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Hipertensão arterial: como prevenir e diagnosticar corretamente!

No mês de abril, mais especificamente no dia 26, é celebrado o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, uma data importante, já que somente no Brasil, 30% dos adultos sofrem desse mal.

Por ser uma das chamadas “doenças silenciosas”, ou seja, que não dão sinal no início, a pressão alta acaba sendo ainda mais perigosa, já que muitas vezes é detectada quando já causou enormes danos, como AVCs e até cegueira.

Nos tópicos abaixo, você vai entender o que é a hipertensão, como é feito o diagnóstico corretamente, além de informações preciosas sobre prevenção e cuidados.

Confira!

O que é a hipertensão arterial? 

A hipertensão arterial é uma doença crônica (sem cura), causada pelo endurecimento da parede das artérias, o que limita sua capacidade de se expandir, aumentando a pressão em seu interior.

A pressão alta tem origem principalmente genética, mas os hábitos de vida também exercem um importante papel para o seu surgimento. Mesmo pessoas com uma tendência genética a ter o problema, podem adiar, minimizar ou mesmo evitar o quadro se mantiverem  os cuidados necessários.

Por não apresentar sinais claros de que esteja ocorrendo, a hipertensão acaba sendo extremamente perigosa, já que sua ação pode trazer danos ao cérebro (como derrame cerebral), insuficiência renal, cegueira, problemas cardíacos e prejuízo para a circulação.

Como a hipertensão é diagnosticada?

Para ser diagnosticado como hipertenso, o paciente precisa apresentar níveis pressóricos repetidamente acima de 140x 90mm mmHg em diferentes dias.

No entanto, para se fechar o diagnóstico, os profissionais costumam solicitar confirmação com exame de MAPA (monitoramento ambulatorial da pressão arterial), que é uma avaliação em que se instala um dispositivo no paciente para monitorar sua pressão durante 24 horas.

Durante todo o dia o aparelho monitora o comportamento pressórico do paciente, inclusive durante o sono, trazendo uma média desses valores, permitindo ao médico fechar o diagnóstico com mais certeza.

Uma recomendação geral de cuidado é que pacientes não hipertensos, que apresentem valores acima de 12/8 mmHg, procurem um cardiologista para investigar. Já os pacientes sabidamente hipertensos, que apresentem 18  ou mais mmHg de pressão sistólica ou 12 ou mais mmHg de pressão diastólica, busquem  um pronto-socorro imediatamente. 

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Dicas para se proteger da pressão alta

Confira abaixo importantes ações e hábitos que te ajudarão a evitar a hipertensão ou mantê-la sob controle:

1. Controle o consumo de sódio

Muita gente pensa que o grande risco para a hipertensão é o sal, quando na verdade é uma substância presente no sal – o sódio – que aumenta o risco. Essa diferenciação é importante para sabermos que diversos tipos de alimentos podem ser nocivos,como: salgadinhos,  presunto, salame, macarrão instantâneo, temperos e molhos prontos, queijos, pães e congelados .

Mesmo alimentos doces podem ser ricos em sódio, como refrigerantes.

O excesso de sódio puxa mais água para o interior das artérias,  sobrecarregando o coração e agravando o problema.

A quantidade máxima recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é de 2 gramas de sódio por dia (ou 5 gramas de sal).

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2. Fique atento ao peso

O excesso de gordura corporal, especialmente na região abdominal, tem forte ligação com os casos de pressão alta, além de estar relacionada a outras doenças, como diabetes e infarto.

Por isso, procure se manter dentro do peso ideal, optando por uma alimentação mais saudável e pela prática de exercícios físicos diários.

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3. Evite o cigarro e controle o consumo de álcool

O hábito de fumar e o consumo excessivo de bebidas alcoólicas são fatores comprovadamente prejudiciais à saúde, por diversos motivos. No caso da hipertensão arterial não é diferente.

O excesso de álcool e as substâncias nocivas do cigarro têm o poder de liberar adrenalina como o álcool e causas arterial endurecimento e irregularidades nas paredes das artérias como o cigarro,  fatores que dificultam a circulação e aumentam a pressão. 

4. Controle o estresse excessivo

As questões mentais também podem contribuir para o desenvolvimento de um quadro de pressão alta, por isso, não as negligencie.

Quando nos estressamos ou ficamos ansiosos, nosso organismo libera substâncias como cortisol e adrenalina, que têm o poder de elevar a pressão.

Algumas sugestões:

  • Procure respeitar seus limites.
  • Avalie o que realmente é prioridade e o que pode esperar (ou ser delegado).
  • Reserve momentos para descansar a mente, fazendo coisas que te dão prazer.
  • Se for o caso, busque a ajuda de um psicólogo.

5. Valorize a Vitamina D

A vitamina D, sintetizada pela exposição à luz do sol, é uma forte aliada na busca pelo equilíbrio circulatório, e sua carência contribui para o aumento da pressão arterial.

Para isso, estabeleça uma rotina de se expor por curtos períodos – 10 a 15 minutos – ao sol diariamente. Converse com seu médico quanto à indicação de dosar os níveis dessa vitamina e, se for o caso, invista em suplementação.

Hipertensão arterial: o acompanhamento médico é fundamental

Além de todas as medidas e cuidados citados acima, vale ressaltar um dos mais importantes: o acompanhamento médico.

Tanto para os pacientes diagnosticados com pressão alta quanto para aqueles que não possuem o problema, é fundamental manter uma rotina de avaliações regulares.

Como vimos, a hipertensão é uma doença traiçoeira, que não dá sinais até que esteja bastante grave, causando diversos problemas. Por isso, o diagnóstico precoce e o devido tratamento são fundamentais.

Nesse sentido, você pode contar com a Clínica CLAF.

Somos especializados em cuidados com a saúde da mulher e oferecemos um time de profissionais experientes e preparados, com cardiologistas,  endocrinologistas, angiologistas,  ginecologistas, mastologistas e , em uma estrutura confortável e acolhedora.

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