Doenças tratadas por um cardiologista

O corpo humano é suscetível a ação de uma variedade de doenças, cada uma com suas causas, sintomas e perigos. Dentre elas, podemos destacar as cardiopatias, doenças que comprometem as estruturas e o funcionamento do coração, afetando o desempenho do órgão como um todo.

No entanto, mesmo que perigosas, as doenças do coração ainda podem ser diagnosticadas e tratadas, de preferência por um cardiologista.

E é justamente sobre isso que trataremos no artigo de hoje, sobre as principais doenças tratadas por um cardiologista. Quer saber mais? Então não deixe de conferir a seguir.

Quando devo me consultar com um cardiologista?

São várias as razões que podem levar uma pessoa a se consultar com um cardiologista, entre as principais, destacamos:

  • Histórico familiar – as doenças cardíacas também estão ligadas a fatores genéticos, por isso, pacientes que possuem parentes próximos que sofrem de alguma doença do coração devem se consultar regularmente;
  • Doenças preexistentes – outras doenças como a diabetes e o colesterol alto, representam um fator de risco para a saúde cardíaca dos pacientes, podendo acarretar em uma série de complicações para o coração.
  • Idade avançada – com o passar dos anos, as estruturas do corpo, como órgãos, músculos e tendões, começam a se desgastar. Não seria diferente com o sistema cardíaco. Por conta disso, é importante que pessoas a partir dos 55 anos se consultem com maior frequência.
  • Sintomas de cardiopatias – falta de ar, dores no peito, palpitações, cansaço em excesso, tonturas e desmaios são só alguns dos muitos sintomas capazes de indicar para os pacientes, que chegou a hora de consultar um cardiologista.

Independente dos fatores abordados anteriormente, é sempre importante visitar o cardiologista ao menos uma vez ao ano, dessa forma todos os pacientes, mesmo aqueles que não apresentam fatores de risco, conseguem monitorar e cuidar do coração, prevenindo uma série de doenças e problemas. 

Para se informar ainda mais sobre quando você deve procurar um cardiologista, confira:

Quando consultar um cardiologista?

Quais são as principais doenças tratadas pelo cardiologista? 

É claro que você já sabe que a pressão alta é tratada pelo cardiologista, e que se não for tratada,  pode causar graves complicações como o derrame cerebral, certo?

Mas, existem outras doenças menos conhecidas, também importantes, que listaremos abaixo para você se informar melhor:

1. Insuficiência cardíaca

A Insuficiência cardíaca é definida como a incapacidade de enchimento ou de esvaziamento adequado do coração — fazendo com que o sangue oxigenado não chegue aos órgãos — e o sangue rico em gás carbônico fique represado nas veias pulmonares. É o chamado “coração fraco”. 

Geralmente ocorre quando um coágulo sanguíneo — ou camada de gordura — (aterosclerose) inviabiliza por meio de um bloqueio, a passagem de sangue para o coração. Isso resulta em uma falta de oxigenação e necrose do músculo cardíaco, que passa a não funcionar adequadamente.

A hipertensão, doenças de válvulas cardíacas, diabetes, envelhecimento, alcoolismo e quimioterapia também podem causar insuficiência cardíaca. 

Os principais sintomas da insuficiência cardíaca incluem: a falta de ar (inicialmente aos esforços e por fim ao repouso), falta de ar ao se deitar (que se alivia quando fica de pé), cansaço, dor no lado direito do abdômen e emagrecimento. 

Mais informações você encontra em:
Insuficiência cardíaca: o que é e como identificar seus sinais no dia a dia! 

2. Angina

A angina é a dor no peito causada pela falta de sangue oxigenado em uma parte do coração, devido à uma obstrução por placa de gordura, causando necrose do músculo cardíaco. 

Geralmente é uma dor relacionada ao esforço físico ou emoções;  que melhora com o repouso e se caracteriza por ser em aperto ou pressão,  se irradiando para o queixo, braços ou dorso, associada a sudorese e náuseas.

Em mulheres, idosos ou diabéticos o quadro pode ser diferente, apenas com cansaço, náuseas, mal estar na região do estômago e pontadas no peito. 

3. Endocardite 

Consiste na inflamação da camada membranosa que reveste a parte interna do coração, de suas válvulas cardíacas, ou ainda de dispositivos implantados no coração, como: marca-passos, próteses valvares e cardiodesfibriladores.

Por se tratar de um órgão oco, o coração é cheio de câmaras vazias, e é justamente nesses lugares onde a infecção ocorre, normalmente causada pela ação de algum germe que se anexou ao órgão, ou à estes dispositivos. 

O paciente geralmente apresenta febre persistente, calafrios, e alterações no exame de sangue e na ecocardiografia.

4. Miocardite

Trata-se de uma doença causada por uma ação infecciosa, geralmente viral, que inflama a camada muscular do coração, chamada  miocárdio. Isso   enfraquece o desempenho do mesmo, podendo resultar em insuficiência cardíaca , frequência cardíaca alterada,  e até mesmo morte súbita. 

Os vírus mais comuns são adenovirus, herpes simples, influenza, citomegalovirus e hepatite C. Os sintomas são: dor torácica, palpitações, desmaios e falta de ar. 

5. Arritmia cardíaca 

Nada mais é que um distúrbio do ritmo cardíaco, ou seja,  um erro no envio ou na recepção dos impulsos elétricos por parte do coração. 

Esse problema provoca uma sensação de desconforto, como se o coração do paciente tivesse deixado de bater por um pequeno momento, ou se estivesse batendo rápido demais. 

Os sintomas dependem da gravidade da doença, desde indivíduos assintomáticos, até aqueles que apresentam palpitações, tonturas, desmaios, cansaço e dor torácica. 

6. Valvulopatias

As quatro válvulas que o coração possui (aórtica, mitral, tricúspide e pulmonar) são importantíssimas para a circulação de sangue dentro do órgão. 

Quando qualquer uma delas apresenta algum tipo de anomalia, principalmente durante sua abertura e/ou fechamento, temos um caso de valvulopatia. 

Esse tipo de problema tende a causar dores no peito, fadiga, dificuldade de respirar, cansaço excessivo durante a realização de exercícios e até episódios de desmaio. 

Vale ressaltar que todas as doenças citadas acima podem causar sintomas com intensidades diferentes, podendo variar de acordo com o grau da doenças e das características físicas de cada paciente, especialmente no que diz respeito ao sistema cardiovascular.

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Hirsutismo: o que é, sintomas e como tratar?

Qual a importância da prevenção? 

Em resumo, a importância de se consultar com um médico cardiologista pode ser compreendida quando paramos para analisar dados sobre a saúde do coração da população do país. Documentos da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) registram números anuais bastante assustadores. 

Cerca de 14 milhões de brasileiros sofrem de algum tipo de doença cardíaca, sendo que deste total, ao menos 380 mil vêm a falecer decorrente de complicações destas doenças, especialmente quando elas surgem de forma silenciosa, apresentando ainda mais riscos para o paciente.  

Além dos altos índices registrados pelos brasileiros, outras razões também são importantes na hora de priorizar a prevenção, como a busca por melhores condições físicas, melhora na saúde em geral e pela longevidade.

Para todas essas finalidades, a consulta com o cardiologista é indispensável, especialmente quando é feita regularmente, já que este é um dos maiores aliados no combate e prevenção das doenças do coração.  

Cardiologista é na CLAF – Clínica da Família 

Agora que você está mais informado sobre as principais doenças tratadas por um cardiologista, que tal conhecer um lugar para realizar suas consultas e acompanhamentos? 

A CLAF é referência quando o assunto são os cuidados com a saúde cardíaca!

Nossa clínica conta com uma vasta equipe de profissionais especializados, pronta para te atender nas mais diversas necessidades, desde a realização de exames de rotina até o encaminhamento para a execução de procedimentos mais complexos.

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Quando consultar um cardiologista?

Quando consultar um cardiologista?

A cardiologia está entre as áreas mais importantes para a medicina, sendo a principal responsável pelos cuidados do coração e tratamento de uma variedade de doenças. Entretanto, mesmo tendo conhecimento sobre a importância dessa especialidade médica, nem todas as pessoas sabem a hora correta de se consultar um cardiologista.

E é justamente sobre esse importante assunto que falaremos no artigo de hoje. Acompanhe!

Quando é recomendado se consultar com um cardiologista? 

Não existe apenas uma resposta para essa pergunta, mas a recomendação é de que as consultas com o cardiologista sejam feitas uma vez ao ano, durante os famosos check-ups, especialmente nos casos em que o paciente possui idade  acima dos 45 anos em homens e acima dos 50 anos em mulheres, ou histórico familiar de problemas cardiovasculares,  ou ainda  outros problemas de saúde;  como diabetes e obesidade, ou aumento dos níveis de colesterol. 

Para mais informações sobre os cuidados da mulher acima dos 50 anos, confira:

Menopausa: como ela afeta o peso e a saúde cardiovascular

Essa recomendação específica acontece,  pois, com o passar do tempo e com a ação de outras doenças, o corpo se torna mais suscetível às patologias cardiovasculares. Isso ocorre especialmente se não houver um cuidado adequado ao longo da vida, como por exemplo a  falta de atividade física regular, má alimentação, tabagismo, abuso de bebidas alcoólicas,  etc.

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Quando consultar um cardiologista com urgência? 

Determinadas cardiopatias não trazem riscos importantes à saúde , porém;  em certos casos, o atendimento médico imediato é essencial para evitar que o pior aconteça. Nessas situações, alguns sintomas podem ser o aviso ideal de que chegou a hora de procurar um médico.

Nos tópicos abaixo você confere alguns destes principais sintomas.

  • Palpitação;
  • Fortes dores no peito;
  • Casos de desmaios frequentes;
  • Cansaço excessivo e recorrente;
  •  Aceleração cardíaca sem motivo aparente;
  • Dores de cabeça ou no braço sem razão aparente.

Conheça mais alguns sintomas no artigo:
13 sinais de que você precisa procurar um cardiologista!

Qual é o papel do cardiologista?

Em resumo, o cardiologista é o médico especializado em tudo que se refere ao coração, como: suas principais estruturas, funcionamento, doenças e cuidados. É o profissional responsável por garantir a saúde do órgão.

Nesse sentido, o médico especialista atua por meio de consultas, diagnósticos, tratamento de doenças e disfunções, prescrição de medicamentos e cirurgias, procedimentos médicos e muito mais. Tudo voltado para a garantia da saúde cardiovascular dos pacientes.

Veja também:
Insuficiência cardíaca: o que é e como identificar seus sinais no dia a dia

Onde encontrar um cardiologista em Brasília 

Agora que você já sabe quando deve consultar um cardiologista, que tal conhecer um lugar para essa consulta tão importante?

A CLAF  está aqui para te ajudar! Garantimos os cuidados da saúde cardiovascular de vários pacientes do Distrito Federal e Entorno. Tudo isso, graças a nossa equipe médica especializada nas mais diferentes áreas da saúde do coração, e equipamentos de ponta, prontos para atender qualquer tipo de necessidade.

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Hipertensão arterial: como prevenir e diagnosticar corretamente!

No mês de abril, mais especificamente no dia 26, é celebrado o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, uma data importante, já que somente no Brasil, 30% dos adultos sofrem desse mal.

Por ser uma das chamadas “doenças silenciosas”, ou seja, que não dão sinal no início, a pressão alta acaba sendo ainda mais perigosa, já que muitas vezes é detectada quando já causou enormes danos, como AVCs e até cegueira.

Nos tópicos abaixo, você vai entender o que é a hipertensão, como é feito o diagnóstico corretamente, além de informações preciosas sobre prevenção e cuidados.

Confira!

O que é a hipertensão arterial? 

A hipertensão arterial é uma doença crônica (sem cura), causada pelo endurecimento da parede das artérias, o que limita sua capacidade de se expandir, aumentando a pressão em seu interior.

A pressão alta tem origem principalmente genética, mas os hábitos de vida também exercem um importante papel para o seu surgimento. Mesmo pessoas com uma tendência genética a ter o problema, podem adiar, minimizar ou mesmo evitar o quadro se mantiverem  os cuidados necessários.

Por não apresentar sinais claros de que esteja ocorrendo, a hipertensão acaba sendo extremamente perigosa, já que sua ação pode trazer danos ao cérebro (como derrame cerebral), insuficiência renal, cegueira, problemas cardíacos e prejuízo para a circulação.

Como a hipertensão é diagnosticada?

Para ser diagnosticado como hipertenso, o paciente precisa apresentar níveis pressóricos repetidamente acima de 140x 90mm mmHg em diferentes dias.

No entanto, para se fechar o diagnóstico, os profissionais costumam solicitar confirmação com exame de MAPA (monitoramento ambulatorial da pressão arterial), que é uma avaliação em que se instala um dispositivo no paciente para monitorar sua pressão durante 24 horas.

Durante todo o dia o aparelho monitora o comportamento pressórico do paciente, inclusive durante o sono, trazendo uma média desses valores, permitindo ao médico fechar o diagnóstico com mais certeza.

Uma recomendação geral de cuidado é que pacientes não hipertensos, que apresentem valores acima de 12/8 mmHg, procurem um cardiologista para investigar. Já os pacientes sabidamente hipertensos, que apresentem 18  ou mais mmHg de pressão sistólica ou 12 ou mais mmHg de pressão diastólica, busquem  um pronto-socorro imediatamente. 

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Dicas para se proteger da pressão alta

Confira abaixo importantes ações e hábitos que te ajudarão a evitar a hipertensão ou mantê-la sob controle:

1. Controle o consumo de sódio

Muita gente pensa que o grande risco para a hipertensão é o sal, quando na verdade é uma substância presente no sal – o sódio – que aumenta o risco. Essa diferenciação é importante para sabermos que diversos tipos de alimentos podem ser nocivos,como: salgadinhos,  presunto, salame, macarrão instantâneo, temperos e molhos prontos, queijos, pães e congelados .

Mesmo alimentos doces podem ser ricos em sódio, como refrigerantes.

O excesso de sódio puxa mais água para o interior das artérias,  sobrecarregando o coração e agravando o problema.

A quantidade máxima recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é de 2 gramas de sódio por dia (ou 5 gramas de sal).

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2. Fique atento ao peso

O excesso de gordura corporal, especialmente na região abdominal, tem forte ligação com os casos de pressão alta, além de estar relacionada a outras doenças, como diabetes e infarto.

Por isso, procure se manter dentro do peso ideal, optando por uma alimentação mais saudável e pela prática de exercícios físicos diários.

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Como saber se estou acima do peso?

3. Evite o cigarro e controle o consumo de álcool

O hábito de fumar e o consumo excessivo de bebidas alcoólicas são fatores comprovadamente prejudiciais à saúde, por diversos motivos. No caso da hipertensão arterial não é diferente.

O excesso de álcool e as substâncias nocivas do cigarro têm o poder de liberar adrenalina como o álcool e causas arterial endurecimento e irregularidades nas paredes das artérias como o cigarro,  fatores que dificultam a circulação e aumentam a pressão. 

4. Controle o estresse excessivo

As questões mentais também podem contribuir para o desenvolvimento de um quadro de pressão alta, por isso, não as negligencie.

Quando nos estressamos ou ficamos ansiosos, nosso organismo libera substâncias como cortisol e adrenalina, que têm o poder de elevar a pressão.

Algumas sugestões:

  • Procure respeitar seus limites.
  • Avalie o que realmente é prioridade e o que pode esperar (ou ser delegado).
  • Reserve momentos para descansar a mente, fazendo coisas que te dão prazer.
  • Se for o caso, busque a ajuda de um psicólogo.

5. Valorize a Vitamina D

A vitamina D, sintetizada pela exposição à luz do sol, é uma forte aliada na busca pelo equilíbrio circulatório, e sua carência contribui para o aumento da pressão arterial.

Para isso, estabeleça uma rotina de se expor por curtos períodos – 10 a 15 minutos – ao sol diariamente. Converse com seu médico quanto à indicação de dosar os níveis dessa vitamina e, se for o caso, invista em suplementação.

Hipertensão arterial: o acompanhamento médico é fundamental

Além de todas as medidas e cuidados citados acima, vale ressaltar um dos mais importantes: o acompanhamento médico.

Tanto para os pacientes diagnosticados com pressão alta quanto para aqueles que não possuem o problema, é fundamental manter uma rotina de avaliações regulares.

Como vimos, a hipertensão é uma doença traiçoeira, que não dá sinais até que esteja bastante grave, causando diversos problemas. Por isso, o diagnóstico precoce e o devido tratamento são fundamentais.

Nesse sentido, você pode contar com a Clínica CLAF.

Somos especializados em cuidados com a saúde da mulher e oferecemos um time de profissionais experientes e preparados, com cardiologistas,  endocrinologistas, angiologistas,  ginecologistas, mastologistas e , em uma estrutura confortável e acolhedora.

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Insuficiência cardíaca: o que é e como identificar seus sinais no dia a dia!

A insuficiência cardíaca é um problema cardiovascular que leva à perda progressiva da capacidade do coração de realizar suas funções e, caso não seja tratada, pode evoluir para riscos graves.

Levantamentos atuais mostram que mais de 300 mil idosos no Brasil sofrem com esse problema, e a expectativa é de um aumento de cerca de 46% nos próximos 15 anos.

Mas, o que é a insuficiência cardíaca? Como identificar seus sinais no dia a dia? Como é feito o tratamento?

Essas e outras respostas nos próximos parágrafos. Acompanhe!

O que é insuficiência cardíaca?

A insuficiência cardíaca é uma síndrome clínica, multifatorial, que leva à perda gradual da potência cardíaca, tanto para bombear o sangue para todo o corpo quanto para o retorno do sangue e enchimento do coração; daí ser conhecida popularmente como “coração fraco”.

O problema é tido como consequência de uma série de condições cardiovasculares que, se não tratadas ou resolvidas adequadamente, vão debilitar gradualmente a capacidade de trabalho do coração.

Com a capacidade reduzida do coração para distribuir nutrientes e oxigênio por meio do bombeamento do sangue, o paciente passa a sentir uma maior fadiga ao realizar atividades, e o sangue pode ficar retido em algumas regiões e membros, gerando maior retenção líquida (inchaço nos pés e tornozelos, por exemplo).

Esses são apenas os sintomas menos graves desse problema, sendo importante citar que a insuficiência tem alto índice de mortalidade, e estatísticas mostram que mais de 50% dos pacientes não sobrevivem mais do que 5 anos após o diagnóstico.

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Causas da insuficiência cardíaca

Como dito acima, a insuficiência cardíaca não é causa, mas consequência de diversas outras condições que, quando não adequadamente identificadas e tratadas, podem levar à falência do coração, com todas as consequências disso.

Abaixo você confere as principais causas que podem resultar em insuficiência cardíaca:

  • Hipertensão arterial não controlada.
  • Infarto agudo do miocárdio que não recebeu o devido tratamento.
  • Problemas em válvulas cardíacas não resolvidos.
  • Inflamações no músculo cardíaco, geralmente causadas por vírus ou pela doença de Chagas. 
  • Uso de drogas ou bebidas alcoólicas em excesso.
  • Diabetes.
  • Tabagismo. 

🚨 Cuidados preventivos da insuficiência cardíaca

Avaliando as causas acima, podemos concluir que as melhores formas de prevenção para a insuficiência cardíaca são evitar ou tratar precocemente a pressão alta, cuidar da alimentação para evitar a elevação do colesterol, realizar exercícios físicos regulares (caminhadas, corrida, bicicleta), controlar seu peso e manter os check-ups regulares com o cardiologista, principalmente após os 40 anos.

🚨 E para quem já tem o problema?

Para as pessoas que já apresentam um quadro de insuficiência do coração, os cuidados mais importantes no dia a dia são:

  • Manter o acompanhamento médico regular e seguir suas orientações.
  • Moderar o consumo de líquidos, já que isso aumenta o esforço do coração.
  • Reduzir o consumo de sal, uma vez que o sódio aumenta a retenção líquida.
  • Manter uma dieta que seja “boa para o coração”, com menos gorduras saturadas (carnes gordas, queijos amarelos, manteiga, embutidos, etc.), preferindo as “gorduras boas” (azeites, castanhas, peixes, etc.).
  • Diminuir o consumo de carboidratos simples, principalmente doces.

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Quais os principais sintomas

Os sintomas da insuficiência cardíaca tendem a ir progredindo de forma gradual e progressiva.

Os sinais iniciais começam a ser percebidos em situações nas quais o coração é mais exigido, como durante atividades físicas ou de esforço; ocasiões em que o paciente apresenta importante cansaço mesmo após pouco tempo de esforço.

Caso não seja identificado e tratado, o quadro tende a se intensificar, a ponto de prejudicar bastante a qualidade de vida, tornando ações simples – como pentear o cabelo ou mesmo conversar – em esforços importantes para o(a) paciente. 

🚨 Quais sinais no dia a dia devem servir de alerta?

Como as doenças cardiovasculares costumam ser “silenciosas”, ou seja, não dão sinais claros, até que estejam avançadas, é importante ficarmos atentos a pequenos alertas no dia dia, que podem indicar a presença de uma insuficiência cardíaca:

  • Calçados que passam a ficar mais apertados. Isso pode significar um aumento da retenção de líquidos.
  • Necessidade de elevar a posição do corpo para dormir (com mais travesseiros), por dificuldades respiratórias.
  • Sensação de frio constante em mãos e pés.
  • Tosse frequente e falta de ar.
  • Sentir-se muito cansado em atividades que antes não causavam esse desgaste.

Como tratar a insuficiência cardíaca?

Como dito anteriormente, a insuficiência é uma consequência de outras doenças que afetam a saúde cardiovascular, desta forma ela também pode ser um importante sinal de uma comorbidade mais grave que precisa ser tratada.

Como sempre, o ideal é agir de forma preventiva, para que o problema não se estabeleça. Nesse sentido, as avaliações preventivas – com um(a) cardiologista – são fundamentais.

No entanto, para pacientes com suspeita do problema, o(a) profissional geralmente inicia a investigação com a realização de exames cardíacos, como eletrocardiograma, ecocardiograma, radiografia do tórax ou ainda um teste de esforço.

Além disso, é feita uma análise do histórico cardiológico pessoal e familiar do(a) paciente, bem como dos sintomas.

A avaliação e a conclusão do cardiologista é que irá direcionar essa abordagem, mas vale lembrar que existem hoje formas modernas e eficazes de tratamento. O que ocorre, muitas vezes, é que a insuficiência geralmente exige bastante comprometimento por parte do paciente, tanto com os cuidados no dia a dia (citados acima), o acompanhamento médico regular e o uso das medicações prescritas. 

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Esperamos que este artigo tenha te ajudado a compreender melhor o que é a insuficiência cardíaca, seus sinais e tratamentos.

Como vimos, o acompanhamento com cardiologista de forma regular – mesmo na ausência de sintomas – e a realização dos exames preventivos são as medidas mais importantes para prevenir o problema.

Porém, para os casos em que o problema já está ocorrendo, a medicina hoje oferece inúmeras formas de tratamento, mas o primeiro passo é a consulta médica.

Para isso, considere a CLAF como sua melhor opção de cuidados com a saúde do coração.

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Nossos profissionais, experientes e atenciosos, estão prontos para te acolher e tratar com todo o cuidado necessário.

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Hipertensão arterial: o que é, seus (sérios) riscos e como prevenir!

Pesquisas da Sociedade Brasileira de Hipertensão revelam que cerca de 30% da população brasileira tem a pressão mais alta que o desejado, o que é um número bastante elevado, considerando os riscos que este problema traz.

E pelo fato de ser uma doença considerada “silenciosa”, ou seja, que não manifesta sintomas claros, isso a torna ainda mais perigosa, pois isso leva a demora no diagnóstico e tratamento.

Muitos não sabem, mas a hipertensão arterial está diretamente ligada a diversos riscos sérios, sendo responsável por:

  • Cerca de 65% dos infartos do miocárdio.
  • Quase 80% dos episódios de AVC.
  • De 40% a 50% dos problemas nos rins.

Se você quer conhecer melhor esse problema que afeta tantas pessoas e pode causar tantos problemas graves, continue a leitura.

O que é a hipertensão arterial?

A hipertensão arterial, popularmente conhecida como pressão alta, é uma doença cardiovascular, crônica (sem cura), caracterizada quando a pressão sanguínea nas artérias se mantêm continuamente em valores iguais ou superiores a 14 por 9 mmHg (milímetros de mercúrio).

Essa doença faz com que o coração se esforce muito mais para bombear sangue para todo o corpo, o que pode levar a problemas como insuficiência cardíaca, além de diversas outras condições, como veremos adiante.

Pelo fato dessa elevação pressórica ser causada por uma maior rigidez das paredes das artérias, isso também eleva o risco de rompimentos (com possíveis sangramentos) ou de isquemias, que é quando ocorre um bloqueio do fluxo sanguíneo nos vasos, causando inúmeros riscos, tanto para o músculo cardíaco (infarto) quanto para o cérebro (AVC isquêmico).

Além disso, um quadro prolongado e sem tratamento pode reduzir o fluxo de nutrientes para diversos órgãos e tecidos do corpo, aumentando as chances de problemas nos olhos, nos rins, entre outros.

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Quais os sintomas da hipertensão?

Na grande maioria dos casos, a pressão elevada não vai manifestar qualquer sintoma, o que a torna ainda mais perigosa. Por isso a recomendação de que o(a) paciente mantenha o hábito de fazer medições regulares da pressão arterial.

No entanto, em casos mais graves, com valores bastante elevados, podem ser percebidos alguns sintomas, que os(as) pacientes referem como:

  • Sensação de sufocamento;
  • Dificuldade para enxergar;
  • Dores na região torácica 
  • Zumbido no ouvido;
  • Dores de cabeça;
  •  Ansiedade;
  • Estresse;
  • Tontura.

Novamente, fica o alerta de não aguardar por sintomas para acompanhar os níveis de sua pressão. Trata-se de um cuidado simples, rápido, que pode ser feito gratuitamente em qualquer posto de saúde ou mesmo com aparelhos domésticos.

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Causas e principais fatores de risco da hipertensão

Nos tópicos abaixo, você confere os fatores que podem levar ao quadro de pressão alta, bem como os grupos de pessoas com mais risco de ter esse problema.

1. Histórico familiar

Médicos apontam uma relação direta entre o fatores genéticos/hereditários e um maior risco de desenvolver hipertensão ao longo da vida.

Estudos apontam que pessoas com familiares diretos com esse problema têm até 30% mais chance de também serem hipertensos.

2. Idade 

O envelhecimento também está diretamente ligada à doença, já que, com o passar do tempo, nossas artérias vão gradualmente perdendo parte de sua flexibilidade, diminuindo sua capacidade de distensão. E a rigidez das paredes arteriais vem a ser a principal causa da hipertensão.

Além disso, idosos também estão mais expostos a condições que favorecem a doença, como o sedentarismo.

3. Sobrepeso e obesidade 

O excesso de gordura corporal também é fator de risco para a doença. Nos casos de pacientes com sobrepeso ou obesidade, as veias e artérias podem acabar ficando obstruídas pelo excesso de lipídios no sangue, forçando o coração a aplicar ainda mais força para que o sangue possa circular normalmente.

Além disso, o excesso de peso também está diretamente ligado à má alimentação, o que também é um fator causador, como veremos adiante.

4. Consumo de sal 

Um alto consumo de sal pode ser um dos principais fatores de risco da doença. Isso acontece pois ele é rico em sódio, que tem como uma de suas principais propriedades a retenção de líquidos.

Quando em contato com o organismo, o sódio aumenta o volume dos fluidos presentes nos vasos sanguíneos, aumentando a pressão sobre as artérias.

Não à toa, algumas classes de anti-hipertensivos provocam uma maior diurese (produção de urina), justamente para que o paciente elimine líquidos e sódio.

5. Estresse e ansiedade 

Em situações de estresse, o corpo tende a liberar uma série de hormônios, como a adrenalina e o cortisol, que podem elevar a pressão arterial.

Pessoas que vivem em constante estresse e/ou ansiedade podem acabar desenvolvendo a doença ou mesmo agravando um quadro já existente.

A menopausa também é um fator de risco para a hipertensão arterial , pela perda do efeito protetor do estrogênio, um hormônio feminino que contribui para a saúde vascular.  

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Principais complicações da hipertensão

Por ser uma doença sistêmica, a hipertensão pode trazer repercussões para todo o nosso organismo.

As principais complicações decorrentes da pressão cronicamente elevada são:

  • Problemas nos rins (nefropatia hipertensiva).
  • Infarto agudo do miocárdio (morte de tecido muscular cardíaco).
  • Acidente vascular cerebral (derrame).
  • Insuficiência cardíaca (coração fraco).
  • Aterosclerose (entupimento das artérias por placas de gordura).
  • Aneurisma de artéria aorta (rompimento e sangramento).
  • Problemas de visão (retinopatia hipertensiva).
  • Riscos para a gestação (eclâmpsia).

Prevenção contra a hipertensão arterial

Como dissemos, existe um forte componente genético/hereditário relacionado à elevação crônica da pressão arterial. E contra isso não há o que se fazer, a não ser manter um cuidado mais próximo, com medições regulares da pressão arterial.

Em todos os casos, porém, os hábitos saudáveis são os maiores responsáveis para uma prevenção ou controle da hipertensão.

Nesse sentido, listamos, abaixo, algumas ações simples que podem ser implementadas no seu dia a dia para aumentar os cuidados com a sua saúde arterial. Confira!

  • Evitar fumar, já que as substâncias do cigarro causam rigidez e irregularidades nas paredes das artérias, elevando a pressão interna e favorecendo o acúmulo de placas de gordura.
  • Reduza o consumo de bebidas alcoólicas.
  • Procure manter um peso adequado.
  • Reduza a ingestão de sódio, evitando adicionar mais sal aos alimentos e observando as quantidades de sódio presentes em produtos prontos.
  • Aumente o consumo de água. Mais idas ao banheiro significam mais eliminação de sódio.
  • Melhore os níveis de vitamina D no organismo, tomando sol regularmente ou suplementando por via oral.
  • Realize exercícios físicos regularmente.
  • Tenha atenção aos níveis de estresse.

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Esperamos que o conteúdo deste artigo tenha te ajudado a compreender a seriedade deste problema que afeta tantos brasileiros.

Como vimos, o acompanhamento regular dos níveis pressóricos e de outros critérios cardiovasculares é fundamental para prevenir o surgimento ou a piora desses quadros.

Para isso, considere a CLAF como sua melhor opção de cuidados com a saúde do coração.

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Principais diferenças entre trombose e varizes!

De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV), cerca de 38% dos brasileiros sofrem com varizes, em sua maioria, mulheres.

Já a trombose acomete mais de 150 mil pessoas todos os anos, a maioria delas também mulheres. 

Apesar de serem problemas tão frequentes, ainda causam dúvidas em muita gente, especialmente quanto à relação entre as duas condições. Muito se deve ao fato de ambas as doenças terem origens e características semelhantes.

Para ajudar a esclarecer as diferenças entre trombose e varizes, listamos neste artigo as informações mais importantes. 

Acompanhe!

Funcionamento do sistema circulatório 

Antes de começarmos a tratar das duas doenças em si, é importante que você entenda como se dá o funcionamento do sistema circulatório, já que o mesmo está diretamente ligado ao surgimento das varizes que, por sua vez, podem contribuir para o desenvolvimento da trombose.

Em resumo, o sangue flui para todo o corpo por meio das artérias, e volta para o coração através das veias.

As veias, por sua vez, possuem uma série de pequenas válvulas de contenção, responsáveis por impedir que o líquido circule na direção errada. Se por alguma razão essas válvulas apresentarem um mau funcionamento, o sangue reflui, se deslocando no sentido contrário, o que pode vir a congestionar as vias circulatórias, contribuindo para o desenvolvimento das varizes.

O que são varizes? 

Como você pôde ver anteriormente, uma das principais consequência do processo de congestão circulatória são as varizes – veias que apresentam uma maior dilatação, protuberância e têm uma coloração mais azulada, fazendo com que possam ser facilmente observáveis sob a pele.

👉 Conheça tudo sobre varizes!

Elas podem surgir em qualquer parte do corpo, mas são mais comumente encontradas nos membros inferiores, como pernas e pés.

Qualquer pessoa pode desenvolver a doença, porém, ela é bem mais comum em mulheres, especialmente entre aquelas de maior idade, que sofrem de obesidade ou que fazem uso de algum tipo de anticoncepcional ou tratamento hormonal.

Entre seus principais sintomas, podemos destacar:

  • Sensação de peso nas pernas.
  • Maior sensibilidade na região.
  • Aparecimento de manchas escuras;
  • Inchaço;
  • Coceira e formigamento.

Vale destacar, ainda, que as varizes podem ser classificadas em três tipos diferentes, levando em conta suas respectivas características. São eles:

  • Telangiectasias – Vasos finos e arroxeados, com diâmetro de até 1mm.
  • Varicosas – Diâmetro entre 1 e 3 mm.
  • Reticulares – Diâmetro maior que 3 mm.

👉 Medidas simples do dia a dia podem reduzir esses riscos. Confira, neste artigo, 7 dicas para evitar as varizes.

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O que é trombose? 

Já a trombose é uma doença consequente da formação de coágulos no sistema circulatório, ou seja, de pequenos aglomerados de sangue semissólidos, que dificultam a circulação sanguínea.

Em sua maioria, surgem na região inferior do corpo, especialmente nas pernas, que passam a apresentar inchaço, vermelhidão e uma rigidez da sua musculatura.

Por apresentar uma consistência quase gelatinosa, é possível que um fragmento do coágulo venha a se desprender do local de origem, passando a se movimentar, por meio da circulação venosa, para outros órgãos do corpo, como coração, pulmões e cérebro.

Veja como é feito a consulta com angiologista na CLAF! 

Evolução da trombose venosa até geração de coágulo

Uma vez alojado nesses órgãos, o trombo pode vir a acarretar problemas ainda mais graves, como uma embolia.

Assim como as varizes, a trombose também é tipificada, neste caso, em dois tipos diferentes. São eles:

  • Venosa – Tipo mais comum da doença. Caracterizado pela formação do trombo em alguma veia do corpo;
  • Arterial – Quando o coágulo surge em uma determinada artéria, o que o torna mais perigoso.

👉 Neste artigo você conhece os principais fatores de risco para a trombose, sobre os quais vale a pena ficar atento.

Qual a relação entre essas duas condições? 

Uma vez que varizes são causadas pela lentificação do fluxo sanguíneo nas veias das pernas, fazendo com que esse sangue se acumule nessa região, isso aumenta os riscos de formação de trombos (pedaços sólidos de sangue), favorecendo os casos de trombose.

E isso vale tanto para as veias superficiais quanto para as mais profundas.

Por mais parecidas que possam ser, as duas doenças possuem diferenças bastante pontuais, inclusive nos incômodos que geram e nos riscos que trazem.

Enquanto as varizes geram mais incômodos, mas são menos perigosas, a trombose costuma ser mais silenciosa, mas suas consequências podem ser bem mais graves, inclusive com risco de morte.

Veja como é feito a consulta com endocrinologista na CLAF! 

Varizes e trombose: a importância do acompanhamento médico!

Neste artigo você pôde entender um pouco melhor as principais diferenças entre trombose e varizes e sobre a relação entre as duas doenças.

Lembramos, ainda, que ambas as doenças são capazes de comprometer a qualidade de vida, podendo evoluir – de forma silenciosa e quase imperceptível –  para problemas ainda mais graves.

Por isso, o acompanhamento médico preventivo, de preferência com um angiologista, é essencial.

Nesse sentido, considere a Clínica CLAF como sua opção de cuidados com sua saúde circulatória!

Somos especializados em cuidados com a saúde feminina e contamos com uma equipe de profissionais nas mais diversas áreas, como angiologia, ginecologia, nutrição, cirurgia vascular, endocrinologia, obstetrícia e cardiologia.

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6 dicas para prevenir a trombose!

Este mês o blog da CLAF vem dedicando uma série de artigos para trazer mais informações e conscientização sobre a trombose; uma doença que afeta o sistema circulatório, atingindo mais de 150 mil pessoas todos os anos no país, em sua maioria, mulheres.

Em conteúdos anteriores do nosso Blog, você pôde se informar um pouco mais sobre o que é a doença e suas principais causas. Desta vez o conteúdo tem um cunho mais preventivo, com 6 dicas para prevenir a trombose.

Quer saber quais são elas e como você pode aplicá-las na sua rotina? Então não deixe de conferir o conteúdo logo abaixo!

Dicas para prevenir a trombose

Logo abaixo você confere algumas ações que, ao serem aplicadas no seu dia a dia, podem diminuir as chances de desenvolver a trombose. Confira!

1. Opte por roupas mais confortáveis 

Damos início à nossa lista com uma das dicas mais simples e, ao mesmo tempo, mais importantes.

Algumas pessoas podem não saber, mas o uso de roupas muito apertadas, especialmente calças, shorts e sapatos, pode prejudicar a circulação do sangue, dificultando o retorno venoso das pernas, favorecendo a formação de coágulos, especialmente em pessoas com predisposição.

Não confundir com as chamadas meias elásticas de compressão, que podem ser prescritas justamente para favorecer o retorno do sangue, mas que têm uma tensão específica e são projetadas para essa finalidade.

Você sabe o que causa a trombose? Como é feito o tratamento? Saiba tudo neste artigo do nosso Blog!

2. Evite ficar muito tempo parado(a)

Ficar numa mesma posição, seja sentado(a) ou de pé é um péssimo hábito para quem quer evitar a trombose.

Manter-se imóvel por muitas horas favorece que o sangue se acumule nas veias das pernas e pés, dificultando sua circulação e contribuindo para a dilatação desses vasos. Como resultado disso, é maior a chance de surgirem varizes (dilatação das veias) e trombos, que são “pedaços” de sangue endurecidos, que são a causa da trombose.

Caso você realmente precise permanecer sentado ou de pé por longos períodos do dia – por motivos de trabalho, por exemplo – procure se movimentar de tempos em tempos, levantando-se para esticar as pernas ou, de preferência, para se alongar.

👉 Uma boa dica para ajudar na circulação das pernas é, algumas vezes ao dia, fazer movimentos repetidos de, a partir da posição de pé, ficar na ponta dos pés e retornar à posição normal. Isso contrai as “batatas da perna” e ajuda o sangue a circular.

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3. Evite ficar muito tempo com as pernas cruzadas 

Assim como se manter na mesma posição por muito tempo pode favorecer a formação da trombose, manter-se muito tempo com os membros cruzados também pode.

E a razão é a mesma!

O ato de manter as pernas cruzadas por longos períodos acaba interrompendo a circulação do sangue, como quando você dobra uma mangueira, contribuindo para a formação de coágulos.

Caso seja necessário ficar sentado por muito tempo, lembre-se de esticar as pernas e, de preferência, use um apoio de pés para manter as pernas um pouco mais elevadas.

👉 Conheça tudo sobre varizes!

4. Atenção ao uso de anticoncepcionais 

Alguns tipos de pílulas anticoncepcionais possuem, em sua composição, alguns hormônios que podem influenciar na coagulação do sangue, favorecendo a formação de trombos.

Caso você já use ou pretenda usar esse tipo de método contraceptivo, é importante manter um acompanhamento próximo com seu(sua) ginecologista e conversar com ele(a) sobre essa questão, para que sejam tomados os devidos cuidados.

Isso não significa que todas as mulheres que usarem anticoncepcionais hormonais vão necessariamente desenvolver trombose, mas é um cuidado importante de ser tomado.

Quer entender a relação entre pílula anticoncepcional e trombose? Então não perca as explicações deste outro artigo!

Como Cortar a Menstruação Rápido?

5. Aumente o consumo de água

O consumo de água ao longo do dia é essencial para a manutenção de uma boa saúde, como um todo.

Além disso, seu consumo regular – preferencialmente ao menos dois litros por dia – contribui para uma melhor fluidez do sangue, diminuindo as chances de formação dos trombos.

Veja como é feito a consulta com angiologista na CLAF! 

Mais água no organismo também ajuda a reduzir inchaços e retenção de líquidos.

6. Adote um estilo de vida mais saudável 

Além de contribuírem para a prevenção de uma variedade de outras doenças, os hábitos saudáveis também contribuem para a diminuição das chances de se desenvolver a trombose.

Sendo assim, procure realizar atividades físicas regularmente, optar por alimentos mais saudáveis e, principalmente, evitar o consumo de cigarro e de álcool em excesso.

Consumir grandes quantidades de bebidas alcoólicas provoca desidratação, o que também contribui para a trombose. Já o cigarro, com suas milhares de substâncias nocivas, interfere em processos bioquímicos e altera a coagulação sanguínea.

Covid-19 pode provocar trombose? Encontre a resposta neste outro artigo.

A importância do acompanhamento médico 

Vale lembrar que essas 6 dicas para prevenir a trombose só serão realmente eficientes se você colocá-las em prática.

Além disso, ainda é importante destacar que a trombose é uma doença silenciosa, o que a torna ainda mais perigosa, especialmente para as mulheres, público com a maior taxa de incidência da doença.

Por isso, o acompanhamento médico preventivo, de preferência com um angiologista, é fundamental.

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Miocardite e Covid-19: entenda essa relação!

Os efeitos – de curto, médio e longo prazos – provocados pelo novo coronavírus ainda é motivo de estudo por especialistas ao redor do mundo.

Os sintomas e as sequelas para quem teve a Covid-19 continuam se apresentando de formas diferentes e variando de paciente para paciente. E uma das possíveis complicações são os problemas cardíacos, como a miocardite.

A miocardite é uma doença causada por uma inflamação no músculo cardíaco, provocada por vírus, fungos ou bactérias, normalmente como consequência de alguma outra infecção que não foi bem tratada ou que não se curou completamente.

Há algum tempo, os médicos passaram a perceber uma relação entre miocardite e Covid-19. E se você quer entender essa relação, continue a leitura!

O que é miocardite e qual sua relação com a Covid-19?

Como dito no início, a miocardite é uma inflamação que acomete o coração, sendo provocada principalmente pela ação de vírus, como é o caso da Covid-19.

Como os efeitos provocados pela infecção pelo novo coronavírus ainda são recentes e sem muitos estudos, os especialistas ainda são receosos em afirmar relações muito claras para a ação do vírus nos casos de miocardite.

As maiores suspeitas estão no fato de que, ao enfraquecer o sistema imunológico, a Covid-19 abre portas para que o vírus se aloje no coração, levando à miocardite. Outra linha de investigação também estuda uma maior afinidade do vírus com o tecido cardíaco.

Trata-se de uma relação semelhante à de outras doenças infecciosas, que também favorecem a ocorrência da miocardite, como gripes, doença de Chagas, febre reumática, catapora e, até mesmo, a AIDS.

Por isso, é extremamente importante ficar atento aos sintomas e procurar pela avaliação de um cardiologista, assim que possível, em casos de infecção pelo novo coronavírus.

Outro sintoma que tem sido associado a quadros de Covid-19 é a trombose. Mas qual será a relação entre essas duas doenças? Saiba mais neste artigo:

A Covid-19 pode provocar trombose?

Como saber se estou com miocardite.

Nos casos mais leves da doença, a miocardite não apresenta nenhum sintoma. Em geral, nesses quadros, nosso próprio sistema imunológico se encarrega de combater o agente infeccioso e resolver o problema, sem que seja preciso qualquer tipo de tratamento.

No entanto, em quadros mais graves, com infecções mais severas e longas, diversos sintomas cardíacos podem ser observados, como:

  • Febre.
  • Dor no peito.
  • Batimento cardíaco irregular.
  • Sensação de falta de ar.
  • Cansaço excessivo.
  • Inchaço das pernas e pés.
  • Tonturas.

Mesmo nos quadros com sintomas mais leves, é fundamental a avaliação de um cardiologista, para investigação do caso e definição da melhor linha de tratamento.

A evolução da miocardite para quadros mais graves pode levar a situações de insuficiência cardíaca (redução da capacidade do coração), arritmias e até de morte súbita.

É comum associarmos dores no peito com problemas no coração. Mas será que essa relação é sempre verdadeira? Saiba a resposta neste artigo: 

Dor no peito é sempre sinal de problema cardíaco?

Quem devo procurar em caso de sintomas?

Neste artigo, você conheceu um pouco mais sobre a relação entre miocardite e a Covid-19. Como a ação do novo coronavírus ainda gera muitos pontos de interrogação, diversos aspectos ainda não são totalmente claros para a medicina.

Porém, independentemente de ter sido causada pela Covid-19 ou por outro agente infeccioso, os quadros de miocardite precisam ser investigados o quanto antes por um médico cardiologista, a fim de evitar maiores complicações à saúde do seu coração.

A Clínica CLAF – referência nos cuidados com a saúde feminina – conta agora também com o serviço de cardiologia. Nossos profissionais, capacitados e atenciosos, estão prontos para todos os cuidados necessários com a saúde do seu coração.

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13 sinais de que você precisa procurar um cardiologista!

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo.

Por isso, é comum muita gente só procurar um cardiologista em casos mais graves, como dores no peito ou sinais de AVC, mas é importante lembrar que as doenças cardiovasculares começam a dar sinais muito antes. 

Assim, é importante ficar atento a alguns sinais que indicam que você precisa procurar um cardiologista, ainda que esses sinais não pareçam graves. Em se tratando de questões cardiovasculares, quanto mais cedo um problema for identificado, mais simples, rápido e eficiente será o tratamento.

A seguir falaremos sobre 13 sintomas que podem exigir uma visita ao cardiologista.

13 sinais de que você precisa procurar um cardiologista!

Para começarmos a entender os cuidados necessários para manter a saúde do coração e dos vasos sanguíneos, existem duas formas básicas de prevenção:

  • Prevenção primária: conjunto de cuidados – incluindo consultas, exames e mudanças de hábitos – que visam prevenir o surgimento de doenças e alterações, como no caso dos check-ups regulares, especialmente nos casos em que há a presença de fatores de risco.
  • Prevenção secundária: acompanhamento regular e periódico  de quadros cardiovasculares que já estão ocorrendo, a fim de reverter ou evitar possíveis complicações.

Principais sinais de problemas cardiovasculares

As doenças relacionadas ao sistema cardiovascular, em geral, costumam ser silenciosas e não darem muitos sinais, até que o quadro já esteja avançado e grave. Esse, inclusive, é tido pelos especialistas como um dos principais fatores que fazem com que essas doenças provoquem tantas mortes.

Porém, alguns sinais podem bons indicativos de que você precisa procurar um cardiologista, como:

  1. Dor no peito (especialmente do tipo peso e aperto).
  2. Falta de ar mesmo aos pequenos esforços.
  3. Cansaço excessivo sem motivo.
  4. Palpitações e batimentos cardíacos irregulares.
  5. Desmaios.
  6. Suor frio.
  7. Pele pálida ou azulada.
  8. Enjoo ou falta de apetite constante.
  9. Tosse seca duradoura.
  10. Fazer xixi muitas vezes durante a noite.
  11. Inchaço em pernas, tornozelos e pés.
  12. Dores de cabeça sem causa aparente.
  13. Dor no pescoço e região do maxilar.

Alguns são mais frequentes que outros, com destaque para dor no peito, falta de ar, cansaço, tonturas e desmaios. Porém, todos eles podem indicar que há algo de errado com o seu coração.

Vale lembrar que esses sintomas podem também estar presentes em diversos outros quadros não relacionados ao coração, mas é sempre importante estar atento.

Por isso, se você notar esses sintomas – principalmente de forma combinada –, pode ser uma boa hora para procurar um cardiologista. Assim, você poderá eliminar a possibilidade de problemas no coração ou, se for o caso, já começar um acompanhamento e tratamento.

Aprenda a identificar quando uma dor no peito pode ser sinal de problema no seu coração, acessando este artigo do nosso Blog:

Dor no peito é sinal de problemas cardíacos?

Como saber se tenho um problema cardiovascular?

Como dissemos, a maioria das doenças cardiovasculares se desenvolvem de maneira lenta, progressiva e silenciosa.

Por isso, para garantir uma boa prevenção ou diagnóstico precoce, o ideal é se manter em dia com check-ups periódicos com o cardiologista, especialmente se houver fatores de risco, como veremos a seguir.

Além disso, não demore a procurar um cardiologista, assim que notar a presença de alguns dos sintomas listados acima, independentemente de idade ou fatores de riscos.

Os check-ups anuais em geral são indicados a partir dos 40 anos, para prevenir doenças ou identificá-las logo no seu início, já que os problemas cardiovasculares se tornam mais frequentes à medida que envelhecemos.

Porém, se apresenta fatores de risco, esse acompanhamento deve começar ainda mais cedo. São consideradas fatores de risco cardiovascular as seguintes condições:

  • Idade avançada.
  • Diabéticos.
  • Histórico familiar de hipertensão.
  • Histórico familiar de colesterol elevado.
  • Obesos.
  • Fumantes.
  • Consumo elevado de álcool.
  • Estresse, depressão ou ansiedade.
  • Histórico familiar de problemas cardiovasculares.

O histórico familiar é um dos principais indicadores porque, mesmo pessoas saudáveis, sem nenhum dos outros fatores listados, podem apresentar problemas no coração por terem casos na família.

Portanto, se você ainda não conhece seu histórico familiar, é importante ir atrás de informações sobre pais, avós e tios, por exemplo.

A trombose é um problema vascular perigoso, que pode acabar afetando a saúde do coração. Conheça a sua relação com a Covid-19:

A Covid-19 pode provocar trombose?

Saúde do coração: procure a CLAF!

Neste artigo, você conheceu 13 sinais de que você precisa procurar um cardiologista, bem como os fatores de risco mais importantes para se manter atento e proteger a saúde do seu sistema cardiovascular.

Se você (ou alguém próximo) tem apresentado algum desses sintomas ou pertence aos grupos de maior risco, não perca tempo e busque logo uma avaliação com um cardiologista. Como vimos, os problemas cardiovasculares avançam de forma progressiva e silenciosa, e precisam ser tratados de forma precoce, para evitar complicações.

A Clínica CLAF – referência em saúde da mulher – agora conta também com o serviço de cardiologia. Nossos profissionais, experientes e atenciosos, estão prontos para avaliar suas queixas e fazerem o devido acompanhamento dos seus sintomas, com a mesma qualidade e carinho que são marcas registradas dos atendimentos na CLAF.

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Dor no peito é sinal de problemas cardíacos?

Quando falamos em dor no peito, é muito comum associá-la imediatamente a algum problema no coração, já que essa costuma ser a principal preocupação das pessoas (e com razão). 

No entanto, nem sempre a causa para dores na região do tórax tem a ver com questões cardíacas, mas pode estar relacionado a outros fatores, tanto físicos quanto psicológicos.

Para te ajudar a entender se essa dor no peito é sinal de problemas cardíacos ou não, hoje vamos falar sobre algumas das causas mais comuns para essa queixa e quando ela exige acompanhamento médico.

Dor no peito é sinal de problemas cardíacos?

A principal preocupação das pessoas, ao sentir algum incômodo na região do peito, é sem dúvida um infarto ou ataque cardíaco.

Para que você seja capaz de identificar a dor provocada por um infarto, esse problema ocorre quando as artérias não são capazes de levar a quantidade necessária de sangue ao coração, provavelmente por algum entupimento – parcial ou total. 

A dor no peito, provocada por esse motivo, pode então se manifestar como uma sensação de:

  • Compressão;
  • Queimação:
  • Aperto no tórax,

Também vir acompanhada de outros sintomas.

Porém, embora a dor no peito seja, de fato, o sintoma mais comum do ataque cardíaco, ela pode ser um alerta para problemas que não estão relacionados ao coração.

Os mais comuns são:

1. Doenças que afetem o pulmão

Doenças como pneumonia, bronquite e embolia pulmonar podem causar dores no peito que se confundem com as cardiovasculares, nas pessoas que desconhecem as características desses problemas.

Em geral, as dores de origem pulmonar se manifestam quando respiramos fundo e vêm acompanhadas de sintomas como tosse, febre e mudança no ritmo e na qualidade da respiração; sinais que não costumam estar associados a problemas cardiovasculares.

Dor no peito e problemas cardíacos

2. Problemas gástricos e digestivos

Refluxo, gastrite, úlceras e até mesmo o acúmulo de gases podem causar dores no peito, graças à proximidade do estômago, do esôfago e do intestino com a região onde fica o coração.

Particularmente no caso do refluxo, a dor no peito pode ser bem semelhante à do ataque cardíaco e, por isso, é frequentemente confundida com um problema cardiovascular.

3. Ansiedade

Episódios em que a ansiedade se manifesta fisicamente, como em ataques de pânico, costumam gerar dores no peito e, por isso, também são muito confundidos com ataques cardíacos.

Outros sinais importantes para identificar uma crise de ansiedade é que, geralmente, esses episódios são acompanhados de tremores, náusea, palpitação e falta de ar.

Dor no peito e problemas cardíacos

4. Dores musculares

Atividades físicas muito intensas podem inflamar e enrijecer os músculos, o que pode vir a causar dores musculares no peito

Embora sejam mais comuns depois de treinos e atividades com esforço acima do que a pessoa está habituada, situações comuns do dia a dia, como tossir ou levantar objetos pesados também podem provocar dores musculares.

Existem ainda os episódios de dores musculares na região próxima à área cardíaca, sem motivo aparente, geralmente provocadas por espasmos musculares involuntários ou mesmo algum tipo de distensão. Nesses casos, a queixa de dor não costuma ser muito intensa e geralmente passa espontaneamente, após algum tempo.

Como saber se é uma dor no peito é cardíaca?

Já que existem tantas possibilidades, como saber se a dor no peito é sinal de problemas cardiovasculares.

Infartos ou ataques cardíacos costumam vir acompanhados de algumas características combinadas e, caso a sua queixa também apresente esses sintomas, é importante procurar médica imediatamente:

  • A dor se espalha para outras regiões do corpo, principalmente do lado esquerdo, como pescoço, braço, costas e mandíbula.
  • Vem acompanhada de falta de ar, náusea, tontura ou suor frio.
  • A dor tem características de queimação ou pontadas no peito.
  • Se mantém por mais de 10-20 minutos.

Também é possível ter dores intensas e súbitas de curta duração, mas que já podem indicar que, embora as artérias não estejam totalmente entupidas, já podem ter sofrido danos.

Dor no peito: Quando se preocupar e procurar um cardiologista? 

Antes de mais nada, vale dizer que é altamente recomendado que todos mantenham um acompanhamento periódico com cardiologista, para realização de exames e avaliações. No caso dos homens, a partir dos 40 anos; para as mulheres, a partir dos 45.

Porém, se você apresenta fatores e hábitos de risco, é recomendado iniciar esse acompanhamento ainda mais cedo.

Se você é diabético, obeso, tem colesterol elevado, hipertensão, histórico familiar, fuma e consome álcool em excesso, já deve procurar um cardiologista para acompanhá-lo.

No entanto, alguns sintomas costumam ser apontados como sinais de que é mesmo o momento de procurar uma avaliação de emergência, como:

  • Dor no peito.
  • Cansaço excessivo.
  • Palpitações,
  • Dores de cabeça anormais.
  • Falta de ar ao realizar atividades de baixo esforço.
  • Náuseas.
  • Desmaios. 

Na presença desses sintomas, a recomendação é procurar socorro médico o mais rápido possível, para entender a causa do seu problema. Em casos de maior urgência, com sintomas mais intensos, ligue imediatamente para o serviço do SAMU, no telefone 192.

Cardiologia: agora também na CLAF!

Toda dor no peito, independentemente de quantos anos você tem, deve ser observada, ter suas características avaliadas e, se for o caso, passar pela avaliação de um especialista – no caso, o médico cardiologista.

Os problemas cardiovasculares são hoje a principal causa de mortes no mundo, sendo responsáveis por mais de 200 mil óbitos no Brasil, somente este ano, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Inclusive, é possível acompanhar esses números em tempo real, por meio do Cardiômetro, serviço online criado pela SBC e que monitora as mortes causadas por doenças cardiovasculares.

Na Clínica CLAF – referência em saúde da mulher – agora conta também com o serviço de cardiologia. Nossos profissionais, experientes e atenciosos, estão prontos para avaliar suas queixas e fazerem o devido acompanhamento dos seus sintomas, com a mesma qualidade e carinho que são marcas registradas dos atendimentos na CLAF.

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