4 principais sinais da ginecomastia

Ginecomastia é o termo médico utilizado para designar o crescimento exacerbado das glândulas mamárias entre os homens, de uma ou ambas as mamas. 

A ginecomastia é considerada “dentro do normal ” em três etapas da vida:  ao nascimento (quando ainda permanecem os hormônios maternos) , na adolescência (geralmente surgindo aos 10-12 anos e desaparecendo aos 17 anos) e na velhice (com a diminuição da testosterona).

Algumas medicações podem estar relacionadas à ginecomastia, como: espironolactona, ciproterona finasterida, cetoconazol, amiodarona, metildopa, digoxina, diazepam, metoclopramida, e omeprazol.  

Álcool, maconha, anfetaminas e heroína também podem causar ginecomastia, bem como algumas doenças no fígado, renais e na tireoide.

A ginecomastia sem causa ocorre em 50 por cento dos casos e é importante a diferenciação entre ginecomastia e lipomastia. 

Na ginecomastia existe glândula, já na lipomastia o aumento da mama ocorre apenas por tecido gorduroso. A diferenciação entre as duas é feita pela mamografia e ecografia.

Vale ressaltar que existe o câncer de mama masculino — que apesar de raro — pode ocorrer em homens geralmente acima dos 50 anos e causa o aumento da mama, geralmente unilateral.  

Quais são os sinais da ginecomastia? 

Nos tópicos a seguir você confere quatro dos principais sintomas de ginecomastia:

1. Sensibilidade e coceira nas mamas 

O crescimento mamário pode resultar numa maior sensibilidade na região das mamas, especialmente quando ocorre o toque, assim como uma coceira, que pode se intensificar de acordo com o grau e intensidade do crescimento.

2. Crescimento das mamas 

O crescimento mamário pode ocorrer em uma ou ambas as mamas e consiste no principal sintoma da ginecomastia. Nesse quesito, é importante observar o grau de crescimento, se o mesmo continua ou se já cessou.  

3. Dores 

Por conta do crescimento, a região das mamas pode apresentar dores a todo momento ou somente ao toque. Nestes casos, é sempre bom estar atento para verificar se o motivo das dores não provém de outros problemas, como uma pancada ou uso de roupas apertadas.

4. Galactorreia 

Trata-se da produção de leite nas mamas, decorrente da produção excessiva do hormônio prolactina. Esse sintoma é bastante raro mas mesmo assim ainda pode ser apresentado em homens com ginecomastia.

Conheça as causas da ginecomastia em:
Ginecomastia: o que é, diagnóstico e tratamentos!

A ginecomastia tem cura? 

Sim, a ginecomastia tem cura. Na grande maioria dos casos, o tratamento consiste em:

  • Acompanhamento médico – que tem como objetivo avaliar e acompanhar o crescimento das mamas — especialmente naqueles casos em que o desenvolvimento mamário ocorre devido a desequilíbrios hormonais pontuais — ou seja, que desaparecem com o passar do tempo.
  • Uso de medicamentos – já que os remédios podem ser utilizados para controlar a produção ou ação dos hormônios nas mamas — como o letrozol e o tamoxifeno — em alguns casos, controversos.
  • Procedimentos cirúrgicos – que são indicados quando não ocorre a redução natural da ginecomastia, quando os remédios não fizeram o efeito esperado ou não podem ser utilizados. 

Nestes casos, podem ser realizados dois procedimentos: 

  • Lipoaspiração: remoção da camada de gordura da mama — bastante comum nos casos de lipomastia — causados por um acúmulo de tecido adiposo nas mamas.
  • Mastectomia: remoção do tecido mamário por meio de pequenos cortes.

Vale ressaltar que, independentemente das orientações citadas anteriormente, a ginecomastia ainda é um problema que só pode ser tratado levando em consideração o grau do aumento mamário, as características físicas do paciente e, especialmente, as orientações médicas do profissional responsável.

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Quando devo procurar um mastologista? 

O mastologista, profissional médico responsável pelo tratamento de doenças ligadas ao tecido mamário, deve ser consultado em casos de: 

  • Presença de nódulo em uma ou ambas as mamas;
  • Histórico de câncer; 
  • Inchaço nas mamas; 
  • Dores fortes e recorrentes nas mamas; 
  • Mudança de coloração ao redor do mamilo;
  • Desconforto social por conta do tamanho alterado das mamas.

Por se tratar de uma doença que afeta o aspecto físico do paciente, é muito comum que o mesmo apresente alterações em seu estado emocional, como vergonha ou desconforto em relação ao próprio corpo, especialmente nos casos em que o crescimento das mamas é bastante elevado ou assimétrico. 

Por isso, no caso desta doença, também é muito importante estar atento aos sinais emocionais.

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Esperamos que este artigo tenha te apresentado bem os sinais mais importantes da ginecomastia. Agora, se você se identificou nesta condição e ainda não conhece um bom lugar para fazer o seu tratamento, considere a Clínica CLAF.

A Clínica da Família é referência quando o assunto é o cuidado com as mamas, sejam elas femininas ou masculinas! Os nossos mastologistas possuem uma vasta experiência no tratamento dos mais diferentes casos de ginecomastia e estão mais que preparados para te atender.

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Quando um nódulo na mama é preocupante?

O nódulo mamário consiste em uma tumoração presente na glândula mamária de uma paciente, podendo apresentar tanto um aspecto líquido (também chamado de cístico), quanto sólido.

Mas a partir de quando um nódulo no seio passa a ser preocupante? Confira a resposta para essa  e outras perguntas no artigo a seguir. Acompanhe!

Nódulo na mama: quando é preocupante? 

Nódulos duros (que não se movem facilmente à palpação), e aqueles que apresentam crescimento rápido e repuxamento da pele, são considerados mais suspeitos. 

É importante prestar bastante atenção nestes sinais, pois os nódulos podem ser uma indicação do desenvolvimento de um câncer de mama, especialmente se as pacientes: 

  • Possuírem idade acima dos 50 anos — período de maior risco do aparecimento de câncer de mama.
  • Possuírem familiares de primeiro grau (mãe, irmã ou tia) com câncer de mama, principalmente antes dos 50 anos. 
  • Tiveram algum familiar próximo com câncer de mama masculino. 
  • Familiares de primeiro grau com câncer de ovário. 

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Como identificar se tenho um nódulo mamário? 

Na maior parte dos casos, os nódulos mamários não são sinal de câncer, sendo apenas uma alteração benigna e que não colocam a vida da paciente em risco. 

O nódulo pode ser encontrado pela própria paciente durante o auto exame, porém o ideal é que seja identificado nos exames de rotina, pois nestes, podem ser vistos nódulos muito pequenos — com milímetros — e sabemos que a cura do câncer de mama se relaciona diretamente com o tamanho do tumor.

Mulheres com menos de 40 anos devem fazer a ultrassonografia mamária; e aquelas com mais de 40 anos, a mamografia e ultrassonografia mamária. 

Se estes exames demonstrarem um nódulo suspeito, o médico indicará uma biópsia, que poderá ser realizada por agulha grossa — como a core biópsia e a mamotomia — sempre com anestesia.

A biópsia é o procedimento pelo qual é retirado um pedaço do nódulo, para que então seja avaliado em laboratório, se existem ou não células cancerígenas.

Saiba mais sobre o autoexame:
Quais os sinais de alerta no autoexame das mamas

Os nódulos costumam ser separados em benignos — que não apresentam risco para a saúde da mulher — e os malignos.

Os nódulos benignos mais comuns são:

  • Fibroadenoma 

Trata-se de um nódulo benigno, de formato arredondado, liso, móvel, indolor e de crescimento lento. É bastante comum entre as mulheres em idade fértil, ou seja, com menos de 35 anos.

  • Alterações fibrocísticas

Causam dor na região da mama e o aparecimento de pequenos cistos e placas semelhantes à nódulos, durante a palpação das mamas. 

Esse tipo de problema está diretamente ligado ao desequilíbrio hormonal — especialmente durante o período menstrual — quando ocorre um aumento da atividade hormonal no corpo. 

Elas tendem a reduzir após o período menstrual, e são completamente benignas. 

  • Cistos simples 

São bastante comuns entre as mulheres no período pré-menopausa e durante a menopausa, ou seja, entre o público feminino acima dos 40 anos, e são benignos. 

Esse tipo de nódulo é constituído apenas de líquido, possuindo bordas bem definidas e um revestimento bem fino. 

Às vezes podem causar dor e apresentar crescimento rápido, devido a um pequeno sangramento em seu interior ou a uma inflamação. 

Os cistos só apresentam algum risco de malignidade quando possuem conteúdo sólido em seu interior.  Isso é determinado pela ecografia. 

  • Lipoma 

O lipoma nada mais é que um nódulo de tecido lipídico (gordura), nas mamas. Por conta disso, esse tipo de nódulo é mais mole e macio, podendo se mover livremente pela mama, quando palpado.

Também não há necessidade de tratar esse tipo de problema — por ser não ser maligno — mas alguns pacientes podem se incomodar com a presença do nódulo, podendo requisitar, assim, a retirada do mesmo através de uma cirurgia. 

E quanto ao nódulo maligno? Geralmente o que as mulheres mais temem  quando identificam um nódulo na mama, é que seja um câncer no seio.

As alterações cancerígenas diferem bastante em relação aos nódulos benignos, que vimos anteriormente:

  • Câncer de mama

O câncer de mama é um dos tipos de câncer de maior incidência entre as mulheres do país — de acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA).

Esse tipo de nódulo é bastante rígido, espesso e compacto, possui um formato irregular e não costuma causar dor. 

É importante lembrar que quando menores que 2,0 cm, os nódulos malignos têm mais de 95 por cento de chance de cura, e geralmente não são palpáveis pelas pacientes. Daí se vê a grande importância dos exames de rotina,  como a ecografia e a mamografia. 

Apesar de bastante associado ao câncer, é importante lembrar que nem todo nódulo indica, necessariamente, essa condição. Por isso, é sempre importante realizar um check-up e consultar um profissional de saúde periodicamente. 

Para mais informações sobre o câncer de mama, leia:
Quais os sinais do câncer de mama

Além destes, também existem os nódulos ligados a outros problemas de saúde, como é o caso das infecções das mamas.

Como a mastite durante a gravidez, e a mastopatia diabética — um tipo de inflamação exclusiva entre as diabéticas — que causa vermelhidão, dor e o aparecimento de pequenos caroços nos seios.

Veja também:
6 tipos de doenças mamárias comuns entre mulheres a partir dos 40 anos 

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Como tratar nódulo no seio? 

Como você pôde ver anteriormente, alguns nódulos não necessitam de tratamento, pois não provocam alterações na saúde da paciente. 

Porém, é sempre recomendado a consulta como um mastologista, ou ginecologista,  para que as ações corretivas sejam tomadas o quanto antes. 

Para que você possa se prevenir de problemas maiores (como o câncer de mama), é importante contar com a ajuda de profissionais que entendam do assunto.

A Clínica da Família é especialista nos cuidados com a saúde da mulher, se você é de Brasília ou Entorno, agende seu atendimento.

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Ginecomastia: o que é, diagnóstico e tratamentos!

Você sabia que uma parcela dos homens também pode sofrer com problemas relacionados ao crescimento das mamas?

Trata-se de uma condição mais comum do que se imagina, atingindo cerca de 30% dos homens em algum momento da vida, gerando desconforto estético e dor.

Esse problema, inclusive, está entre as principais causas para a realização de cirurgias estéticas no público masculino.

Quer saber mais sobre esse problema? Então não deixe de conferir o artigo de hoje!

O que é ginecomastia? 

Trata-se do crescimento das glândulas mamárias em homens, iniciando geralmente na adolescência – devido às alterações hormonais –, afetando cerca de um terço deles, sendo motivo de vergonha e até de dor, quando ocorrem traumas na região.

Na maioria dos casos, o problema se resolve sem precisar de qualquer tratamento, mas uma parte dos casos permanece até a idade adulta, sendo necessário tratamento médico.

Pode também ocorrer ginecomastia logo após o nascimento, devido à ação dos hormônios placentários, que regridem em torno de duas semanas, ou em idosos, pela diminuição da produção de testosterona. 

A ginecomastia possui certas peculiaridades, de acordo com o tipo e características do tecido mamário de cada homem, podendo se apresentar tanto unilateral quanto em ambas as mamas.

Os quadros costumam ser classificados de acordo com o crescimento glandular apresentado, podendo ser grau 1, 2 ou 3, segundo os critérios médicos.

Além disso, pacientes que sofrem dessa condição também podem apresentar certos sintomas, como uma maior sensibilidade nas mamas, saída de secreção pelos mamilos, coceira, dor e, inclusive, chance de desenvolver câncer de mama, apesar de ser bastante raro (cerca de 1% do total).

Ginecomastia
Imagem: Google

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Quais são as possíveis causas 

Esse problema tem origem multifatorial, podendo ser desencadeado por diferentes situações. Confira as principais:

1. Desequilíbrios hormonais

Em condições normais, alguns hormônios considerados “femininos” – apesar de presentes – são bastante reduzidos nos homens, porém em alguns casos esses níveis podem se elevar, causando a ginecomastia.

Nesses casos, o processo pode ocorrer devido ao aumento nos níveis de estradiol (hormônio mais presente em mulheres) e uma redução da testosterona, principal hormônio masculino.

2. Obesidade 

O aumento significativo de peso também pode causar  – além de outros problemas de saúde – o acúmulo de gordura nas mamas, resultando em seu crescimento.

3. Uso de medicamentos e anabolizantes

Medicamentos, como a finasterida – usada para tratar crescimento da próstata e calvície – tem como possível efeito colateral o aumento dos níveis de estradiol e a diminuição da testosterona, ou seja, um desequilíbrio hormonal que pode, em alguns casos, resultar no aumento das mamas, o que ocorre em cerca de 1% dos usuários dessa medicação.

Além disso, o uso de esteroides anabolizantes também pode causar esse mesmo problema. Nestes casos, a testosterona presente no anabólico pode ser transformada, pelo próprio corpo, em estrogênio, resultando em uma feminilização do corpo, causando a ginecomastia.

O uso de alguns medicamentos para tratamento de doenças cardiovasculares (como metildopa ou amiodarona), ou para tratamento de gastrite (como omeprazol e  cimetidina) ou ainda drogas como maconha e álcool podem também causar ginecomastia. 

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4. Síndrome de Klinefelter 

Essa é uma condição genética na qual o homem nasce com uma cópia extra do cromossomo X, causando o desenvolvimento de características mais femininas ao longo da vida.

5. Insuficiência renal e hepática 

O mau funcionamento do fígado e dos rins pode ocasionar a ginecomastia por acúmulo de hormônios femininos. 

Ginecomastia: diagnóstico e tratamentos!

Por se tratar de um problema com sintomas bem característicos e perceptíveis, o próprio paciente pode identificá-lo. O diagnóstico definitivo, porém, é feito por meio de um exame clínico – geralmente por médico(a) mastologista – que busca verificar a condição das mamas, seu formato e tamanho.

A partir disso, serão investigadas as possíveis causas para o problema, a fim de resolvê-lo.

Para isso, geralmente são solicitados exames de sangue, para analisar os níveis hormonais, buscando por algum desequilíbrio. 

Outros exames importantes são a mamografia e a ultrassonografia. Por meio deles, o(a) médico(a) pode verificar se o problema é a uma ginecomastia verdadeira, na qual existe glândula mamária, ou uma lipomastia (falsa ginecomastia), em que a mama está aumentada somente devido ao acúmulo de gordura. 

Esses dois exames ainda podem ajudar na detecção de possíveis casos de câncer de mama masculino. 

O tratamento geralmente é cirúrgico, com a retirada do tecido glandular, no caso da ginecomastia verdadeira.  Já na lipomastia, pode ser realizada a lipoaspiração. 

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CLAF: sua clínica de mastologia em Brasília!

Esperamos que este artigo tenha te ajudado entender melhor a ginecomastia, assim como suas causas, sintomas e tratamentos.

Agora, se você se identificou com alguma das condições citadas no texto, considere a Clínica CLAF como sua melhor opção de cuidados com as mamas.

Temos um time de profissionais experientes e atenciosos, composto por mastologistas, endocrinologistas, angiologistas, ginecologia e  cardiologistas, além de uma estrutura moderna e confortável.

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Hipertrofia mamária: o que é e como tratar?

As mamas têm uma grande importância para o bem-estar das mulheres, contribuindo tanto para a criação de uma imagem feminina própria quanto como símbolos de sensualidade e maternidade.

Porém, assim como outras regiões do corpo, os seios também estão suscetíveis a alterações, tanto benignas quanto malignas, sendo uma delas a hipertrofia mamária, um problema bastante comum em mulheres de todas as idades.

Quer saber mais sobre essa desarmonia? Então não deixe de conferir o artigo a seguir!

O que é a hipertrofia mamária?

A hipertrofia mamária é o crescimento excessivo das mamas, fazendo com que elas se tornem desproporcionais à silhueta da mulher, levando a diversos incômodos, tanto físicos quanto emocionais, inclusive afetando a autoimagem.

Embora também possa ocorrer em homens – casos conhecidos como ginecomastia – o problema se dá predominantemente no público feminino.

O problema pode surgir tanto na adolescência quanto na idade adulta e não há uma causa específica para o quadro.

Esse aumento excessivo das mamas costuma ser classificado em 4 diferentes graus, sendo eles:

  • Leve ou grau I – A mulher apresenta mamas maiores que a média, mas isso não traz qualquer incômodo ou limitação para seu dia a dia.
  • Moderado ou grau II – A partir desse grau de hipertrofia, a mulher já passa a sofrer incômodos para certas atividades, além de dores na coluna e pescoço. Além disso, pode causar dores também nos ombros, pela pressão das alças do sutiã, que sustentam o peso das mamas.
  • Grande ou grau III – Neste ponto, estamos falando de mamas realmente grandes, gerando incômodos e limitações muito importantes para a vida da mulher. Nesse grau de hipertrofia, além dos sintomas anteriores (ainda mais intensos) as mamas são mais caídas, com presença de estrias, assaduras nas dobras, chegando até próximo do umbigo, em alguns casos.
  • Gigantomastia ou grau IV – No grau máximo dessa alteração, os sintomas são semelhantes ao anterior, porém de forma ainda mais intensos, com possibilidade de danos às estruturas da coluna, como hérnia de disco ou cifose (corcunda), além das limitações à vida social, com problemas de autoestima e até depressão.

Veja como é feito a consulta com endocrinologista na CLAF! 

As principais causas ainda para o desenvolvimento da hipertrofia mamária são como questões genéticas e hereditárias (mulheres na família com o mesmo problema), gravidez, obesidade, disfunções hormonais e o uso de alguns medicamentos, como digitálicos, cimetidina e hidantoína.

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Quais riscos a hipertrofia mamária oferece?

Como vimos anteriormente, os riscos, incômodos e limitações trazidos pela hipertrofia mamária são progressivamente maiores, na medida do grau de crescimento das mamas.

Nos casos mais leves, não costuma haver problemas físicos ou maiores limitações à vida diária da mulher, sendo que os incômodos – quando há – se resumem principalmente a questões emocionais ou de autoimagem, o que é mais frequente na adolescência, por conta de questões como bullying ou brincadeiras de colegas.

Já nos quadros mais severos, porém, esses problemas podem chegar a ser muito importantes e limitantes – física e socialmente – como dificuldade (ou mesmo impossibilidade) de praticar atividades físicas, desconforto com as roupas (principalmente trajes de banho), além das dores no pescoço, nas costas e nos ombros, com possibilidade de deformações na coluna e alterações posturais.

Finalmente, à medida que o tempo passa e não é feito o devido tratamento, as mamas vão ficando cada vez mais caídas, com presença de estrias, além do alargamento do aréola

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Quais os possíveis tratamentos?

O tratamento para a hipertrofia mamária será definido após a investigação e compreensão da origem do quadro apresentado pela paciente. Isso porque, nos casos em que esse aumento é provocado por alterações hormonais, mesmo com a retirada cirúrgica de parte das mamas, o quadro pode retornar.

Além disso, quando a hipertrofia é causada por obesidade, é fundamental que essa questão seja abordada, pois a própria perda de peso corporal já pode trazer uma grande melhora.

No entanto, para a maioria dos casos, a solução mais eficaz é mesmo o procedimento cirúrgico para redução das mamas, a chamada mamoplastia redutora, em que o cirurgião plástico vai retirar parte do tecido adiposo e/ou glandular da mama, até atingir um tamanho proporcional à silhueta da mulher.

Vale lembrar, no entanto, que mesmo com a realização da cirurgia, o quadro pode retornar, apesar disso não ser tão frequente. Isso porque a mulher pode ter ganho de peso, alterações hormonais ou mesmo a perda de firmeza e sustentação das estruturas das mamas provocada pelo processo natural de envelhecimento. 

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CLAF, sua clínica de mastologia em Brasília

Neste artigo você conheceu um pouco mais sobre a hipertrofia mamária, seus sintomas, riscos e formas de tratamento.

Esperamos que este conteúdo sirva de estímulo para que você – mulher que tem esse problema – busque um tratamento o quanto antes e obtenha melhora para sua qualidade de vida e para sua autoestima.

Mas, para isso, o primeiro passo é se consultar com um(a) mastologista, que é o(a) especialista de referência para as questões relacionadas às mamas. Esse profissional irá investigar o seu caso e indicar a melhor solução.

Nesse sentido, considere a Clínica CLAF como sua melhor opção em cuidados com as mamas!

Somos especializados em saúde feminina e contamos com uma equipe de médicos atenciosos e experientes nas mais diversas áreas, como mastologia, ginecologia, endocrinologia, angiologia e cardiologia.

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6 tipos de doenças mamárias comuns em mulheres a partir dos 40 anos

Com a chegada da maturidade, as mulheres costumam se tornar mais propensas a apresentar algumas doenças mamárias – algumas benignas, outras não.

Fatores como a chegada da menopausa, com todas as transformações hormonais, fazem com que os riscos se tornem maiores para diversas condições, não somente nas mamas.

Neste artigo, você confere uma lista com os 6 tipos de doenças mamárias mais comuns em mulheres após os 40 anos, com dicas de como se prevenir de cada uma delas.

Acompanhe!

Por que algumas doenças mamárias surgem após os 40 anos?

De acordo com o INCA (Instituto Nacional de Câncer), diversas doenças mamárias – sendo a mais grave delas o câncer de mama – se originam de fatores diferentes, como idade, genética, ambiente e comportamento.

Além disso, elas decorrem da exposição a determinadas substâncias (como agrotóxicos), componentes químicos presentes em diversos tipos de materiais sintéticos, tabagismo e etilismo ; e também das próprias alterações biológicas do nosso organismo, que se intensificam  com o envelhecimento.

O que pode ser feito para prevenir o câncer de mama? Veja as dicas deste artigo e aprenda a se proteger!

Principais doenças mamárias

Confira abaixo mais detalhes sobre cada uma das 6 principais doenças mamárias em mulheres:

1. Cistos mamários

Os cistos podem se apresentar de três formas nas mamas: cistos simples, cistos complicados e cistos complexos.

  • Os cistos simples são os mais comuns, são formados por conteúdo líquido em seu interior, não tendo chance de se tornar câncer de mama nem exigindo maiores ações médicas ou investigativas.
  • Os cistos do tipo complicado são menos comuns que os primeiros e são compostos de um líquido mais espesso (grosso) em seu interior. Para esses, a recomendação é de que se mantenha um acompanhamento mais próximo junto ao mastologista.
  • Finalmente, temos os cistos complexos, que são ainda mais raros e são preenchidos de material sólido e, para esses, a recomendação é de que seja feita investigação com biópsia para investigar mais a fundo suas características. 

Confira os principais cuidados que as mulheres podem (e devem) tomar para prevenir o câncer de mama!

Quais são os sinais que mais devem chamar sua atenção no autoexame das mamas? Confira todos eles neste outro artigo do Blog!

2. Mastalgia (dor mamária)

A mastalgia (ou dor mamária) é um tipo de sintoma que costuma preocupar muito as mulheres, devido ao receio de se tratar de um quadro de câncer de mama. Apesar de compreensível essa preocupação, queixas de dor não costumam ser sinais de uma neoplasia maligna.

A mastalgia pode ser classificada em duas categorias:

  • Cíclica – Esse tipo de dor está relacionada principalmente ao período menstrual, devido ao aumento das mamas (inchaço) e à sensação de peso nos seios.
  • Acíclica – A mastalgia do tipo acíclico não está associada ao período menstrual, sendo mais frequente durante o climatério/menopausa, por volta dos 40-50 anos. Esse tipo de dor pode ocorrer de maneira ocasional – não todos os meses – podendo estar relacionada a quadros de inflamação das mamas, cistos mamários, e irregularidades hormonais.

Conheça a relação entre as secreções no mamilo e o câncer de mama!

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3. Mastite

Muito frequente durante o período de amamentação, a mastite nada mais é que o acúmulo de leite nas mamas, o que leva a desconforto e dor, mas que não oferece maiores riscos à saúde da mulher. Nesses casos, o ideal é que a mulher procure formas de esvaziar as mamas e desfazer esse acúmulo.

No entanto, em outros casos, isso pode ocorrer também fora do período de amamentação, o que deve ser motivo de atenção por parte da mulher e do seu médico-assistente.

Em alguns casos, pode levar a infecções, pela entrada de agentes infecciosos por alguma lesão na mama.  A mastopatia diabética, também é uma forma de mastite. 

Na dúvida, busque uma avaliação do seu mastologista.

Quer mais informações? Então confira este outro artigo do nosso Blog, em que explicamos em detalhes a mastite fora do período de amamentação!

4. Câncer de mama

O maior temor das mulheres, quando falamos de doenças mamárias, especialmente após os 50 anos.

O risco aumentado, nessa fase da vida, se dá pelas mudanças biológicas ocorridas por conta do envelhecimento, assim como pelo acúmulo de exposição a fatores de risco, ao longo da vida, como:

  • Primeira menstruação precoce (antes dos 12 anos);
  • Menopausa tardia (após os 55 anos);
  • Primeira gravidez após os 30 anos;
  • Nunca ter ficado grávida (nuliparidade);
  • Uso de anticoncepcionais orais (com estrogênio e progesterona) por grande período de tempo, com idade precoce. 
  • Terapia de reposição hormonal por mais de 5 anos.

O câncer de mama se caracteriza pela multiplicação desordenada de células anormais, que podem surgir em diferentes regiões da mama – como ductos e lóbulos –, com potencial de se espalhar para outras regiões – como axilas – a depender do tipo.

Existem diferentes categorias de câncer de mama, variando em grau de desenvolvimento, de localização na mama, de potencial de risco e, consequentemente, nas formas de tratamento.

A grande maioria dos casos, no entanto, quando tratados adequadamente e em tempo oportuno, apresentam bom prognóstico e elevada chance de cura.

Quais os principais sinais do câncer de mama? Neste outro artigo, listamos os alertas que você não pode negligenciar!

5. Doença de Paget da mama

Tipo muito raro de doença mamária, em geral afetando a pele do mamilo e da aréola, e somente de um dos lados. 

Na grande maioria dos casos (cerca de 90%), está associada a outros tipos de câncer de mama, como o carcinoma ductal in situ ou ao carcinoma ductal invasivo.

Os principais sintomas costumam ser a irritação no mamilo, além de coceira, descamação e vermelhidão. Em alguns casos, pode ocorrer a inversão do mamilo (afundamento).

O diagnóstico da doença de Paget pode ser feito tanto por meio da mamografia quanto pela ressonância magnética das mamas ou da ultrassonografia mamária.

Conheça, neste artigo, os principais tratamentos para o câncer de mama e em quais situações cada um é mais indicado!

Como é feito o diagnóstico das doenças mamárias?

Por conta do risco aumentado de câncer de mama nas mulheres à medida que a idade avança, é fundamental que todos os tipos de doenças mamárias após os 40 anos sejam vistos com atenção e, na dúvida, sejam avaliados pelo mastologista.

Por isso, fique sempre atenta a sinais como:

  • Nódulos em uma ou ambas as mamas, especialmente se forem rígidos e fixos (não se moverem ao serem tocados).
  • Alterações na pele dos seios, como pele enrugada (tipo “casca de laranja”), vermelhidão e descamação;
  • Inversão (afundamento) do mamilo;
  • Alteração no tamanho ou formato das mamas;
  • Saída de secreção, especialmente do tipo transparente ou sanguinolento.

É preciso lembrar que nem todas as doenças mamárias são visíveis ou palpáveis. Por isso, é fundamental que – além da prática do autoexame das mamas – as mulheres após os 40 anos mantenham uma rotina regular de cuidados com as mamas, que inclua as consultas e os exames preventivos, especialmente a mamografia.

Caso deseje, você já pode fazer seu agendamento online agora mesmo de sua consulta com um mastologista na Clínica CLAF! Clique neste link para agendar!

Para conhecer um pouco mais de como é feito o diagnóstico das doenças mamárias – principalmente o câncer de mama – confira as informações a seguir:

  • Mamografia – Principal exame investigativo das mamas, é realizado com uso do mamógrafo, sendo importante para identificar calcificações,  nódulos, assimetrias e diagnosticar precocemente o câncer de mama. A indicação é de que seja realizado anualmente, por todas as mulheres com mais de 40 anos.
  • Ultrassonografia mamária – Opção recomendada para mulheres com menos de 40 anos, que possuem menos riscos de câncer de mama. É um exame que diferencia nódulos sólidos de císticos e demostra se os nódulos tem características benignas ou suspeitas. É também um exame complementar à mamografia .
  • Ressonância magnética das mamas – Indicada para mulheres que possuem forte suspeita de câncer de mama, segundo a mamografia, sendo realizada para avaliar a extensão da lesão .
  •  Em mulheres com grande risco de câncer de mama, pode ser usado como exame preventivo anual, juntamente com a mamografia.
  • Biópsia – Exame final de confirmação do câncer de mama, no qual algumas amostras do tumor da mama são  colhidas por meio de uma punção mamária, sendo então encaminhado para avaliação em laboratório, que mostrará o tipo de células (benignas ou não) e o grau de agressividade da lesão, indicando qual o melhor tipo de tratamento a ser seguido. Em geral, é realizada quando todos os outros métodos indicaram a presença do câncer de mama.

O mastologista é o médico de referência nos cuidados com as mamas. Mas você sabe quando é hora de procurar esse profissional? Confira a resposta neste artigo!

Doenças mamárias em mulheres após os 40: procure a CLAF

Como vimos neste artigo, as doenças mamárias em mulheres após os 40 anos exigem um maior cuidado e uma avaliação mais atenta, devido aos riscos aumentados de câncer de mama a partir dessa fase da vida.

Nesse sentido, considere a Clínica CLAF como sua opção!

Somos especialistas em saúde da mulher e contamos com mastologistas, ginecologistas, angiologistas, nutricionistas, endocrinologistas, obstetras e, agora também, cardiologistas.

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O que pode ser feito para prevenir o câncer de mama

O Câncer de mama é visto hoje como uma das principais causas de mortalidade entre as mulheres em todo o mundo.

Afinal, é o tipo de câncer mais frequente nesse gênero em todo o mundo, sendo responsável por cerca de 25% dos casos, sendo também o que mais mata as mulheres.

Como em todos os tipos de câncer, os cuidados preventivos são sempre importantes

Mas o que pode ser feito para prevenir o câncer de mama? Existe algo que você possa fazer no dia a dia para reduzir os riscos de ter esse problema?

É o que vamos explicar neste artigo. Acompanhe!

O que fazer para prevenir o câncer de mama.

O câncer de mama , como os outros cânceres, surge através de uma mutação no código genético da célula ,que passa a se comportar de maneira agressiva, invadindo tecidos , sangue , e em fases adiantadas , acometendo outros órgãos.  

 Porém , apenas em 5 a 10 por cento dos cânceres de mama tem causa hereditária , ou seja , passam de pai ou mãe para filha.

Sendo assim, a maior  parte dos casos é provocada por hábitos do dia a dia e fatores comportamentais, sendo que esses podem, sim, ser evitados pelas mulheres, reduzindo bastante as chances de ter esse tipo de câncer.

Questões como excesso de peso corporal, sedentarismo, consumo excessivo de álcool, tabagismo e terapias de reposição hormonal por mais de 5 anos são questões que podem ser mudadas, trazendo muito mais proteção contra o CA de mama.Confira abaixo alguns desses cuidados que podem fazer toda diferença!

1. Praticar atividades físicas regulares

Os exercícios físicos são fortes aliados na prevenção de uma série de doenças – principalmente as doenças cardiovasculares – e isso não poderia ser diferente quanto ao câncer de mama.

Segundo orientações do Instituto Nacional do Câncer (INCA), praticar atividades físicas regularmente favorece um maior equilíbrio hormonal, melhora as funções do intestino, reforça o sistema imunológico e ainda ajuda a manter o peso controlado.

Com tudo isso, os exercícios ajudam na prevenção de diversos tipos de câncer, como o câncer de intestino, câncer do colo do útero e, também, do câncer de mama.

A Organização Mundial de Saúde recomenda que se faça 30 minutos de exercícios 5 vezes por semana para reduzir as chances de se desenvolver um câncer.

Seu dia a dia é corrido e você não consegue fazer exercícios? Confira neste artigo nossas dicas de como incluir atividades físicas mesmo em rotinas intensas!

2. Cuidar da alimentação 

Juntamente com a prática de atividades físicas, uma alimentação saudável também pode influenciar positivamente na prevenção do câncer de mama. Afinal, com uma alimentação inadequada, você sabota os efeitos dos seus exercícios.

Como orienta o Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, para a prevenção de diversas doenças – como o câncer de mama – é fundamental reduzir ao mínimo possível o consumo de alimentos industrializados ou muito processados, preferindo as opções in natura. Quanto menos processados, melhor para sua saúde e para prevenção do câncer de mama.

Confira abaixo os níveis de processamento dos alimentos e prefira sempre os menos processados, segundo o guia do Ministério da Saúde:

  • Alimentos in natura – São alimentos que consumimos exatamente como vieram da natureza, sem qualquer processamento industrial, como é o caso das frutas, legumes, folhas, carnes, peixes e ovos, por exemplo.
  • Alimentos minimamente processados – Estas ainda são alternativas muito bem-vindas e saudáveis, e devem estar presentes em sua alimentação. São alimentos que passaram por mínimo processamento, somente para limpeza e conservação, mas sem alterar sua composição, como é o caso do arroz, do feijão, dos sucos naturais sem açúcar, das castanhas, das farinhas de mandioca e de milho, entre outros.
  • Alimentos processados – A partir daqui, é preciso ter cuidado com o consumo desses alimentos. Nesta categoria estão os alimentos que – ainda que de origem  natural – receberam a adição de ingredientes para acentuar o sabor ou conservar por mais tempo, como açúcar, sal, gordura ou conservantes. Aqui entram os alimentos em conserva, as carnes salgadas ou defumadas, massas feitas de farinha branca (não integrais), por exemplo.
  • Alimentos ultraprocessados – São os alimentos produzidos de forma industrial, quase sem nenhum ingrediente integral, levando grande quantidade de conservantes, acentuadores de sabor, gorduras ruins, entre outras substâncias prejudiciais. Nesta categoria entram as salsichas, presuntos e mortadelas, salgadinhos, biscoitos recheados, macarrões instantâneos, doces industrializados em geral, refrigerantes, entre outros.

Escolher os alimentos certos é algo que ajuda muito a manter o peso ideal. Confira neste artigo uma lista de alimentos que te ajudam a emagrecer!

3. Evitar bebidas alcoólicas em excesso e o tabagismo 

A ciência, hoje, já conhece as fortes relações entre o consumo frequente de bebidas alcoólicas e um risco aumentado para diversos tipos de câncer, principalmente no sistema gastrointestinal, como boca, faringe, laringe, esôfago, estômago, fígado, intestino, mas também das mamas.

E esse risco só aumenta quanto mais o consumo for frequente e exagerado. Existe uma relação direta entre esses dois fatores.

Acredita-se que álcool tenha o poder de alterar o DNA das células, tornando mais fácil que agentes cancerígenos entrem e comecem a agir, além de interferir nos hormônios e prejudicar a nutrição dos tecidos, tornando-os mais frágeis e suscetíveis. 

O consumo de cigarros só aumenta esses efeitos.

Conheça os tratamento para o câncer de mama!

Mastologista em Brasília (DF)

4. Controlar o peso 

Além de todos os riscos que o excesso de gordura corporal pode trazer para a saúde, isso tem uma ação prejudicial muito específica no caso do câncer de mama. Mulheres na menopausa, com sobrepeso e/ou diabetes têm um risco bem maior para esse tipo de neoplasia.

Sabemos  que a obesidade na pós menopausa aumenta em 26 por cento o risco do câncer de mama . Isto ocorre porque a gordura funciona como um depósito de hormônios femininos , e ainda atua convertendo hormônios produzidos na suprarrenal em hormônios femininos , que tem relação direta com o desenvolvimento do câncer de mama.

Além disso, pesquisas têm mostrado que o excesso de peso também interfere na eficácia dos tratamentos para o câncer de mama, reduzindo as chances de sucesso.

Como podemos saber se realmente estamos acima do peso ou não? Sabia que somente a balança não esclarece isso? Aprenda a se avaliar conferindo este artigo!

5. Manter o acompanhamento médico regular

Pode parecer meio óbvio, mas o acompanhamento médico regular – principalmente preventivo – é essencial para reduzir os riscos do câncer de mama.

Ao manter uma frequência regular de consultas com seu ginecologista ou mastologista, a mulher estará sendo sempre monitorada e orientada quanto aos cuidados que precisa ter para se proteger, inclusive quanto aos exames que precisam ser feitos regularmente, especialmente a mamografia. O câncer de mama quando detectado em fases iniciais tem 95 por cento de chances de cura. 

Por isso, consultas médicas regulares são mais do que recomendadas.

Conheça a relação entre as secreções no mamilo e o câncer de mama!

6. Terapia de Reposição Hormonal 

Estudos demonstram que a terapia de reposição hormonal por mais de 5 anos pode aumentar o risco do câncer de mama . Existem vários fatores que podem influenciar este risco, como o tipo de hormônios utilizados, bem como a sua via , oral , vaginal ou pela pele. 

A utilização ou não da terapia de reposição hormonal  e o seu tempo de uso deve ser orientada  pelo seu médico , pesando os riscos e benefícios , principalmente naquelas com história familiar importante de câncer de mama .

Aprenda a identificar os principais sinais do câncer de mama acessando este outro artigo do nosso Blog!

O mastologista na rotina da saúde feminina 

Esperamos que o conteúdo deste artigo tenha te ajudado a compreender melhor o que pode ser feito para prevenir o câncer de mama. Como vimos, apesar de parte dos casos ter origem genética e familiar, é possível reduzir os riscos com bons hábitos de vida e alguns cuidados simples no dia a dia.

Agora, se você faz parte da população feminina com mais de 40 anos de idade, saiba que os cuidados com a saúde das mamas devem ser redobrados, já que é a partir dessa fase que os riscos aumentam.

Por isso, é fundamental manter a frequência regular de consultas, especialmente com o mastologista, que é o especialista que cuida dos cuidados com as mamas.

Nesse sentido, considere a Clínica CLAF como sua opção!

Somos especialistas em saúde da mulher e contamos com mastologistas, ginecologistas, angiologistas, nutricionistas, endocrinologistas, cirurgia vascular, obstetras e, agora também, cardiologistas.

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Quais são os sinais de alerta no autoexame das mamas

De acordo com dados divulgados pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama é o que mais afeta mulheres no mundo, representando cerca de 25% dos novos casos de câncer.

No Brasil, é o segundo mais frequente, ficando atrás apenas do câncer de pele. Segundo esse mesmo levantamento do INCA, em 2021 estima-se mais de 66 mil novos casos de câncer de mama somente no Brasil.

Como em todos os tipos de câncer, o diagnóstico precoce e preciso é o maior aliado, pois permite uma abordagem mais eficaz, com maior chance de cura.

Nesse sentido, os as consultas e os exames preventivos são fundamentais, entre eles o autoexame das mamas.

Neste artigo vamos te mostrar quais os sinais de alerta no autoexame de mama que devem chamar mais sua atenção e indicar que você deve buscar logo uma avaliação médica.

Acompanhe!

Sinais de alerta no autoexame das mamas

Inicialmente, é importante pontuar que o autoexame das mamas é um importante aliado no diagnóstico da doença, mas que os métodos mais eficazes – e devem ser considerados prioridade – são os exames de imagem, como a mamografia, já que eles podem detectar alterações milimétricas, que não seriam possíveis de se perceber com a palpação no autoexame.

Apesar disso, o exame manual das mamas foi e continua sendo uma medida diária de cuidados, que não pode ser deixada de lado. 

Conheça a relação entre as secreções no mamilo e o câncer de mama!

Para te ajudar a tirar o máximo proveito dessa avaliação, confira a seguir os sinais mais importantes que devem chamar sua atenção:

1. Nódulos em uma ou ambas as mamas

Durante a realização do autoexame, muitas mulheres se deparam com pequenos caroços, em uma ou ambas as mamas. Em 90% dos casos, essas formações não são câncer de mama, mas é sempre bom estar atenta.

Alguns sinais indicativos de uma neoplasia maligna são os nódulos mais duros, que não se movem de lugar à palpação e que você não consegue definir muito bem suas bordas.

O critério de dor não é muito claro aqui, já que a maioria dos tumores cancerígenos não são dolorosos inicialmente.

Também é importante notar que alguns nódulos surgem apenas durante o período que antecede a menstruação, e não são nódulos verdadeiros , e sim glândulas que ficam mais inchadas e palpáveis com o estímulo hormonal.

Mesmo que os sinais sejam de benignidade, sempre busque uma avaliação de um(a) mastologista, caso perceba nódulos nas suas mamas.

Descobriu um nódulo palpável na mama e está receosa de ser um câncer de mama? Confira neste artigo os sinais mais importantes para você avaliar!

2. Nódulo na axila ou clavícula

O mesmo caroço, citado anteriormente, também pode ser encontrado em partes próximas à região da mama, como as clavículas ou as axilas. Por isso, é bastante importante que no autoexame você também avalie essas áreas ao redor das mamas.

Como dissemos, existem vários tipos de cistos ou nódulos que podem surgir nas mamas, sendo a grande maioria benigna. Porém, um sinal de alerta bastante importante é perceber se essas formações estão localizadas em outras regiões, como nas axilas ou próximo às clavículas.

Esse é mais um sinal de alerta importante para buscar logo uma avaliação especializada.

Como vimos, os exames de imagem são essenciais, como a mamografia e o ultrassom das mamas. Veja neste artigo, quando cada uma é indicada! 

3. Alterações na pele dos seios

O autoexame das mamas não serve apenas para perceber cistos, nódulos ou caroços nas mamas, mas também alterações na pele da região.

Entre as alterações cutâneas mais importantes – e que precisam chamar sua atenção – estão a presença de inchaço na região das mamas (com aspecto de casca de laranja), pele enrugada, vermelhidão e descamação.

Qualquer alteração na pele das mamas, que não sejam características naturais de longa data, mas que surgiram há pouco tempo, devem ser sinais de alerta para avaliação médica.

Quando dores nas mamas é sinal de preocupação? Neste artigo listamos as prováveis causas e quando é hora de buscar ajuda médica!

4. Alterações de formato e tamanho

Outro sinal de alerta, que pode ser levantado durante o autoexame das mamas, são alterações de formato e tamanho, tanto nas mamas quanto nos mamilos.

Sinais como inversão do mamilo (quando a ponta se retrai), inchaço da mama (especialmente de apenas um lado) e diferenças de tamanho (assimetria) entre os seios, são todos alertas que não podem ser negligenciados.

Um cuidado, no entanto, que deve se ter é quanto a possíveis assimetrias que sempre foram característicos de suas mamas. É normal a mulher ter uma mama um pouco maior que outra, ou mesmo formato do mamilo.

O risco está quando isso surge ao longo do tempo. Aí sim deve ser motivo para uma avaliação profissional.

O mastologista é o especialista nos cuidados com as mamas. Mas você sabe quando deve buscar uma avaliação desse profissional? Saiba neste artigo!

5. Secreção do mamilo

Exceto na fase de amamentação da mulher, a saída de líquidos pela papilos mamilos deve ser sempre encarada como sinal de atenção.

Porém, algumas características devem levantar mais seu alerta, como secreções transparentes ou sanguinolentas, secreções que saem espontaneamente (sem precisar espremer a mama) e se saem em apenas um mamilo.

Novamente, caso você esteja receosa e com dúvidas, o mastologista deve sempre ser seu médico de referência nos cuidados com as mamas.

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O passo a passo do autoexame

O autoexame das mamas é um cuidado que a mulher deve ter consigo mesma regularmente, sendo fácil e rápido de fazer.

A recomendação é de que esse cuidado seja feito a partir dos 20 anos de idade, contando uma semana após início da menstruação, já que isso evita o desconforto de manusear as mamas nesse período, em que elas costumam ficar mais sensíveis, inchadas e doloridas. Realize o procedimento mensalmente.

Confira abaixo o passo a passo de como o exame das mamas deve ser realizado, tanto na posição de pé, quanto deitada e de frente para o espelho.

De frente para o espelho

É importante destacar que, para a realização do exame, é fundamental que você retire qualquer peça de roupa, para não atrapalhar sua avaliação. 

  • Posicione-se de frente para o espelho.
  • Inicialmente apoie ambas as mãos na cintura e avalie as mamas, verificando se há alguma alteração visível, tanto de frente quanto de lado.
  • Toque ambos os seios – um de cada vez – com ambas as mãos, em busca de características diferentes do usual, seja no tamanho ou formato das mamas, na coloração ou textura da pele, além da possível presença de nódulos.
  • A seguir, com um dos braços levantados, repita o mesmo processo na mama desse mesmo lado. Depois troque de lado.

A partir de que idade as mulheres precisam fazer a mamografia e de quanto em quanto tempo? A resposta está neste artigo!

No banho 

Essa outra forma de realizar o autoexame é mais indicada de ser realizada no banho, para favorecer o deslizar dos dedos pela pele, em busca de alterações mais profundas.

  • Com uma das mãos atrás da cabeça, toque cuidadosamente a mama desse mesmo lado com a mão oposta.
  • Realize movimentos circulares e de baixo para cima, buscando quaisquer irregularidades, tanto no seio quanto no mamilo
  • Repita o processo com a mama do outro lado.

Deitada 

  • Deite-se com um dos braços atrás da nuca;
  • Coloque um travesseiro ou algum outro apoio embaixo do ombro;
  • Com a outra mão, apalpe a mama buscando sentir alterações no seio e mamilo;
  • Repita o processo do outro lado.

Para uma avaliação ainda mais completa, é aconselhada a realização das três variações do autoexame. Dessa forma a mulher consegue avaliar melhor as condições das mamas em diferentes posições, identificando elementos que só poderiam ser vistos com determinados movimentos.

Conheça, no vídeo abaixo, o trabalho do mastologista, o profissional mais importante nos cuidados com as mamas:

A importância das consultas e exames!

Neste artigo listamos os sinais de alerta no autoexame das mamas que mais devem chamar sua atenção, caso sejam percebidos.

Porém, como dissemos, os cuidados mais importantes são as consultas com o mastologista e os exames de imagem preventivos, já que podem detectar alterações muito mais cedo.

Nesse sentido, considere a Clínica CLAF como sua opção para as consultas preventivas.

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Quais são os sinais do câncer de mama

Outubro chegou e, com ele, a campanha anual de combate, conscientização e prevenção do câncer de mama: o Outubro Rosa.

A mobilização acontece em nível internacional e busca informar e mobilizar a sociedade quanto aos riscos e formas de prevenção dessa doença que tira a vida de tantas mulheres pelo mundo.

Tendo em vista a importância dessa prevenção e por acreditarmos que a informação é a arma mais importante nesse enfrentamento, listamos neste artigo quais são os sinais do câncer de mama e como é possível se prevenir.

Vamos à leitura!

O que é o câncer de mama?

É sempre importante ressaltar que nem todo nódulo ou caroço nas mamas é sinal de um possível câncer. Por conta de suas características, as mamas podem, sim, desenvolver esse tipo de formação que, em mais de 90% dos casos, têm um prognóstico benigno.

Já o câncer de mama é a consequência de mutações genéticas que podem ocorrer em células do tecido mamário.

Na maioria dos casos, essas mutações fazem com que uma célula adquira particularidades e comportamentos considerados anormais, como uma capacidade desordenada de se dividir e se multiplicar, podendo resultar na formação de tumores.

Esses tumores podem se limitar à região das mamas, como também podem  se espalhar para outras regiões, as chamadas metástases.

O câncer de mama ainda é envolto em muitas dúvidas e mitos. Confira neste artigo os esclarecimentos para as principais delas!

Os sinais e sintomas do câncer de mama?

Antes de começarmos a listar os principais sintomas, é importante destacar que, em suas fases iniciais, o câncer de mama costuma ser assintomático, ou seja, não apresenta quaisquer sintomas, tornando-o uma doença ainda mais perigosa.

Por conta dessa característica, as consultas e exames preventivos tornam-se ainda mais importantes.

1. Presença de nódulos ou caroços no seio

Como dissemos, apesar de não significar necessariamente a presença de um câncer de mama, a presença de nódulos ou caroços é um sinal que precisa ser investigado.

Além disso, outro sinal importante para se prestar atenção são possíveis irregularidades na pele, já que podem se tratar de caroços ainda em formação.

Vale destacar que esses nódulos podem, também, se localizar próximos à região das axilas. Nesse sentido, ao realizar o seu autoexame das mamas, esteja atenta tanto à região das mamas quanto à região das axilas também.

Quer saber quando nódulos palpáveis na mama podem ser sinais de um câncer, confira as dicas deste artigo do nosso Blog! 

2. Irritação na pele da mama

É importante observar muito bem a pele da região das mamas, procurando identificar algum sinal de vermelhidão, escurecimento, retração, enrijecimento ou alguma outra irregularidade.

Para isso, é fundamental que a mulher se habitue, em seu dia a dia, a inspecionar suas mamas, para que ela seja capaz de notar rapidamente, caso surja alguma alteração. 

O mastologista é o principal especialista nos cuidados com as mamas. Mas você sabe quando é hora de procurar esse profissional? Confira neste artigo!

3. Inchaço ou assimetria

Outro sinal que pode ser indicativo de um câncer de mama é a presença de  inchaços e assimetrias nas mamas.

Quando falamos em inchaços, é importante diferenciar dos aumentos de volume normais em alguns períodos, especialmente nos períodos menstruais.

Ao contrário disso, nos casos de câncer, esse tipo de alteração em geral ocorre em apenas uma das mamas, podendo gerar deformações no formato usual do seio.

Conheça a relação entre as secreções no mamilo e o câncer de mama!

Outro possível sinal são as assimetrias, ou seja, diferença de tamanho entre as mamas. Em algumas mulheres isso pode ser uma característica própria, que ela apresenta por toda a vida. No entanto, quando isso ocorre por mudanças no tamanho das mamas, é algo para ligar o sinal de alerta.

Confira, neste artigo, os diferentes tipos de tratamento disponíveis hoje para o câncer de mama!

4. Inversão do mamilo

Não é incomum que algumas mulheres já nasçam com a característica de ter o mamilo invertido, não sendo isso indício de qualquer doença, muito menos um tumor.

Porém, o desenvolvimento desta característica ao longo da vida, ou seja, quando um mamilo normal começa a se retrair, isso exige atenção e investigação com o mastologista.

Isso pode ser um sinal de algum tipo de infecção ou até mesmo do desenvolvimento de um câncer de mama.

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Dores nas mamas é sempre sinal de preocupação? Quais os sinais mais importantes para ficar atenta? Saiba as respostas neste artigo!

 5. Secreção pelo mamilo

As secreções que devem chamar sua atenção para a possibilidade de câncer de mama são aquelas que saem espontaneamente pelo mamilo, ou seja, sem precisar apertar, e são  transparentes ou sanguinolentas

As secreções esverdeadas ou amarronzadas costumam estar mais associadas a alterações hormonais ou ao hábito do tabagismo. 

Sempre que você apresentar alguma secreção incomum pelo mamilo, deve consultar seu mastologista, para realizar uma avaliação.

Veja neste artigo quais tipos de secreções dos mamilos podem ser indicativas de um câncer de mama!

6. Coceira na aréola e mamilo

A coceira persistente, tanto na aréola quanto no mamilo, podem ocorrer devido a processos alérgicos ou podem sinalizar um tipo de câncer de mama, chamado doença de Paget.

Caso você não tenha esse histórico, mas tenha notado esse sintoma há algum tempo, é importante também que procure um(a) mastologista para que ele avalie e esclareça. 

Conheça os tratamento para o câncer de mama!

Como fazer o autoexame das mamas

Um grande aliado das mulheres, na prevenção ao câncer de mama, é a prática regular do autoexame.

Apesar dessa avaliação não substituir os exames e consultas com um especialista, é um hábito de cuidado bastante saudável para que a mulher monitore sua saúde e possa perceber mais rapidamente a presença de qualquer alteração.

Você pode realizá-lo da seguinte forma:

  • Coloque-se de frente para um espelho.
  • Com os braços em repouso, ao lado do corpo, observe características dos seios e mamilos, como tamanho, posição, coloração e formato.
  • Agora, com as mãos atrás da cabeça, observe os seios e mamilos novamente.
  • Por último, pressione levemente os seios, verificando se há algum nódulo. Pressione também os mamilos, notando se há a saída de alguma secreção ou a presença de alguma ferida.

Como dissemos, o autoexame não substitui a avaliação médica, muito menos os exames de imagem, como a mamografia. Por meio do toque, é possível perceber a presença de nódulos maiores (a partir de 1 cm), enquanto que os exames de imagem são capazes de detectar alterações milimétricas, aumentando as chances de cura.

Câncer de mama: autoexame e prevenção!

Esperamos que o conteúdo deste artigo tenha ajudado você a identificar melhor alguns dos principais sinais e sintomas do câncer de mama.

Os sintomas listados aqui não indicam, necessariamente, que a paciente esteja com algum tipo de câncer de mama, mas servem de indícios para que ele procure uma avaliação especializada.

O fator mais decisivo para o sucesso de um tratamento de câncer é o tempo. No caso específico do câncer de mama, quando descoberto precocemente, as chances de cura são de quase 100%.

Na hora de buscar cuidados especializados para suas mamas, considere a Clínica CLAF como sua opção!

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Se você está em Brasília ou Entorno, venha cuidar da sua saúde conosco! 

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Tratamentos para câncer de mama

Nos últimos anos, uma série de avanços e novos recursos têm trazido mais possibilidades de cura a milhares de mulheres nos tratamentos para câncer de mama.

Não faz muito tempo, eram as pacientes que precisavam se enquadrar nas poucas opções disponíveis de tratamento; como uma loja que as obrigava a caber dentro de duas ou três opções de roupa. 

Felizmente hoje a medicina oferece alternativas muito mais adequadas e individualizadas. Para tirar suas dúvidas a respeito das opções de medicamentos, cirurgias, radioterapias e terapias hormonais, acompanhe o artigo.

Os diferentes estágios do câncer de mama

Os estágios do câncer de mama dizem respeito principalmente ao tamanho do tumor, seu potencial de crescimento e espalhamento para outros tecidos próximos ou pela corrente sanguínea. 

O estadiamento (ou estágios) do câncer é baseado no sistema TNM (sigla em inglês para tumor primário, linfonodos e metástase), desenvolvido pelo Comitê Conjunto Americano de Câncer (AJCC), podendo ser classificado como:

  • Estadiamento clínico (baseado em exames diagnósticos, como exames de sangue, mamografia e biópsia).
  • Estadiamento patológico (baseado nos resultados da intervenção cirúrgica para o tratamento do câncer em comparação com exames anteriores). 

Dessa forma, o câncer de mama pode ser classificado em 5 estágios diferentes, indo do 0 ao IV.

Conheça a relação entre as secreções no mamilo e o câncer de mama!

Os tratamentos para o câncer de mama

Felizmente a medicina conta hoje com uma série de alternativas para fazer frente à grande variedade nos tipos de câncer de mama e às características específicas de cada paciente. 

O tratamento do câncer de mama pode mudar de acordo com a fase da doença (estadiamento) ou o tipo do tumor.

De forma simplificada, podemos dividir os tratamentos em dois grupos: os tratamentos locais e os tratamentos sistêmicos.

Apesar de serem recomendados para estágios específicos de câncer, nada impede que sejam realizados em conjunto para otimizar os resultados.

O tratamento tem maior potencial curativo quando o câncer é diagnosticado no início. Nos casos mais avançados (quando o câncer se espalhou para outros órgãos), o procedimento busca prolongar a qualidade de vida do paciente. 

Vamos entender como funciona cada tratamento para o câncer de mama.

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1. Tratamentos locais 

Os tratamentos locais se baseiam na ação direta sobre o tumor, sem impacto expressivo no restante do corpo. Neste grupo se enquadram opções como cirurgias e radioterapias.

Esse grupo de tratamentos geralmente é recomendado em casos de estágios 0, I e II, quando o câncer ainda é enquadrado como inicial, tem um tamanho reduzido e se encontra contido, não tendo se espalhado para outros tecidos ou órgãos.

Conheça as opções desse grupo de tratamentos.

2. Cirurgia para câncer de mama

Cirurgia para câncer de mama

A intervenção cirúrgica para o tratamento do câncer de mama tem o objetivo de remover o tumor primário e os linfonodos axilares (caso seja necessário). A extensão da cirurgia vai depender do tamanho do tumor, sua natureza e a área afetada por ele. 

O procedimento pode ser:

  • Parcial, retirando apenas as áreas da mama afetadas (quadrantectomia).
  • Total, retirando toda a mama (mastectomia total).
  • Radical, retirando a mama, músculos e tecidos próximos que possam ter sido afetados pelo tumor.  

Independentemente da extensão da cirurgia realizada, a reconstrução da mama poderá ser realizada com tecidos orgânicos ou com o uso de próteses, visando conservar o aspecto estético das mamas e a qualidade de vida da paciente.

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Quando a mastectomia é indicada?

3. Radioterapia para câncer de mama

Utilizando-se da aplicação de raios ionizantes (raios X) diretamente sob a área do tumor, a radioterapia busca reduzir ou eliminar as células cancerígenas da mama.

Esse tipo de tratamento é geralmente realizado após a intervenção cirúrgica, como uma etapa de complementação, buscando garantir ainda mais eficiência ao tratamento.

As sessões costumam ser curtas, durando apenas alguns minutos, podendo variar em quantidade, frequência e intensidade de acordo com cada caso. 

4. Tratamentos sistêmicos para o câncer de mama

Os tratamentos sistêmicos se baseiam na utilização de medicamentos (por via oral ou intravenosa) e possuem uma abrangência mais ampla em sua área de tratamento, podendo localizar e agir nas células cancerígenas em diferentes partes do corpo. 

Os tratamentos sistêmicos são mais recomendados nos seguintes estágios:

  • Estágio 3 (tumor localmente avançado, ainda restrito à mama, mas que se espalhou para outros tecidos ou nódulos linfáticos).
  • Estágio 4 (tumor metastático, não mais restrito à mama, já comprometendo outros órgãos como pulmões, fígado, dentre outros).

Dentre as opções no grupo de tratamentos sistêmicos, podemos citar: quimioterapia, terapia alvo, imunoterapia e hormonioterapia.

Conheça melhor cada uma dessas opções.

5. Quimioterapia

A quimioterapia é feita por meio da administração de uma série de medicamentos (via oral ou intravenosa), com o objetivo de atingir células cancerígenas em todo o corpo.

Esta opção de tratamento para o câncer de mama pode ser utilizada como:

  • Adjuvante, ou seja, como um complemento a um procedimento cirúrgico de remoção do tumor, ajudando a eliminar células cancerígenas remanescentes);
  • Neoadjuvante, ou seja, antes da realização do procedimento cirúrgico, geralmente voltada para a diminuição do tumor e simplificação do processo cirúrgico);
  • Casos mais avançados de câncer de mama. 

Esse tratamento geralmente apresenta efeitos colaterais e por isso é geralmente realizado em ciclos semanais, com períodos de repouso, para que o corpo possa descansar e amenizar os sintomas. 

6. Terapia-alvo

Também chamada de terapia de precisão, a terapia-alvo baseia-se nas características de cada tipo de câncer, levando em consideração sua constituição molecular (receptores hormonais, mutações, entre outros) e, assim, sendo prescritos medicamentos mais específicos. 

Ao contrário da quimioterapia, que costuma ser geralmente intravenosa, a terapia-alvo geralmente é realizada por via oral e apresenta menos efeitos colaterais.

7. Imunoterapia

A imunoterapia é baseada na utilização de medicamentos que estimulam o sistema imunológico a  reconhecer e destruir as células cancerígenas ,  que, muitas vezes, podem estar “disfarçadas”. 

A imunoterapia pode ser administrada por via oral ou intravenosa e, ao contrário da quimioterapia e  da radioterapia  não destrói as células normais , já que estimula o sistema imunológico a atacar somente as células cancerígenas. 

A duração do tratamento depende de seus resultados. 

8. Hormonioterapia

A hormonioterapia é indicada para os tipos de câncer de mama que possuem receptores hormonais, ou seja, que são estimulados por hormônios reprodutores femininos, como o estrogênio e a progesterona. 

Também chamada de terapia endócrina, poderá envolver desde a administração de medicamentos orais e intravenosos até a remoção dos ovários (indicada especialmente para pacientes na pós-menopausa). 

O tratamento costuma durar por volta de 5 a 10 anos e atua no controle da liberação de estrogênio e/ou progesterona no sangue, buscando incapacitar assim as células cancerígenas com receptores hormonais. 

É importante lembrar que nem todos os tipos de câncer de mama apresentam células cancerígenas com esses receptores, por isso, é essencial que exista uma avaliação completa do seu médico antes de decidir por este ou qualquer outro tratamento. 

Leia também: 

Quando consultar um mastologista

O melhor tratamento para você

O tratamento para o câncer de mama é sempre um processo individualizado, que leva em consideração não só as características e estágios do câncer, como também as particularidades e escolhas da própria paciente. 

Receber um diagnóstico de câncer de mama nunca é fácil, mas você não estará sozinha durante o processo. Nesse momento, contar com amigos e familiares, além de atendimento psicológico, pode ajudá-la a criar a rede de apoio necessária para superar essa fase. 

Além disso, faz total diferença contar com uma equipe de profissionais que possam te conduzir da maneira mais tranquila, confortável e segura durante todo o processo.

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Todos os dias, milhares de mulheres ao redor do mundo estão lutando e vencendo essa batalha. Os avanços na medicina têm trazido taxas altíssimas de recuperação, por isso, se você está nessa luta, não desista! 

A CLAF busca oferecer sempre o melhor acompanhamento. Nosso time de profissionais atua de forma pessoal e humanizada. Nossa estrutura fornece todos os recursos necessários para o melhor atendimento.

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O mastologista é o médico especializado na saúde das mamas. Sendo assim, ele é o responsável por prevenir, diagnosticar, tratar e operar eventuais doenças que acometem a região. Uma consulta de mastologia é recomendada pelo menos uma vez ao ano em mulheres a partir dos 40 anos.

 A  maioria dos nódulos mamários, principalmente em pacientes abaixo dos 40 anos, é benigna;  e destes, os cistos , que são nódulos líquidos, e os fibroadenomas, nódulos sólidos, são os mais comuns.  Já as pacientes acima dos 40 anos e pós menopáusicas, tem maior chance de apresentarem nódulos malignos. Os nódulos malignos não costumam causar sintomas, e a dor mamária,  principalmente relacionada ao período menstrual, costuma ser um sintoma benigno. 

Neste artigo, vamos indicar os principais sinais que indicam a necessidade de consultar um mastologista, além de explicar exatamente como ele pode contribuir com a sua saúde. Acompanhe!

Quando você deve consultar um mastologia?

A Sociedade Brasileira de Mastologia recomenda que mulheres a partir dos 40 anos se consultem anualmente com um mastologista. Essa é uma importante forma de prevenção ao câncer de mama.

Entretanto, ressalta-se que, qualquer mulher, independentemente da idade, que esteja em dúvidas sobre como realizar o autoexame da mama, ou que apresente qualquer anomalia na região, deve ir ao mastologista. 

1. Dor mamária

A dor mamária, que pode ocorrer em uma ou nas duas mamas, geralmente relacionada ao ciclo menstrual, geralmente é um sintoma benigno, relacionada à processos hormonais e pode ser tratada com medicamentos específicos pelo mastologista. 

2. Nódulos que aparecem repentinamente

Nódulos que aparecem repentinamente em pacientes jovens, podendo ser dolorosos, geralmente se tratam de cistos, que são nódulos líquidos benignos  e , quando volumosos, ou causam muito desconforto , podem necessitar de uma punção para esvaziamento , procedimento que pode ser realizado em consultório pelo mastologista. 

3. Nódulos que aparecem em mulheres acima de 40 anos

Nódulos que aparecem em mulheres acima de 40 anos , endurecidos , e que causam retração da pele são considerados  suspeitos , e após a realização da mamografia e ultrassonografia, geralmente é indicada uma biópsia.  

4. Secreção pelo mamilo

A secreção pelo mamilo, principalmente a que sai espontaneamente, transparente ou sanguinolenta,  também é indicação de consulta a este especialista. 

5. Casos de câncer de mama na família

Mulheres que têm casos de câncer de mama na família devem ser ainda mais cuidadosas com a saúde das mamas, visto que o  fator de risco aumenta devido à genética. Nesses casos, recomenda-se uma visita anual ao médico para a realização da ultrassonografia das mamas ou da mamografia digital.

Fique atenta se as suas mamas apresentam sinais como:  

  • Vermelhidão
  • Secreção saindo do mamilo 
  • Retração mamilar 
  • Surgimento de nódulos
  • Descamação no mamilo
  • Dores 
  • Aumento de volume na mama 

Caso perceba qualquer uma dessas alterações, é imprescindível que procure um médico o mais rápido possível. 

Mastologista em Brasília (DF)

O que trata o médico mastologista?

O que trata o médico mastologista?

Veja como é feito a consulta com o mastologista na CLAF!

1. Câncer de mama

O câncer de mama é o mais frequente entre as mulheres no Brasil e no mundo, e o principal método de diagnóstico é a mamografia. O auto exame não substitui a mamografia, e deve ser realizado mensalmente, como uma estratégia para que as mulheres conheçam mais as suas mamas, e consigam detectar alterações. Sabemos que quando o câncer de mama é detectado no início, as chances de cura são maiores que 90%, e o tratamento menos agressivo.

Tratamento

O tratamento é geralmente cirúrgico, onde pode ser retirada apenas uma parte da mama , ou em casos mais avançados, a retirada de toda a mama, e pode   incluir radioterapia , quimioterapia, hormonioterapia e terapia biológica.

O médico indica qual deles é o mais adequado de acordo com o estágio da doença em que se encontra o(a) paciente. A reconstrução mamária pode ser feita no mesmo momento da cirurgia ou algum tempo depois. 

Diagnóstico

Sabe-se que quanto mais cedo o câncer de mama for diagnosticado, maior a possibilidade de cura.  Assim, as mulheres além de estar atentas aos sintomas listados acima, que indicam a consulta ao mastologista, devem realizar sua consulta ginecológica anual, o auto exame mensal, e  a partir dos 40 anos, a mamografia anual.

Leia também: Cisto de mama: será que é câncer?

2. Nódulos e assimetrias

Nódulos e assimetrias (quando as mamas têm tamanhos diferentes) costumam surgir no fim da adolescência, por causa de alterações na produção de hormônios.

O mastologista é o médico quem irá examinar e tratar, quando necessário, essas alterações.   

3. Mastites

A mastite é causada pela inflamação nas glândulas mamárias. Ocorre geralmente na época da gravidez ou amamentação. Também deve ser tratada o quanto antes, pois isso evita uma possível evolução para infecções bacterianas.

4. Hipertrofia mamária

Eventualmente, na fase da adolescência, devido à produção excessiva de hormônios, meninas podem começar a apresentar sinais de hipertrofia mamária, isto é: o desenvolvimento excessivo do volume das mamas. 

Esse aumento pode causar problemas estéticos e físicos, como desvio de coluna, má postura e problemas de movimentação. O tratamento costuma ser feito a partir de intervenção cirúrgica, devendo ser avaliado em conjunto com o mastologista.

Conheça a relação entre as secreções no mamilo e o câncer de mama!

Homens devem ir ao mastologista?

Sim.

O câncer de mama também pode acometer indivíduos do sexo masculino, em uma frequência bem menor, porém costuma ser agressivo, sendo importante que os homens se consultem com o especialista ao sinal de qualquer alteração em suas mamas.

A faixa etária mais atingida costuma ser a de homens por volta dos 60 anos, e sintoma mais comum, o aparecimento de um caroço na mama. 

É importante destacar, inclusive, que a maior parte dos cânceres de mama masculinos são diagnosticados em estágio avançado, justamente porque os homens não têm o costume de se consultarem com essa especialidade médica.

Ginecomastia: aumento  das mamas masculinas

A ginecomastia é o aumento  das mamas masculinas. Acontece por causa do crescimento das glândulas mamárias. Quando diagnosticada na fase da puberdade, é facilmente reversível. Em outros momentos, pode ser necessário fazer cirurgia. Nesses casos, também é necessário consultar um mastologista para a devida avaliação.

Identificou-se com alguma condição? Pretende fazer exames de rotina ou quer apenas tirar algumas dúvidas? 

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