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Menopausa: como ela afeta o peso e a saúde cardiovascular

A menopausa e o climatério (fase inicial) fazem parte do processo natural de envelhecimento de toda mulher e marcam a transição para o fim do período reprodutivo.

As mudanças hormonais que ocorrem nessa fase podem elevar o risco para algumas condições de saúde. Dois efeitos bastante relacionados à menopausa são o ganho de peso e os problemas cardiovasculares.

Mas por que isso acontece? Quais os riscos envolvidos? É possível evitar?

Descubra as respostas para estas e muitas outras dúvidas das mulheres relativas a esse tema, conferindo as informações deste artigo.

Acompanhe!

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O que é a menopausa?

A partir de uma determinada idade, que pode variar entre os 45 e 55 anos, o corpo feminino começa a passar por uma série de alterações, resultantes de uma diminuição ou, em alguns casos, da suspensão da produção de certos hormônios sexuais, como o estrogênio e a progesterona.

Isso se inicia com o climatério, que é o período inicial de transição – onde ocorrem a maioria dos sintomas – finalmente chegando à menopausa, que é o momento da suspensão dos ciclos menstruais e da possibilidade de engravidar naturalmente.

Por conta desse processo, a mulher passa a apresentar alguns sintomas, como:

  • Alterações na regulação da temperatura corporal, com sensação repentina de calor ou frio.
  • Ressecamento vaginal.
  • Redução do interesse sexual.
  • Elevação do risco para osteoporose.
  • Maior chance para ter câncer de mama.

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Como a menopausa afeta o peso?

É importante citar que o ganho de peso, tão comum de ocorrer nessa fase da vida das mulheres (e também dos homens) não se deve exclusivamente à menopausa. Especialmente a partir dos 40 anos, é normal ocorrer uma desaceleração do metabolismo e uma perda natural de massa muscular, o que favorece o ganho de peso, especialmente de gordura corporal. 

Além disso, em ambos os sexos ocorre uma redução de alguns hormônios sexuais que são importantes para a manutenção da composição física, também favorecendo o ganho de peso.

Especificamente no caso das mulheres, essas mudanças hormonais acabam sendo ainda mais intensas no período do climatério e menopausa, aumentando a tendência a acumular gordura corporal, principalmente na região central do corpo.

A explicação para essa localização do tecido adiposo é que, na fase reprodutiva, o estrogênio ajuda a direcionar a gordura para regiões como  seios, pernas e quadris.

Porém, com a redução desse hormônio, o corpo passa a adquirir uma outra composição, acumulando mais gordura em outras áreas, como o abdômen.

Além disso, muitas mulheres acabam enfrentando problemas emocionais e de ansiedade nessa fase conturbada do climatério e menopausa, o que as leva a consumir mais alimentos, favorecendo o ganho de peso.

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Como a menopausa afeta a saúde cardiovascular?

Assim como o ganho de peso, o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares também está diretamente relacionado à menopausa.

É comum um aumento do risco para doenças do coração e dos vasos sanguíneos após os 40 anos, mas com a chegada da menopausa esse risco se eleva de forma considerável. Tanto que especialistas apontam um aumento de até 30% do número de casos de infarto em mulheres, após os 50 anos.

Novamente, a queda nos níveis de estrogênio influenciam nesse processo!

Esse hormônio tem grande influência na saúde cardiovascular, já que auxilia na dilatação dos vasos sanguíneos, facilitando o fluxo sanguíneo. Com sua redução na menopausa, eleva-se o risco para diversos problemas, como infarto, isquemia e insuficiência cardíaca.

Além disso, a menopausa acarreta em uma série de mudanças metabólicas e fisiológicas, aumento da concentração de placas de gordura na corrente sanguínea, aumento do risco de sobrepeso e obesidade, redução do chamado colesterol bom (HDL), entre outros sintomas.

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Cinco sinais iniciais da menopausa

Abaixo você confere cinco dos sinais iniciais mais comuns, que podem te ajudar a perceber a chegada da menopausa.

1. Menstruação irregular

Um dos sintomas mais comuns da menopausa é a falta de regularidade no ciclo menstrual. Por conta do desequilíbrio hormonal, a menstruação deixa de ocorrer em períodos fixos, passando a acontecer em maiores ou menores frequências, podendo até deixar de acontecer.

2. Ondas de calor

Os fogachos, como também são chamados, são caracterizados por episódios de calor agudo repentinos e repetitivos em regiões como peito, rosto e pescoço, que também podem ser acompanhados de sudorese e vermelhidão facial.

Essas ondas de calor são bastante comuns entre as mulheres que estão no período que antecede a menopausa, o climatério.

3. Alterações no humor

Irritabilidade, ansiedade, tristeza, aflição e confusão são só alguns dos muitos efeitos que as mudanças de humor, ocasionadas pelas alterações hormonais, podem causar no dia a dia das mulheres nessa fase.

4. Dificuldades para dormir

Outro sinal bastante comum da menopausa são os problemas com o sono, como dificuldade começar a dormir ou para sustentar o sono, sono menos reparador, além dos sintomas que dificultam esse relaxamento, como as próprias ondas de calor e suores que, em alguns casos, chegam a ser tão intensos que interrompem o sono.

5. Sensação de cansaço

O cansaço, indisposição e a falta de energia também são sintomas comuns durante a menopausa. Além de estarem ligados ao desequilíbrio hormonal, esses sinais também estão relacionados às alterações de humor e aos problemas com o sono.

Veja como é feito a consulta com endocrinologista na CLAF! 

Quando procurar um(a) médico(a) (e qual)?

Apesar dos sintomas do climatério e menopausa serem relativamente fáceis de perceber, é importante buscar avaliação médica, para que o quadro seja realmente diagnosticado e monitorado.

Como vimos, as mudanças hormonais dessa fase podem aumentar o risco para diversos problemas de saúde, além de impactarem de forma importante a qualidade de vida das mulheres.

Contar com o acompanhamento de um(a) ginecologista e/ou endocrinologista é fundamental para garantir mais saúde e conforto durante essa fase, que não precisa ser tão desconfortável como muitas vezes é.

Para diagnosticar e acompanhar esse período de intensas mudanças, considere a Clínica CLAF como sua opção!

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