O que são desreguladores endócrinos e o que podem causar?

Preocupação cada vez mais presente na vida contemporânea, o cuidado com substâncias químicas que podem prejudicar nossa saúde tem sido alvo de cada vez mais estudos e debates.

Entre essas substâncias estão os chamados desreguladores endócrinos, substâncias capazes de alterar a produção e o funcionamento dos hormônios do nosso corpo.

A seguir você vai saber o que são desreguladores endócrinos, quais os seus tipos e como se proteger deles. Vamos lá! 

O que são desreguladores endócrinos?

Desreguladores endócrinos são substâncias químicas que interferem no sistema endócrino, um sistema responsável pela produção e regulação de hormônios no corpo. Tais substâncias têm a capacidade de perturbar a função hormonal normal ao imitar, bloquear ou interferir nos sinais hormonais naturais. 

O sistema endócrino é composto por um conjunto de glândulas e órgãos, responsáveis pela produção dos hormônios do corpo, que desempenham papel crucial na regulação de diversos processos fisiológicos, incluindo o crescimento, desenvolvimento, reprodução e metabolismo.

Os desreguladores endócrinos podem ser encontrados em uma variedade de produtos químicos industriais, produtos de consumo e poluentes ambientais. Quando introduzidos no organismo, esses disruptores podem interferir na comunicação hormonal, afetando o equilíbrio hormonal natural do corpo.

O mecanismo de ação dos desreguladores endócrinos envolve a interação com os receptores hormonais. Eles podem se ligar aos receptores hormonais, ativando ou inibindo suas funções normais. Isso pode levar a respostas biológicas alteradas e à desregulação dos processos regulados pelos hormônios.

A exposição a desreguladores endócrinos pode ocorrer por meio de:

✅ ingestão de alimentos contaminados;

✅ consumo de água poluída;

✅ contato com produtos químicos industriais;

✅ uso de produtos de consumo que contenham essas substâncias. 

A preocupação com esses disruptores está relacionada aos potenciais impactos adversos na saúde humana e no equilíbrio ambiental.

A ciência continua a explorar os efeitos específicos dos desreguladores endócrinos, bem como estratégias para minimizar a exposição e mitigar os riscos associados. A compreensão mais aprofundada dessas substâncias é crucial para promover a saúde humana e ambiental a longo prazo.

Quais as principais principais tipos

Existem vários tipos de desreguladores endócrinos. Alguns dos principais incluem:

Bifenilos policlorados (PCBs): Antigamente usados como isolantes elétricos, os PCBs são persistentes no meio ambiente e podem acumular-se em organismos.

Dioxinas: Substâncias químicas produzidas pela queima de resíduos industriais e combustíveis fósseis, bem como em alguns processos de fabricação.

Ftalatos: Encontrados em plásticos, produtos de cuidados pessoais, perfumes e alguns produtos domésticos.

Bisfenol A (BPA): Presente em plásticos, resinas e revestimentos de alimentos.

Pesticidas organoclorados: Alguns pesticidas, como o DDT, têm propriedades desreguladoras endócrinas.

Alquilfenóis: Encontrados em detergentes e produtos de limpeza.

Esses desreguladores endócrinos podem ser encontrados em uma variedade de produtos e ambientes, contribuindo para a exposição humana e ambiental. A compreensão dos diferentes tipos é fundamental para abordar estrategicamente a prevenção e minimização dos riscos associados a essas substâncias.

O que os desreguladores endócrinos podem causar?

Médica atendendo paciente.

Desreguladores endócrinos, como bifenilos policlorados (PCBs), dioxinas, ftalatos, bisfenol A (BPA) e pesticidas organoclorados, são substâncias químicas que têm a capacidade de interferir no sistema endócrino e afetar o equilíbrio hormonal do corpo.

Esses compostos podem causar uma variedade de efeitos adversos, incluindo:

Disfunções hormonais

Os desreguladores endócrinos podem perturbar a produção, liberação, transporte, metabolismo e eliminação de hormônios, resultando em desequilíbrios hormonais.

Problemas reprodutivos

A exposição a desreguladores endócrinos pode estar associada a distúrbios na reprodução, incluindo infertilidade, redução da qualidade do esperma e complicações na gravidez.

Desenvolvimento fetal afetado

Durante períodos sensíveis do desenvolvimento fetal, a exposição a essas substâncias pode interferir no desenvolvimento normal, levando a anomalias congênitas e comprometimento do crescimento.

Distúrbios metabólicos

Alguns desreguladores endócrinos estão associados a distúrbios metabólicos, como resistência à insulina e aumento do risco de diabetes tipo 2.

Disfunções do sistema imunológico

A exposição a essas substâncias pode impactar negativamente o sistema imunológico, aumentando a suscetibilidade a infecções e outros problemas relacionados à imunidade.

Alterações no comportamento

Alguns desreguladores endócrinos foram associados a alterações comportamentais, incluindo distúrbios de atenção e hiperatividade.

Aumento do risco de certos cânceres

Há evidências de que a exposição a desreguladores endócrinos pode aumentar o risco de certos tipos de câncer, especialmente os relacionados aos sistemas reprodutivo e hormonal.

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Efeitos nas glândulas endócrinas

Essas substâncias podem afetar diretamente as glândulas endócrinas, como tireoide, suprarrenais e pâncreas, comprometendo suas funções normais.

É importante notar que a extensão dos efeitos dos desreguladores endócrinos pode depender de diversos fatores, como a intensidade e a duração da exposição, além de características individuais. 

As pesquisas continuam a explorar os mecanismos pelos quais essas substâncias afetam a saúde humana e a desenvolver estratégias para minimizar a exposição e seus potenciais riscos.

O que fazer no dia a dia para se proteger?

Para se proteger dos riscos associados aos desreguladores endócrinos, é possível adotar algumas medidas de precaução no dia a dia. Aqui estão alguns cuidados que podem ajudar a reduzir a exposição a essas substâncias:

Cuidado na escolha de produtos: Opte por produtos de cuidados pessoais, limpeza doméstica e embalagens alimentares que sejam livres de ftalatos, BPA e outros desreguladores endócrinos conhecidos.

Alimentação consciente: Dê preferência a alimentos orgânicos e evite alimentos processados, pois estes podem conter resíduos de pesticidas e outras substâncias químicas.

Uso seguro de plásticos: Evite aquecer alimentos em recipientes de plástico no micro-ondas, pois o calor pode liberar substâncias químicas do plástico. Opte por recipientes de vidro ou cerâmica para armazenamento de alimentos.

Filtro de água: Atenção à qualidade e validade do filtro de água em casa, para reduzir a exposição a contaminantes presentes na água potável. Além disso, evite consumir água que não seja filtrada ou fervida.

Escolha de produtos sustentáveis: Dê preferência a produtos fabricados com materiais sustentáveis e ambientalmente seguros.

Atenção a roupas e têxteis: Escolha roupas e têxteis feitos com materiais naturais sempre que possível, pois alguns produtos químicos podem ser usados no processo de fabricação de roupas.

Informação e conscientização: Mantenha-se informado sobre produtos químicos potencialmente prejudiciais e esteja ciente das substâncias presentes em produtos de uso diário.

Promoção de políticas de saúde ambiental: Apoie políticas e regulamentações que visam reduzir a presença de desreguladores endócrinos em produtos de consumo e no meio ambiente.

Escolha de produtos de limpeza seguros: Opte por produtos de limpeza doméstica que sejam livres de substâncias químicas prejudiciais.

Ao adotar essas práticas, é possível minimizar a exposição aos desreguladores endócrinos e contribuir para um ambiente mais saudável para você e para o meio ambiente.

Finalmente, no caso de apresentar qualquer dos sinais e sintomas relatados acima, é importante buscar ajuda médica, especialmente de um(a) médico(a) endocrinologista. Esse(a) profissional é habilitado(a) a avaliar e investigar possíveis alterações no sistema endócrino e nos níveis hormonais.

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E para te ajudar a enfrentar o diabetes tipo 2, com saúde e qualidade de vida, conte com a Clínica CLAF.

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Diabetes tipo 2 tem cura?

É bem conhecido que o diabetes tipo 1 – aquele que acompanha a pessoa desde o início da vida – é uma condição incurável, com a qual a pessoa vai precisar lidar por toda a vida.

Porém, e quanto ao diabetes tipo 2? Aquele desenvolvido ao longo da vida, causado principalmente por questões comportamentais, como alimentação e falta de atividade física? 

Afinal, diabetes tipo 2 tem cura?

Nos próximos parágrafos falaremos sobre isso, trazendo essa resposta e tudo o mais que você gostaria de saber sobre essa condição. Acompanhe!

Entendendo (de uma vez) o diabetes tipo 2

O diabetes tipo 2 é uma condição em que o corpo não consegue usar a insulina de maneira eficaz para controlar os níveis de glicose no sangue. A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas, e sua função principal é facilitar a entrada de glicose nas células, onde é utilizada como fonte de energia.

No diabetes tipo 2, as células do corpo tornam-se menos responsivas à ação da insulina (fenômeno chamado de resistência à insulina), e o pâncreas, por sua vez, pode não ser capaz de produzir insulina em quantidades suficientes para superar essa resistência. 

Isso resulta em um acúmulo de glicose no sangue, levando a níveis elevados de açúcar no sangue, conhecidos como hiperglicemia.

Vários fatores podem contribuir para o desenvolvimento do diabetes tipo 2, incluindo:

✅ Fatores genéticos: A predisposição genética desempenha um papel, e pessoas com familiares que têm diabetes tipo 2 têm um maior risco.

✅ Estilo de vida e obesidade: Um estilo de vida sedentário e a obesidade são fatores de risco significativos. O excesso de peso, especialmente o acúmulo de gordura abdominal, está associado à resistência à insulina.

✅ Envelhecimento: O risco de diabetes tipo 2 aumenta com a idade, sendo mais comum em adultos mais velhos.

✅ Dieta não saudável: Uma dieta rica em açúcares refinados, gorduras saturadas e pobres em fibras pode contribuir para o desenvolvimento da condição.

✅ Histórico de diabetes gestacional: Mulheres que tiveram diabetes gestacional durante a gravidez têm um risco aumentado de desenvolver diabetes tipo 2 posteriormente.

✅ Síndrome metabólica: Condições como pressão arterial elevada, níveis elevados de triglicerídeos e baixos níveis de colesterol HDL, que compõem a síndrome metabólica, estão associadas ao diabetes tipo 2.

✅ Etnia: Algumas etnias, como afrodescendentes e hispânicos, têm maior predisposição ao diabetes tipo 2.

Diabetes tipo 2 tem cura?

O diabetes tipo 2 é considerado uma condição crônica devido à sua natureza persistente e duradoura. Sua cronicidade está relacionada à maneira como o corpo lida com a insulina e a glicose ao longo do tempo. 

O diabetes tipo 2 é caracterizado por uma resistência à insulina, em que as células do corpo não respondem eficazmente a esse hormônio, e o pâncreas tem dificuldade em produzir insulina suficiente para superar essa resistência. Esse desequilíbrio leva a níveis elevados de glicose no sangue ao longo do tempo.

Enquanto o diabetes tipo 2 é considerado crônico, muitos profissionais defendem que, a depender do caso específico, do tempo de instalação da doença e da saúde das células pancreáticas, é possível conseguir uma reversão – ou no mínimo uma melhora importante – do quadro com a adoção de mudanças no estilo de vida, especialmente a perda de gordura corporal e visceral (gordura entre os órgãos).

Vários fatores influenciam essa possibilidade de se reverter o diabetes tipo 2, incluindo a gravidade da condição, o tempo de diagnóstico (quando mais precoce, melhores as chances), a genética e a aderência contínua do paciente a um estilo de vida saudável. 

Na grande maioria dos casos, porém, mesmo com modificações significativas no estilo de vida, é necessário o uso contínuo de medicamentos para controlar o diabetes.

O que é possível fazer após o diagnóstico?

Receber o diagnóstico de diabetes tipo 2 pode ser um momento desafiador, mas há várias medidas que as pessoas podem adotar para gerenciar eficazmente a condição e melhorar a qualidade de vida. Aqui estão algumas recomendações gerais:

Educação e conscientização

Busque informações sobre o diabetes tipo 2. Compreender a condição é fundamental para tomar decisões informadas sobre o estilo de vida, tratamento e autocuidado.

Colaboração com profissionais de saúde

Trabalhe em estreita colaboração com uma equipe de profissionais de saúde, incluindo médicos, enfermeiros, nutricionistas e educadores em diabetes. Eles podem fornecer orientações personalizadas e apoio contínuo.

Modificações no estilo de vida

Faça alterações no estilo de vida, incluindo uma dieta balanceada, controle de porções, aumento da atividade física e manutenção de um peso saudável. Essas mudanças podem ajudar a controlar os níveis de glicose no sangue.

Medicação adequada

Se prescritas pelo médico, tome as medicações conforme as instruções. Algumas pessoas podem precisar de medicamentos orais, insulina ou outras terapias para controlar efetivamente o diabetes.

Monitoramento regular

Realize monitoramento regular da glicose no sangue para avaliar como os alimentos, atividades e medicamentos afetam os níveis de glicose.

Acompanhamento médico contínuo

 Mantenha consultas médicas regulares para avaliação da saúde geral, ajustes no tratamento, monitoramento de potenciais complicações e atualizações nas orientações de autocuidado.

Gerenciamento do estresse

Adote estratégias para gerenciar o estresse, como exercícios de relaxamento, meditação ou atividades que proporcionem bem-estar emocional.

Participação em grupos de apoio

Considere participar de grupos de apoio locais ou online. Compartilhar experiências com outras pessoas que vivenciam o diabetes tipo 2 pode ser valioso.

Exames de rotina e rastreamento de complicações

Realize exames de rotina e rastreamento para complicações do diabetes, como problemas nos olhos, nos rins, nos nervos e no coração.

Defina metas realistas

Estabeleça metas realistas para o autocuidado. Pequenas mudanças sustentáveis ao longo do tempo podem ter um impacto significativo.

É fundamental entender que, embora o diabetes tipo 2 seja uma condição crônica, a gestão eficaz pode levar a uma vida plena e saudável. O apoio contínuo da equipe de saúde, a autogestão diligente e a busca de um estilo de vida equilibrado são elementos-chave para enfrentar os desafios associados ao diabetes tipo 2.

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Estou suando muito: o que pode ser e o que fazer?

A sudorese é um mecanismo de regulação da temperatura corporal, normal e de extrema importância. No entanto, suar de maneira excessiva pode ser sinal de algum desequilíbrio nas funções do seu organismo, além de ser um importante fator de incômodo.

No artigo abaixo, explicamos o que é a hiperidrose – suor excessivo – e o que fazer quando se está suando muito.

Aproveite a leitura!

Possíveis causas do suor excessivo

O suor excessivo, também conhecido como hiperidrose, é a transferência excessiva de líquido corporal para o meio externo. O fenômeno da sudorese é algo comum e de vital importância, especialmente para manter nossa temperatura interna do corpo controlada. 

Porém, no momento em que esse suor está exacerbado, temos um quadro de hiperidrose.

Esse fenômeno pode ter diversas origens, tais como. 

1. Ansiedade

A ativação excessiva do sistema nervoso simpático, especialmente devido a níveis elevados de ansiedade, é uma das principais causas de hiperidrose. 

Assim, um estado de ansiedade constante descontrola a transpiração, fazendo com que áreas como axila, palmas das mãos e pés e/ou face possam até mesmo pingar suor, tamanha sudorese.

2. Menopausa

Essa fase da vida da mulher é marcada por constantes mudanças hormonais.  Essas oscilações da menopausa podem causar sensação de calor (“fogacho”) e também suor excessivo.

3. Doença de Parkinson

Essa doença afeta muito o sistema nervoso, o que pode causar uma disautonomia e aumentar a sudorese desses pacientes, ou seja, a perda do controle do cérebro sobre certas funções, sendo uma delas o controle do suor.

4. Fibromialgia

Essa doença, além de causar muitas dores,  pode causar um excesso de transpiração além do normal.  Isso é causado devido a uma disfunção no hipotálamo, a área do cérebro que regula a sudorese.

5. Câncer

Alguns tipos de câncer, como leucemia e linfomas, podem acarretar um suor excessivo,  especialmente durante o sono. No entanto, esse é um sintoma pouco específico e deve vir acompanhado com diversos outros sinais e sintomas, além de exames, para o fechamento de um diagnóstico.

6. Lesão de um nervo 

Caso uma pessoa tenha uma lesão em algum nervo que controla a sudorese em uma parte específica do corpo, o cérebro compensará essa perda aumentando a transpiração em outro local do corpo desse paciente. 

7. Insuficiência cardíaca congestiva

O coração dos pacientes com insuficiência cardíaca pode apresentar dificuldade em bombear o sangue para o resto do corpo. Esse esforço excessivo pode levar a cansaço e sudorese excessiva.

Diante do exposto, pode-se perceber que a hiperidrose possui muitas causas plausíveis. Desse modo, é fundamental identificar aquela principal, no intuito de combater e controlar esse fator causador do suor excessivo.

Suor excessivo pode ser um sintoma de infarto?

Essa pergunta é muito frequente e deve ser respondida com cautela. 

Sim, o fato de estar suando muito pode ser um sintoma de infarto. Porém, ele sozinho dificilmente será um indicativo desse fenômeno.

Em outras palavras, a sudorese descompensada normalmente vem acompanhada de outros sinais e sintomas, caso uma pessoa esteja infartando. Dentre esses outros sintomas, destacamos:

  • Dor no peito constritiva.
  • Irradiação da dor para os braços (especialmente o esquerdo), ombros e pescoço.
  • Falta de ar.
  • Elevação da pressão.
  • Aceleração do ritmo cardíaco.

Dessa maneira, a hiperidrose por si só não é um indicativo de infarto. Porém,  caso acompanhado desses outros sintomas, procure os serviços de emergência imediatamente. 

Afinal, como tratar o suor excessivo?

Diante do exposto, fica claro que tratar o suor excessivo é fundamental para melhorar a qualidade de vida dos pacientes

Já que, uma pessoa suando muito pode sofrer transtornos sociais e psicológicos, sendo a mudança de hábitos e a busca por um tratamento médico as melhores maneiras de resolver esse problema.

Nos casos em que o suor excessivo é apenas uma tendência natural da pessoa, que ela já apresenta ao longo da vida, algumas mudanças de estilo de vida e hábitos, às vezes, podem ser suficientes para reduzir ou eliminar a sudorese excessiva. 

Essas são alternativas simples e acessíveis, mas que podem trazer o efeito desejado. Experimente, por exemplo:

  • Diminuir o consumo de alimentos condimentados.
  • Reduzir a ingestão de bebidas com álcool e cafeína.
  • Parar de fumar.
  • Utilizar roupas mais leves e que transpire mais facilmente.
  • Utilizar calçados abertos.
  • Beber bastante líquido, especialmente em dias quentes.

No entanto, caso esse excesso de transpiração seja um fenômeno que surgiu de um momento para outro, o ideal é buscar avaliação médica para identificar possíveis causas, tanto para reduzir o incômodo quanto para diagnosticar possíveis riscos maiores.

Em alguns casos, médicos podem recomendar até mesmo a aplicação de toxina botulínica em certas áreas para combater o problema. Em outros, esse sintoma pode estar associado a alguma causa que necessite de uma abordagem direta.

Saúde da família é na CLAF

Um acompanhamento médico regular é fundamental para uma boa saúde. Para isso, você pode contar com o apoio de um(a) endocrinologista. Esse(a) especialista poderá te ajudar a tratar um caso de sudorese excessiva, no intuito de fornecer mais qualidade de vida para você e sua família.

Para isso, tenha certeza que a Clínica CLAF é a sua melhor opção!

Nossa equipe de endocrinologistas é extremamente experiente e humanizada. Tudo isso para realizar a melhor avaliação ou tratamentos, caso sejam necessários. 

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Endocrinologista: qual sua função e quais doenças o profissional trata?

As doenças relacionadas a questões hormonais ou metabólicas – como diabetes e obesidade – têm sido cada vez mais frequentes, por diversos motivos. Todas essas doenças são tratadas pelo endocrinologista; profissional extremamente importante, mas cuja atuação ainda é pouco conhecida pela maioria das pessoas.

Segundo pesquisa feita pelo Brazilian Journal of Health Review (BJHR), entre os anos de 2010 e 2019, foram registrados mais de 700 mil óbitos em todo o Brasil, decorrentes de doenças endócrinas.

Neste artigo elencamos uma série de informações que vão te ajudar a entender quais são as doenças tratadas pelo endocrinologista e a identificar sinais de que  você precisa se consultar com ele.

Acompanhe!

Consulte o endocrinologista da CLAF!

O que faz o endocrinologista? 

Antes de começarmos a falar das doenças, é importante que você entenda a função desse especialista.

Em resumo, o endocrinologista é o médico especializado no tratamento de doenças e/ou distúrbios relacionados aos hormônios; substâncias produzidas pelo corpo e que ajudam a regular uma série de funções importantes para o seu funcionamento.

Juntamente com isso, esse médico também cuida dos órgãos responsáveis por esses hormônios, as glândulas endócrinas, que são:

  • Glândula pineal.
  • Glândula pituitária.
  • Glândula paratireoide.
  • Glândulas tireoide.
  • Glândula adrenal.
  • Pâncreas.
  • Ovário (mulheres).
  • Testículos (homens).

O que é a tireoidite e como ela afeta a sua saúde!

Quando devo procurar um endocrinologista? 

A consulta com o endocrinologista pode ser motivada por uma série de razões.

Por desconhecer a atuação desse especialista, muita gente acaba procurando outros médicos – gastando tempo e dinheiro desnecessariamente – até serem finalmente encaminhadas ao médico endócrino.

Conheça 7 sintomas de problemas na tireoide!

Veja abaixo alguns sintomas que podem indicar a procura pelo endocrinologista:

1. Cansaço e desânimo constantes

O cansaço excessivo e recorrente, sem razão justificada, muitas vezes tem relação com questões hormonais ou metabólicas.

Problemas como hipotireidismo – redução dos hormônios da tireoide – podem ser causas para essa falta de disposição, energia e vigor. Mas também há outras possibilidades.

2. Disfunções sexuais 

Problemas como redução da libido, secura vaginal, disfunção erétil ou até infertilidade são algumas possíveis disfunções ocasionados por distúrbios hormonais.

Disfunções sexuais – quando não têm origem psicológica – geralmente estão na área de atuação do endocrinologista.

A vida moderna – com sua correria e falta de tempo – pode levar a uma série de problemas de saúde. Confira neste artigo 7 dicas de saúde para a mulher moderna!

3. Dificuldades de crescimento

Apesar de cada pessoa ter geneticamente definido ritmo de crescimento e a estatura que vai ter, em alguns casos esse crescimento pode estar abaixo do esperado, especialmente na infância.

Em geral, isso está relacionado a uma baixa produção do hormônio GH.

Esse hormônio é responsável pelo crescimento dos vários tecidos do corpo – como ossos e músculos – e ter sua produção reduzida por desequilíbrios hormonais.

Veja como é feito a consulta com endocrinologista na CLAF! 

4. Alterações de peso 

Pessoas que têm muita dificuldade para controlar o peso ou, por outro lado, aquelas com extrema dificuldade para aumentar a massa muscular; ambas as situações podem indicar alterações no metabolismo.

Essa relação hormonal é tão importante, atletas ou pessoas comuns, que buscam um acompanhamento nutricional, em geral também são acompanhados por um endocrinologista.

Hormônios desequilibrados podem se tornar um verdadeiro empecilho para que você consiga alcançar seu peso ideal.

Como um endocrinologista ajuda a emagrecer?

Não é só o ponteiro da balança que define se você está acima do peso. Mas como fazer essa avaliação corretamente? Confira este artigo para descobrir!

5. Hirsutismo 

Também conhecido como excesso de pelos, o hirsutismo é um quadro clínico caracterizado pelo aumento da quantidade de pelos nas mulheres, especialmente em locais mais comuns ao homem, como o rosto, por exemplo.

Em muitos casos, esse problema está diretamente ligado à produção de hormônios, especialmente hormônios masculinos, os androgênios.

6. Problemas de memória

Em alguns casos clínicos, como no hipotireoidismo, a baixa produção hormonal pode vir a afetar o funcionamento do cérebro em tarefas relacionadas a memorização e concentração, por exemplo.

Como esse tipo de alteração pode ter também outras causas, o mais indicado é que se procure inicialmente o psicólogo ou neurologista, porém é importante ter em mente que, em muitos casos, a solução pode estar no consultório do endocrinologista.

Quer aprender dicas práticas e simples para acelerar seu metabolismo e ter todos os benefícios disso? Então confira este outro artigo do Blog!

Quais são as doenças tratadas pelo endocrinologista? 

Confira abaixo uma lista com as principais doenças que podem ser tratadas com o acompanhamento de um médico endocrinologista:

  • Diabetes do tipo 1 e tipo 2.
  • Hipertireoidismo ou hipotireoidismo.
  • Obesidade.
  • Alterações do colesterol.
  • Distúrbios de crescimento.
  • Distúrbios menstruais.
  • Hipotricose ou hirsutismo (falta ou excesso de pelos).
  • Osteoporose.
  • Problemas relacionados à hipófise.

É importante lembrar que esses são só alguns dos possíveis quadros clínicos comumente diagnosticados. Como os hormônios estão relacionados a praticamente todos os processos do corpo, eles acabam tendo relação com diversos outros quadros.

Tratar a obesidade nem sempre é algo fácil e rápido. Confira neste artigo dicas valiosas para tornar esse processo mais simples e rápido!

Hormônios e metabolismo: procure a Clínica CLAF!

Esperamos que este artigo tenha te ajudado a compreender melhor quais são as doenças tratadas pelo endocrinologista e quais os sinais mais comuns que te ajudarão a perceber que está na hora de consultar um(a) endocrinologista.

A partir disso, o próximo passo é buscar uma clínica onde você possa ter todo o cuidado necessário, com profissionais experientes e cuidadosos, além de um local confortável e acolhedor.

A Clínica CLAF é especializada nos cuidados com a saúde feminina e conta com nutricionistas, endocrinologistas, ginecologistas, obstetras, angiologistas e, agora, também, cardiologistas.

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Dor e inchaço nas pernas: o que pode ser?

Em função da rotina de atividades diárias, muitas pessoas se acostumaram a passar horas seguidas sentadas ou em pé. Como resultado, especialmente as mulheres, queixam-se de dor e inchaço nas pernas. Esses casos geralmente são resolvidos em poucas horas, mediante descanso, uma massagem caseira e um banho quente; e não costumam apontar para nenhuma outra razão mais grave. 

Mas o que acontece quando essas dores e inchaço não passam naturalmente ou começam a te incomodar além do normal? Acompanhe o artigo e conheça as possíveis causas. 

Quais doenças causam dores nas pernas?

Quando experimentamos inchaço nas pernas, frequentemente o problema está associado ao nosso sistema circulatório, também chamado de sistema cardiovascular. O sangue é bombeado por todo o corpo pelo coração, sendo distribuído pelas artérias. Em seu retorno pelas veias, se alguma complicação no transporte sanguíneo acontece, resulta em uma dilatação das veias e o extravasamento de líquido para o tecido subcutâneo, configurando o tão conhecido inchaço.

A dor é um indicativo que alguma coisa no seu corpo não está certa e pode vir acompanhando o inchaço das pernas, denunciando desde um cansaço muscular até alguma outra possível doença ou inflamação.

Uma coisa é certa: se esses sintomas persistem, é hora de procurar um angiologista. Esse profissional se encarrega dos cuidados com o sistema circulatório e, apesar de não estar entre os médicos usualmente consultados no check-up anual, o especialista será fundamental para te ajudar a contornar e tratar problemas como dores e inchaço nas pernas. Cheque abaixo casos mais específicos. 

Leia também: Angiologista: como e porque procurar um

7 Causas comuns de dor e inchaço nas pernas

1. Sentar ou ficar em pé por muitas horas 

Como já citamos, esse é um dos casos inofensivos e vai causar dor devido ao acúmulo de líquidos nas pernas. Quando ficamos muito tempo em uma determinada posição, seja em pé ou sentada, o corpo pode encontrar dificuldades para manter uma boa circulação nas pernas, resultando em dores e inchaços. Água quente e descanso podem tomar conta desse caso que geralmente se resolve em poucas horas. 

Sentar ou ficar em pé por muitas horas

2. Medicamentos 

Alguns medicamentos podem ocasionar  o inchaço das pernas, especialmente aqueles que são essencialmente hormonais, como os anticoncepcionais. Caso isso esteja lhe causando incômodo, é importante conversar com o seu médico para estudar uma possível troca de medicação.

Medicamentos

3. Envelhecimento

Com a chegada da idade mais madura, a potência de algumas de nossas válvulas venosas podem ficar comprometidas, não sendo tão eficientes em bombear o sangue como antigamente. Nesses casos, caso não haja outros sintomas mais severos, como dores persistentes, febre ou falta de ar, fazer pausas entre as atividades para colocar as pernas um pouco para cima pode ajudar a diminuir o desconforto. 

Envelhecimento

4. Lesões, Tendinites e Pancadas 

Apenas em nossas pernas temos um total de 7 músculos divididos em camada. Caso realizemos algum exercício sem o devido alongamento ou por períodos extenuantes, podemos acabar lesionando um desses músculos, causando câimbras, lesões ou tendinites. 

Em todos esses casos, é comum experimentar bastante dor persistente, especialmente quando se tentar mover o membro lesionado. Também podem aparecer manchas escuras ou avermelhadas na área da lesão, além do inchaço.

Essa lesões também podem acontecer devido a pancadas fortes: um acidente em algum esporte ou uma queda que resulte em um algum tipo de trauma nas suas pernas, poderá romper alguns vasos sanguíneos, além de também poder ocasionar lesões musculares. Por essa razão, caso você experimente uma lesão que continue a doer sem melhora mesmo depois da administração de compressas frias ou que continue em um quadro de inchaço a melhor solução é ir ao hospital. 

Lesões, Tendinites e Pancadas

5. Varizes 

As varizes são veias que se dilataram como resultado de uma circulação sanguínea não eficiente. Elas são motivo de preocupação, especialmente para muitas mulheres (as principais afetadas por esse fenômeno), uma vez que além de serem dolorosas, podem causar incômodos estéticos. 

Geralmente azuladas ou esverdeadas, as varizes podem surgir devido ao excesso de imobilidade em uma rotina diária, ou seja, como já citamos: o ficar sentado ou em pé o dia inteiro. Todavia, elas também podem ser causada por outras razões, tais como: predisposição genética, excesso de peso ou gravidez. 

Leia mais: Varizes: o que são, causas e tratamentos 

Uma boa maneira de prevenir varizes é praticar exercícios físicos e evitar ficar na mesma posição por muito tempo. Tente se levantar e esticar as pernas a cada 2 horas. Isso pode ajudar a estimular a circulação sanguínea nas pernas. Caminhadas também podem ser ótimas aliadas no combate às varizes.

Saiba como evitar o surgimento de varizes. Leia também: Como evitar varizes: não perca essas 7 dicas!

Varizes

6. Trombose Venosa Profunda (TVP) 

Reconhecidamente o tipo mais comum de trombose, a TVP ocorre com a formação de um coágulo em veias das pernas ou coxas que ocasionará uma obstrução da circulação sanguínea daquela área, causando dor e inchaço na região decorrente de uma inflamação. 

Além de causar dor e incômodo, a trombose pode causar outras complicações mais sérias, como a embolia — que se qualifica quando esse coágulo se desprende e é transportado pela corrente sanguínea, podendo se fixar em outros órgãos como o pulmão, configurando a embolia pulmonar.  A TVP ainda pode causar insuficiência venosa crônica e escassez do fluxo sanguíneo. Nesses dois últimos casos, a dor e inchaço nas pernas pode se tornar muito aguda. 

Caso a TVP afete uma veia profunda da perna, poderá causar inchaço dolorido na panturrilha, com a sensação de calor na área. É importante lembrar que alguns pacientes com TVP podem não apresentar sintomas, até a falta de ar que já pode indicar a embolia, por isso, torna-se ainda mais importante o acompanhamento periódico com um angiologista para checar se está tudo bem com sua circulação, especialmente se você já tem mais de 50 anos.

Trombose Venosa Profunda (TVP)

7. Doenças Cardíacas 

O inchaço e dores nas pernas, por muitas vezes estarem relacionados ao sistema cardiovascular, podem apontar para possíveis doenças cardíacas. Entre elas podemos citar a insuficiência cardíaca — quando o coração falha por não possuir força suficiente para promover o devido bombeamento sanguíneo —, e a aterosclerose. 

Chamada também de doença arterial obstrutiva periférica (DAOP), a aterosclerose acontece quando as artérias são obstruídas por placas de gordura, prejudicando tecidos e órgãos que não vão receber o oxigênio e nutrientes necessários para se manterem. A complicação da aterosclerose pode gerar coágulos capazes de obstruir completamente as artérias, podendo causar derrames e ataques cardíacos

Para prevenir casos assim, é essencial que se consulte um angiologista caso suas pernas apresentem inchaço e dor persistente depois de atividades físicas. Uma das maneiras de identificar a condição também ocorre quando se percebe que os membros inferiores constantemente mais frios que o restante do corpo, bem com as pontas dos dedos; isso pode indicar uma deficiência no sistema circulatório. 

Doenças Cardíacas


Apesar de poderem ser explicadas de diversas maneiras distintas, o inchaço e dores nas pernas está mais frequentemente associada a problemas circulatórios; por essa razão, consultas periódicas com angiologistas são as mais adequadas para tratar desses tipos de problemas.

A CLAF possui angiologistas prontos para ajudar você a descobrir a causa das suas dores e inchaços nas pernas. Clique aqui para agendar uma consulta. 

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Recanalização tubária: O que é? Como é feita e cirurgia?

A recanalização tubária se trata de uma cirurgia de reconstrução das tubas uterinas, Confira nesse artigo da CLAF – O que é a Recanalização tubária e como é feita a cirurgia

O que são Tubas Uterinas?

As tubas uterinas (também chamadas trompas uterinas) são dois tubos finos, que saindo do útero, chegam aos ovários. São responsáveis pela captura dos óvulos, transporte dos espermatozoides até os óvulos, e do embrião até o útero.

Assim, obstruções nas trompas por infecções ou endometriose ou a secção das trompas realizada na laqueadura tubária vão impedir uma gravidez.

O que é a Recanalização tubária?

A recanalização tubária é uma cirurgia que pode reverter este processo, reconstruindo a tuba uterina.
Pode ser feita por via tradicional, através de um corte no abdome (laparotomia) ou via laparoscópica, por pequenos cortes no abdome e introdução de uma cânula óptica.

As principais vantagens da via laparoscópica são: recuperação mais rápida, menor risco de infecção e melhores resultados estéticos.

A cirurgia é perigosa?

O sucesso da cirurgia de recanalização tubária após a laqueadura depende do local onde foi feita a laqueadura e do tamanho residual da trompa. É indicada para pacientes abaixo de 37 anos, com boa reserva de óvulos, onde se consegue uma boa taxa de sucesso.

Como é feita a cirurgia?

A cirurgia é feita geralmente utilizando agulhas e cateteres auxiliados por métodos de imagem, o profissional responsável por essa cirurgia é o radiologista intervescionista. Isso porque o diagnóstico de imagem necessita de imagens de por micro câmeras ou videolaparoscopia.

Uma anestesia é aplicada no colo do útero para que não haja dor, o acesso é realizado com o auxilio de espéculo, alcançando a região pélvica da mulher.

Neste procedimento é utilizado visualização com contraste de Raio-x, o que facilita a introdução da cateter no colo do útero até que se chegue nas tubas uterinas.

Após essa etapa é introduzido um pequeno guia para o cateter que auxilia na remoção da causa obstrução do canal.

O pós cirúrgico não exige cuidados especiais, após a cirurgia, a paciente já pode retomar suas atividades seguindo as recomendações médicas para casos particulares.

A CLAF

Para a realização deste procedimento é necessário uma equipe habilitada e especializada.
Conte com a CLAF para um diagnóstico e tratamento adequado!

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Miomectomia

Os miomas são nódulos benignos, que surgem no útero em mulheres na idade fértil, e podem causar cólicas menstruais, sangramentos intensos e infertilidade, dependendo de onde estão localizados. 

Os miomas são nódulos benignos, que surgem no útero em mulheres na idade fértil, e podem causar cólicas menstruais, sangramentos intensos e infertilidade, dependendo de onde estão localizados.
A Miomectomia é a cirurgia para retirada dos miomas e pode ser realizada de três diferente formas:

Miomectomia abdominal:
É realizado um corte semelhante a cesárea, através do qual o cirurgião irá retirar o mioma.

Miomectomia laparoscópica: São realizados pequenos cortes no abdome, por onde são introduzidos os instrumentos cirúrgicos e uma microcâmera.
É realizada quando os miomas se localizam na superfície do útero (subserosos) ou em sua parede (intramurais).

Miomectomia histeroscópica:

É realizada através da introdução de um aparelho chamado histeroscópio na vagina, que permite ao médico visualizar o interior do útero e retirar os miomas. É indicada apenas para miomas submucosos, aqueles localizados dentro da cavidade uterina.

Estas cirurgias são realizadas em centro cirúrgico, e normalmente a mulher fica em repouso relativo por 1 semana.

Laparoscopia

A laparoscopia é um tipo de procedimento cirúrgico, minimamente invasivo, onde o cirurgião realiza pequenos cortes no abdome, de através dos quais introduz seus instrumentos cirúrgicos, e uma cânula com uma pequena câmera é direcionada através do umbigo para visibilização dos órgãos a serem estudados e tratados.

A laparoscopia é um tipo de procedimento cirúrgico, minimamente invasivo, onde o cirurgião realiza pequenos cortes no abdome, de através dos quais introduz seus instrumentos cirúrgicos, e uma cânula com uma pequena câmera é direcionada através do umbigo para visibilização dos órgãos a serem estudados e tratados. Em seguida, é introduzida uma determinada quantidade de gás no abdome para facilitar o procedimento. Isto é realizado em centro cirúrgico, sob anestesia.

As principais vantagens da laparoscopia são: tempo de recuperação mais rápido, geralmente a paciente recebe alta no dia seguinte ao procedimento, diminuição do desconforto pós operatório, redução do risco de infecções , cicatrização mais rápida e melhor efeito estético.

Para que a Laparoscopia é indicada?

A laparoscopia é indicada tanto para investigação quanto para tratamento de diversas patologias, e na ginecologia as principais indicações são:

  • Endometriose
  • Miomas uterinos
  • Ligadura de trompas
  • Aderências
  • Retirada de cistos de ovário
  • Doenças inflamatórias pélvicas
  • Biópsia de ovário
  • Recanalização de trompas
  • Incontinência urinária
  • Gravidez ectópica

Em todos os casos é necessária uma análise clínica prévia para que se possa definir o melhor tratamento.

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