.   

Nesse sentido, praticar pelo menos 30 minutos de exercício diário irá aumentar auxiliar na produção de serotonina e endorfinas, que te ajudará a se sentir muito melhor e mais disposta! Ademais, ajudará o seu metabolismo a manter um ritmo mais saudável, diminuindo a propensão ao ganho de peso e favorecendo o bom funcionamento geral do seu corpo.  

Uma alternativa segura é apostar em exercícios aeróbicos de baixo impacto, como as caminhadas. Também dá pra aliá-las com os banhos de sol, maximizando os benefícios. Caso já seja adepta às atividades, invista em práticas mais intensas que poderão contribuir ainda mais com a sua saúde.

Dançar também é uma ótima pedida! Além de ser uma atividade divertida e apresentar os mesmo benefícios que já discutimos, ela pode te ajudar a exercitar a flexibilidade e fortalecer os músculos, além de poder apresentar um alto índice de gasto calórico. 

Para as ondas de calor, ansiedade e irritabilidade, uma boa dica é praticar yoga. Essa atividade busca equilibrar corpo e a mente e pode te proporcionar ótimos momentos de reflexão e autoconhecimento.

Por fim, lembre-se de se alongar antes de fazer qualquer atividade física! Alongar o corpo estimula a circulação sanguínea e vai aquecer o seus músculos para garantir que você não se machuque fazendo sua rotina de exercícios diária. Ademais, o alongamento pode te ajudar a aumentar sua flexibilidade e ajudar no seu humor! 

Correrndo

4. Mais água, menos café! 

Sim, nós sabemos o quanto o café é querido, mas dar uma diminuída no seu consumo quando os sintomas estiverem mais acentuados pode te ajudar a reduzir alguns dos incômodos — como a ansiedade e os “calorões”. Isso porque o café apresenta um efeito vasodilatador no organismo, além de interferir na atuação de adenosina no organismo — que ajuda a combater o stress. 

A água vai ser sua maior aliada nesse período. Além de ajudar a reduzir a secura vaginal, ela vai te ajudar a regular a temperatura corporal, manter pele e cabelo bonitos e hidratados, ajudar na circulação sanguínea e auxiliar no seu metabolismo. É só lembrar que somos compostos, principalmente, por água para que você perceba o quanto ela é importante para manter sua saúde. Um bom jeito de se lembrar de beber água pode ser andar sempre com uma garrafinha de água com você. 

4 – Mais água, menos café!

5. Reposição Hormonal 

Os sintomas da menopausa ocorrem devido a diminuição dos níveis de hormônios, como estrogênio e progesterona, no organismo. Por isso, uma das maneiras mais rápidas de aliviar esse quadro sintomático é por meio da reposição hormonal, também conhecida como TRH (Terapia de Reposição Hormonal). 

Como o próprio nome diz, a reposição hormonal irá atuar repondo os hormônios que tiveram sua produção interrompida pela menopausa. Esse processo pode acontecer de diversas maneiras: por meio de pomadas, pílulas, adesivos , e a maneira como cada tratamento será feita vai depender do que se adequa melhor a você e o que o ginecologista ou endocrinologista vai recomendar para o seu caso. 

A reposição hormonal pode ajudar a prevenir diversos problemas de saúde associados à menopausa, como depressão, incontinência urinária, doenças cardiovasculares, demência e osteoporose. Em adição, também vai ajudar a diminuir todos os sintomas usuais do climatério e menopausa. 

Uma das grandes preocupações das mulheres em relação a esse tratamento é a associação que se faz ao câncer de mama. Todavia, pode ter certeza que, ao se consultar com um profissional ele te auxiliará e trabalhará de maneira a minimizar esses riscos ao máximo. 

Reposição Hormonal

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6. Cuide da sua saúde mental! 

Muitas mulheres podem sofrer com efeitos psicológicos da menopausa, como a diminuição de ânimo, ansiedade e até mesmo depressão. Isso pode ser causado pelos efeitos hormonais; pelo desgaste decorrente dos efeitos dos sintomas no corpo; ou mesmo pelas preocupações associadas a esse período. 

É importante lembrar que você não está sozinha nesse processo! A menopausa é um fenômeno completamente natural e apenas significa o início de outra fase na sua vida. 

Para diminuir os efeitos psicológicos, você pode recorrer a práticas como a meditação; ou buscar aconselhamento psicológico e terapias, a fim de obter um acompanhamento profissional em todas as suas inquietações.  

Além disso, mantenha contato com amigos e familiares! Ter uma rede de apoio é sempre fundamental para preservar nossa qualidade de vida. 

saúde mental

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Além de todas essas dicas para um melhor monitoramento da sua saúde e do progresso para aliviar os sintomas da menopausa, é sempre importante se consultar com um ginecologista pelo menos uma vez por ano!

A CLAF está aqui para te ajudar! Que tal agendar uma consulta hoje com um de nossos profissionais para checar como está sua saúde e conversar mais sobre a menopausa e possíveis alternativas para tornar sua transição para a maturidade o mais confortável possível? Agende aqui sua consulta! 

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Sangramento fora do período menstrual: principais causas

O sangramento fora do período menstrual podem ser por várias causas, desde algo mais simples — como uma alteração hormonal —, até problemas mais graves — como um câncer de colo do útero.

Portanto, é preciso ficar atenta e, ao sinal de qualquer irregularidade persistente, ir ao médico ginecologista para investigar a causa do problema. 

Confira, a seguir, os principais fatores que podem causar esse sintoma e busque um auxílio médico, caso necessário.

O que pode ser um sangramento fora do período menstrual?

O sangramento fora da menstruação pode ser ocasionado por várias situações, como por exemplo:

  • Disfunção Hormonal;
  • Síndrome do ovário policístico;
  • Mudança de método contraceptivo;
  • Pólipos uterinos;
  • Miomas uterinos;
  • infeccções;
  • Sangramento após relações sexuais;
  • Sangramento após exames ginecológicos;
  • Câncer no colo de útero.

A seguir, vamos detalhar cada um desses tópicos para que você possa entender melhor as causas e o tratamento.

Disfunção Hormonal 

Alguns fatores, como o estresse, podem favorecer alterações hormonais e causar possíveis sangramentos. 

Esse é um distúrbio que pode acontecer em qualquer momento dentro do período de reprodução da mulher, mas, especialmente, após a menarca (primeiro fluxo menstrual) e no período da perimenopausa (que antecede a menopausa). 

Ou seja, é muito mais comum em adolescentes e mulheres com idade entre 40 e 50 anos. Para contorná-lo, o acompanhamento ginecológico será fundamental para a indicação de medicamentos ou de determinadas mudanças nos hábitos. 

Síndrome do ovário policístico 

Essa síndrome consiste basicamente no surgimento de uma grande quantidade de cistos — bolsas cheias de líquido — no interior dos ovários, o que faz com que essas estruturas fiquem maiores. 

Existem vários sintomas ligados à síndrome do ovário policístico. O sangramento anormal é um deles e o que mais costuma preocupar às mulheres é quanto à possível dificuldade de engravidar.

Portanto, caso esteja com um ciclo menstrual desregulado, com períodos frequentes ou prolongados, consulte um ginecologista ou endocrinologista para seguir com o diagnóstico.

Sangramento fora do periodo menstrual

Mudança de método contraceptivo

Essa causa é completamente normal, uma vez que o corpo leva um tempo para se adaptar a cada mudança hormonal que recebe. Nesses casos, converse com o ginecologista que prescreveu o novo método a fim de acompanhar a adaptação do seu corpo com ele. 

Pólipos Uterinos

Os pólipos uterinos são uma outra causa do sangramento vaginal. Definido como o excesso de células em crescimento na parede interna do útero, o pólipo forma pequenos nódulos que aparecem dentro do útero.

Costumam ser mais recorrentes em mulheres na menopausa, porém há a possibilidade de ocorrer em mulheres mais jovens e, dependendo do tamanho e localização do pólipo, pode acarretar até na dificuldade de engravidar.

Os pólipos podem causar aumento do fluxo menstrual , ou mais comumente um sangramento contínuo tipo borra de café. 

É necessário ter um acompanhamento médico ginecológico, a fim de tratá-los desde o início e evitar complicações.

Miomas Uterinos

O sangramento anormal também pode ser um sintoma causado pela presença de um mioma no útero.

O mioma uterino é considerado um tumor benigno e quando ele aparece, o seu crescimento pode ser tanto para dentro quanto para fora da cavidade do útero. 

Ele pode ser assintomático ou apresentar sintomas, como dor pélvica e sangramento, dependendo da sua localização e do seu tamanho. Eles podem ser:  subserosos, que crescem da superfície externa do útero para fora , e geralmente não causam sintomas; intramurais , que se desenvolvem no interior da parede do útero ; e submucosos, que crescem na superfície interna do útero . Estes últimos podem ocasionar cólicas,  sangramentos, e dificuldade para engravidar. 

Infecções

Infecções nos órgãos reprodutivos também podem apresentar o sangramento vaginal como um sinal da doença. Podem ser causadas por:

  • DSTs, como herpes, gonorréia, clamídia;
  • Doença inflamatória pélvica (infecção  dos órgãos reprodutivos femininos);
  • Inflamação da vagina (vaginite).

É necessário ir ao médico para que ele recomende o medicamento mais adequado a depender do tipo de infecção que a paciente apresentar.

Sangramento pós relações sexuais

O sangramento durante ou após a relação sexual só é considerado normal no momento do rompimento do hímen, na primeira relação da mulher. 

Se isso acontecer por mais vezes, é necessário procurar um ginecologista, pois pode ser um sinal de outros problemas, como uma doença sexualmente transmissível, machucados no colo do útero, traumas durante a relação ou a falta de lubrificação da vagina.

Sangramento pós exames ginecológicos

Alguns exames ginecológicos como, por exemplo, o papanicolau, podem causar pequenos sangramentos na vagina logo após o procedimento. Esse efeito é natural e, a princípio, não demanda qualquer intervenção médica.

Câncer de colo do útero

Um dos principais sinais do câncer de colo do útero é o sangramento vaginal, além de outros sintomas, como: corrimento com odor desagradável e dores abdominais.

Ao sinal de qualquer um deles, procure um atendimento médico o mais rápido possível para o devido diagnóstico.

Agora que você já sabe que existem inúmeras causas para a ocorrência do sangramento vaginal fora do período menstrual, deve ter entendido a importância de sempre manter as suas consultas com o(a) seu(sua) ginecologista em dia a fim de prevenir e evitar que problemas mais graves de saúde aconteçam. 

A CLAF possui uma equipe formada por diversos profissionais da saúde feminina prontos para atender você da melhor forma possível! Entre em contato para marcar uma consulta. 

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