Melhores métodos contraceptivos para quem já teve trombose

Dores, sensação de calor, vermelhidão, inchaço e rigidez nas pernas são só alguns dos muitos sintomas ligados à trombose, um problema circulatório que pode dificultar o fluxo sanguíneo em uma ou mais veias dessas regiões.

Por ter relação ao uso de alguns tipos de anticoncepcionais – e também por outras razões – a doença é muito mais relacionada ao público feminino.

Mas, o que é importante saber é que, com o acompanhamento médico correto, é possível prevenir gestações sem elevar o risco de desenvolver o problema. 

Por isso, listamos neste artigo os melhores métodos contraceptivos para quem já teve trombose.

Acompanhe!

Quem já teve trombose pode usar anticoncepcional 

Tendo em vista que alguns tipos de pílulas contêm, em sua composição, hormônios – como o estrogênio – que podem contribuir para o aumento do risco de formação (ou agravamento) da doença, seu uso não é recomendado para algumas mulheres, especialmente para aquelas que tiveram a doença.

No entanto, essa decisão será sempre do médico-assistente – em conjunto com a vontade da paciente – respeitando suas particularidades.

Hoje existem inúmeras formas de prevenção e, por isso, é possível, sim, evitar uma gravidez indesejada, escolhendo o procedimento mais adequado para a realidade de cada mulher.

Para que essa escolha possa ser feita da forma mais segura e correta, é importante que sejam feitas algumas avaliações específicas acerca das características de cada mulher, com o acompanhamento de ginecologista e/ou de angiologista (especialista em problemas circulatórios).

👉 Você pode entender melhor sobre a relação entre pílulas anticoncepcionais e um maior risco de trombose neste artigo.

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Melhores métodos contraceptivos para quem já teve trombose 

Como visto anteriormente, a pílula anticoncepcional não é o método mais indicado para mulheres que possuem histórico de trombose ou que possua fatores de risco para desenvolver o problema, como:

  • Tabagismo;
  • História pessoal ou familiar positiva para trombose;
  • Histórico de varizes;
  • Insuficiência cardíaca;
  • Passado de certos tumores malignos;
  • Obesidade;
  • Problemas de coagulação.

Para essas mulheres, existem outros métodos contraceptivos bastante eficazes e que não elevam os riscos de problemas vasculares.

👉 Conheça tudo sobre varizes!

1. DIU de Cobre ou de Prata 

Os dispositivos intrauterinos são pequenos aparelhos em formato de “T” que, ao serem posicionados na entrada do útero, evitam que gestações aconteçam, com uma segurança de mais de 99%.

Dentre suas variadas versões, podemos destacar:

  • DIU de cobre, que libera pequenas quantidades desse metal na entrada do útero, o que desorienta e dificulta a movimentação dos espermatozoides, impedindo que eles cheguem até o local de fecundação. Seus efeitos duram por até 10 anos.
  • DIU de prata, que funciona de forma semelhante, com o acréscimo da presença da prata em sua composição, o que diminui alguns dos efeitos colaterais do DIU de cobre, como o aumento do sangramento e das cólicas. Por outro lado, seus efeitos duram por menos tempo: 5 anos.

Confira, nessa ilustração, como é feita a colocação do DIU:

👉 Se você quer mais detalhes sobre os tipos de DIU, seus prós e contras e muitas outras informações neste outro artigo do nosso Blog.

2. Preservativos 

Com certeza um dos métodos mais conhecidos dessa lista. A camisinha, como normalmente é conhecida, pode ser tanto a masculina quanto a feminina.

Sendo um método de barreira, é utilizada para bloquear e recolher o esperma, impedindo o contato com a mulher.

Como benefício adicional, o preservativo previne as Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), sendo indicado mesmo para as mulheres que usam outros métodos contraceptivos.

Sua desvantagem é o risco de esquecimento, uso inadequado e rompimentos.

3. Diafragma Contraceptivo

Sendo um outro método de barreira, o diafragma consiste de uma espécie de anel feito de material flexível, envolvido por uma fina película emborrachada, que impede a entrada dos espermatozóides no útero.

Para que o dispositivo funcione da maneira correta, a mulher precisa inseri-lo alguns minutos antes das relações sexuais, onde devem ser mantido por algumas horas após o ato.

Para usar esse método, é preciso que a mulher consulte seu ginecologista, para que seja orientado o melhor tipo e tamanho.

O diafragma não é descartável, podendo ser reutilizado muitas vezes.

Métodos contraceptivos hormonais (indicados com critério) 

Apesar do foco deste artigo serem os métodos não hormonais, que não elevam os riscos para mulheres que já tiveram trombose (ou com risco elevado), não podemos deixar de citar as opções que usam hormônios para prevenir gestações.

Inicialmente, estes métodos não são os mais indicados para essas mulheres, mas a decisão será sempre da paciente em conjunto com seu médico de confiança, considerando os riscos e benefícios dessa escolha.

1. DIU Hormonal 

O DIU Mirena, mais conhecido como DIU Hormonal, possui as mesmas características das versões vistas anteriormente. Porém, esse dispositivo atua por meio da liberação do hormônio progesterona, em doses mínimas e regulares no interior do útero.

Isso faz com que o muco presente na região uterina se torne mais espesso, e a membrana que reveste internamente o útero fique mais fina, impedindo a gravidez.

A ação desse tipo de DIU é de até 5 anos.

2. Contraceptivo Injetável 

Essa forma de contracepção ocorre por meio da injeção de hormônios por via intramuscular.

As injeções podem ser aplicadas mensalmente ou em intervalos maiores, dependendo do perfil da mulher e do tipo de hormônio escolhido.

3. Implante Contraceptivo

Esse tipo de método contraceptivo – a exemplo do Implanon – consiste em um pequenino “bastão” inserido sob a pele do braço da paciente.

Uma vez implantado, o aparelho começará a liberar pequenas doses do hormônio progesterona, evitando a ovulação. Seu funcionamento é de até 3 anos.

👉 Se você quer conhecer outros fatores de risco para trombose (o sedentarismo é um deles), confira as informações deste outro artigo.

Métodos contraceptivos: procure a Clínica CLAF!

Agora que você conheceu alguns dos melhores métodos contraceptivos para quem já teve trombose, que tal considerar a Clínica da Família (CLAF) para o seu acompanhamento médico?

Somos especializados em saúde da feminina e nossos(as) especialistas estão à disposição, prontos(as) para te auxiliar a escolher o métodos mais indicado, assim como para te acompanhar em todo o processo.

Nosso trabalho busca aliar conforto, confiança e segurança, garantindo, para todas as nossas pacientes um acompanhamento médico humanizado e de qualidade.

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Tem como engravidar usando o DIU?

Dentre todos os métodos contraceptivos disponíveis no Brasil, o dispositivo intrauterino – ou simplesmente DIU – é um dos mais eficazes, porém, um dos menos utilizados, com apenas 2% de taxa de uso entre as mulheres.

Mas por que será que um método tão eficaz continua sendo um dos mais ignorados pelo público feminino?

Acredita-se que muito disso se dê pela falta de informação sobre o funcionamento do método entre as mulheres, inclusive se tem como engravidar usando o DIU.

E foi pensando em colaborar para a desmistificação desse importante método contraceptivo que separamos, para o artigo de hoje, uma série de informações que te ajudarão a entender melhor as características e funções do DIU.

Acompanhe!

Como funciona o DIU

Em resumo, o DIU consiste em um pequeno aparelho plástico em formato de “T” que, por ter a presença de cobre em sua composição, essa substância age sobre a movimentação dos espermatozóides, fazendo com que eles não consigam se locomover para fecundar o óvulo.

No mercado nacional podem ser encontrados três tipos de dispositivos intrauterinos: 

1. DIU Hormonal

Este tipo de DIU, também conhecido como DIU Mirena, é um dos mais utilizados entre as mulheres.

Seu funcionamento se dá através da liberação do hormônio progesterona, em pequenas doses, no interior do útero.

Graças a esse processo, o muco presente na região uterina se torna mais espesso e a membrana que reveste o útero internamente se afina, de dificultando, assim, uma possível fertilização.

A ação desse tipo de DIU é de até 5 anos.

2. DIU de Cobre

Ao contrário do hormonal, o DIU de cobre não atua por meio da liberação de hormônio, mas sim por uma série de filamentos de cobre que o revestem.

Com a presença desse metal, o dispositivo funciona como um “espermicida”, “desorientando” os espermatozóides e dificultando sua movimentação, impedindo que eles fecundem o óvulo.

Este tipo de DIU mantém sua eficácia por até 10 anos.

3. DIU de Prata

Este DIU funciona da mesma forma que o de cobre, citado anteriormente.

Sua principal diferença está em uma pequena concentração de prata que ajuda a diminuir o aumento do sangramento menstrual e das cólicas comumente relatadas pelas mulheres que utilizam o DIU de cobre. 

Sua validade também é um pouco menor – 5 anos – mas com a mesma taxa de proteção.

DIU de cobre à esquerda. DIU de prata à direita.

Quer mais informações sobre os métodos contraceptivos não hormonais? Neste artigo a gente te mostra 5 exemplos!

https://clinicadafamiliadf.com.br/5-metodos-contraceptivos-nao-hormonais/

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Tem como engravidar usando o DIU?

Nenhum método contraceptivo é 100% eficiente, e isso também vale para o DIU.

Mesmo com uma taxa de eficácia superior a 99%, ainda assim é possível que uma mulher venha a engravidar, mesmo que as chances sejam extremamente baixas.

Por isso, é importante entender que o DIU não previne, em 100% dos casos, uma gravidez. Porém, se comparado com outros métodos mais utilizados, como a pílula anticoncepcional e a camisinha, o dispositivo intrauterino apresenta uma incidência de gestação muito menor.

Acredita-se que uma das causas mais comuns de ocorrência dessas gravidezes inesperadas em uso do DIU se dê pela má colocação do dispositivo ou com o deslocamento do mesmo no útero, o que prejudica seu pleno funcionamento.

Por isso é fundamental que, especialmente nos 6 primeiros meses de uso, que a mulher mantenha o acompanhamento com seu ginecologista para avaliar se o DIU está bem posicionado.

Outro método extremamente prático e eficaz é o implante hormonal. Conheça, neste artigo, como funciona o Implanon! 

O DIU pode afetar as relações sexuais?

Outra dúvida bastante recorrente, relacionada ao uso do DIU, é se o dispositivo pode afetar a vida sexual da mulher.

Como o dispositivo é bastante pequeno – cerca de 4 cm – e por estar inserido dentro da cavidade uterina, ele não traz qualquer interferência nas relações sexuais.

Além disso, o formato e o material do dispositivo, com hastes feitas de plástico bastante finas e flexíveis, o tornam bastante anatômico e confortável.

O mesmo vale para o fio que fica na ponta do dispositivo. Por ser extremamente fino, o mesmo só será sentido durante a retirada do DIU.

Colocar DIU dói? Conheça mitos e verdades sobre esse assunto 

Métodos anticoncepcionais: procure a CLAF!

Esperamos que este artigo tenha esclarecido suas dúvidas quanto às chances de engravidar usando o DIU.

Os dispositivos intrauterinos são hoje uma das melhores alternativas para as mulheres, devido ao seu alto nível de proteção, baixo risco, longa duração e praticidade. Ainda assim, é fundamental que você converse antes com o ginecologista e verifique se este método é o mais indicado para o seu caso específico.

Nesse sentido, considere a Clínica CLAF como sua opção!

Somos especialistas em saúde da mulher e contamos com mastologistas, ginecologistas, angiologistas, nutricionistas, endocrinologistas, obstetras e, agora também, cardiologistas.

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Tipos de DIU: qual é o mais indicado?

Você conhece os tipos de DIU? As vantagens e desvantagens?  O DIU é um dos que apresentam maior eficácia – segundo um estudo da Universidade de Princeton, nos EUA, o índice de falhas fica entre 0,2% e 0,8%.

Também chamado de dispositivo intrauterino, o DIU é um tipo de anticoncepcional com formato de “T” que é inserido dentro do útero da mulher. Ele é totalmente reversível, ou seja, pode ser retirado a qualquer momento. 

Acompanhe o artigo para saber mais sobre o método, quais os tipos de DIU e como ele funciona. 

Quais os 3 tipos de DIU?

Na hora de optar pela utilização do dispositivo intrauterino, a mulher pode escolher entre os três tipos existentes. Confira as especialidades e finalidades de cada um deles.

Tipos de DIU
Dispositivo intrauterino (DIU). Ilustração: Fancy Tapis / Shutterstock.com

1. DIU de Cobre

Esse tipo de DIU possui uma haste revestida com cobre. Durante o funcionamento, ele libera uma certa quantidade do metal no útero com o objetivo de promover uma reação inflamatória. Essa ação torna a região inadequada para a sobrevivência dos espermatozoides e é isso que evita a gravidez. É como se tivesse um espermicida no útero. 

É importante lembrar que a presença de cobre no útero não traz prejuízo ou risco algum à saúde. 

O DIU de cobre pode fazer efeito no corpo por cerca de 10 anos. Entre os eventuais efeitos colaterais do DIU de cobre estão o aumento do fluxo menstrual e cólicas. 

Conheça os sintomas, diagnóstico e tratamentos para a endometriose e aprenda a se cuidar!

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2. DIU de Mirena (ou hormonal)

O DIU de Mirena ou DIU liberador de hormônio faz com que a secreção normal produzida pelas glândulas do interior do colo uterino fique mais espessa e hostil à penetração dos espermatozoides, o que dificulta a sua movimentação, e previne a fertilização. Ele também causa um afinamento da camada interna do útero, outro fator que impede a gravidez. 

Com esse dispositivo, a maioria das pacientes diminui o sangramento menstrual em  3 meses, e para de menstruar em 6 meses. Este é um efeito muito interessante para aquelas mulheres que tem enxaquecas  pré menstruais, síndrome de tensão pré menstrual, e ainda aquelas que apresentam sangramentos menstruais intensos e cólicas incapacitantes. Assim , o DIU hormonal pode ter indicação na endometriose , adenomiose  ou em miomas. 

Pode ser utilizado em mulheres que nunca engravidaram e em adolescentes, e não diminui a libido. 

No entanto, ele pode ter efeitos colaterais em poucas  mulheres , como ganho de peso e aparecimento de acne. 

Este método dura cerca de 5 anos. 

3. DIU de Prata

Embora ainda não seja tão conhecido, o DIU de prata já existe há algum tempo, e  além de prata ele também tem cobre na sua composição. A presença da prata diminuiria o  risco de oxidação do cobre , e dificultaria sua fragmentação, o que na prática é muito raro. 

Alguns estudos e a prática diária nos demonstram que o DIU de prata não diminui o sangramento e nem a cólica menstrual. 

Sua duração é de 5 anos.


tipos de diu - diu de prata

Vantagens e desvantagens de cada tipo de DIU

Quadro comparativo que mostra a diferença entre os tipos de DIU.

Colocar o DIU dói? 

Antes de implantar o DIU, muitas mulheres podem sentir dúvidas quanto ao conforto de colocá-lo. 

Em geral, o dispositivo não causa dor. No entanto, isso pode variar conforme a sensibilidade de cada mulher. Durante as primeiras semanas e meses de adaptação, é possível que a pessoa sinta mais cólicas do que o usual. Nesses casos, consulte o ginecologista para saber se algo pode ser feito.

Também não é possível sentir o DIU dentro do útero, nem durante as relações sexuais. 

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Contraindicações

Mulheres grávidas ou com suspeita de gravidez, que possuem anormalidades ou câncer no útero (como o câncer do endométrio ou do colo do útero), ou que possuem infecções ou sangramentos ginecológicos, a princípio, não devem colocar o DIU. 

O DIU de cobre, em especial, também não deve ser colocado por mulheres alérgicas ao cobre. E o de mirena não é indicado para mulheres que já passaram por um câncer de mama ou por doenças hepáticas, uma vez que não poderão se submeter à dose hormonal.

Como é colocado o DIU?

O DIU é colocado por um ginecologista. O procedimento todo é bem rápido, realizado em consultório médico, podendo ser realizada uma anestesia local no colo uterino, o que diminui muito o desconforto, e dura entre 15 e 20 minutos. Pode também ser indicada uma medicação oral antes do procedimento para diminuir a cólica. Não existem muitos cuidados pós-colocação. Assim que ela termina, a paciente já pode retornar às suas atividades normalmente. 

Não existe uma época especial para colocá-lo. Porém, ressaltamos que pode ser mais simples durante a menstruação, pois esse é o momento em que o colo do útero está dilatado. 

O processo

Primeiramente, é feita uma limpeza de colo de útero para prevenir eventuais infecções. Em seguida, o ginecologista mede a profundidade e a direção do útero. 

Após isso, ele abre o canal vaginal e insere o DIU por meio de um aplicador no fundo do útero. 

Na ponta do dispositivo, há uma pequena corda que fica para fora do útero, na vagina. Essa corda serve para retirar o DIU. 

Preparações

Antes de se submeter à colocação do DIU, é importante que o médico faça uma avaliação do histórico do paciente e solicite exames que analisem as condições físicas da paciente, para confirmar se está tudo bem. Sendo assim, ele geralmente pede o ultrassom transvaginal e outros testes que revelem informações sobre a saúde íntima da mulher. Após a inserção do dispositivo, o médico deve pedir o ultrassom transvaginal para avaliar seu posicionamento. 

Esperamos que esse artigo tenha te ajudado a tirar todas as suas dúvidas sobre o DIU, quais tipos existem e como ele funciona.

Os especialistas da Clínica da Família realizam o implante do DIU e estão preparados para solicitar todos os exames que você precisa fazer antes de colocar o dispositivo. 

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DIU pode ser usado por quem nunca engravidou?

Dados divulgados por um artigo do jornal Folha de S. Paulo mostram que 52% do total de gestações ocorridas no Brasil, em 2020, não foram planejadas.

Diante de números tão expressivos, fica clara a preocupação que tantas mulheres têm quanto à utilização de métodos contraceptivos, dentre eles o DIU, um dos mais eficazes e – ainda assim – menos conhecidos pela população.

Essa importante opção ainda gera dúvidas e inseguranças. Uma delas é se o DIU pode ser usado por quem nunca engravidou.

Pensando nisso, preparamos este artigo com muitas informações, que trarão as respostas a esta e muitas outras dúvidas sobre esse tema.

Acompanhe!

Afinal, o que é o DIU e quais as suas vantagens?

O DIU – abreviação para dispositivo intrauterino – nada mais é que um pequeno dispositivo em formato de “T” ou de “Y” que, ao ser inserido próximo à entrada do útero, passa a liberar substâncias inibidoras, que impedirão o encontro de espermatozóides com o óvulo.

O DIU oferece opções – DIU de cobre ou de prata – que não utilizam hormônios e, por isso, não trazem riscos para a saúde da mulher como outros métodos fazem.

Conheça os sintomas, diagnóstico e tratamentos para a endometriose e aprenda a se cuidar!

As vantagens do DIU 

O DIU apresenta uma série de vantagens, se comparado a outros métodos de contracepção, como a pílula e a camisinha. Confira alguns benefícios na lista a seguir.

  • Menos efeitos colaterais que os métodos hormonais.
  • Maior segurança que os preservativos.
  • Índice de eficácia superior a 99%.
  • Útil no tratamento de algumas doenças ginecológicas, como a endometriose.
  • Vida útil de 5 a 10 anos, de acordo com o tipo de DIU.
  • Não aumenta o risco de problemas vasculares, como outros métodos.

Conheça mitos e verdades sobre o uso do DIU e esclareça todas as suas dúvidas acessando este artigo!

O DIU pode ser usado por quem nunca engravidou?

Uma das dúvidas mais comuns relacionadas ao uso do DIU é se mulheres que nunca engravidaram podem utilizar esse tipo de método contraceptivo.

A resposta é que os dispositivos intrauterinos não trazem risco à saúde de mulheres que nunca tiveram filhos, e sim, podem ser utilizados com segurança por mulheres que nunca tiveram filhos, incluindo as adolescentes.

Apesar desse mito ainda existir, ele não tem qualquer respaldo científico. A ação do DIU se dá pelo efeito do cobre (ou prata, em alguns casos) que envolve o dispositivo, e que neutraliza a ação dos espermatozoides, impedindo que eles façam a fecundação.

O cuidado que é preciso ter com o DIU diz respeito aos casos em que o organismo da mulher não se adapta a esse método, fazendo com que as contratações uterinas movam o dispositivo de lugar. Por isso é fundamental um acompanhamento próximo com o ginecologista nos primeiros meses de uso, para se certificar de que está perfeitamente posicionado e cumprindo seu papel.

Quer conhecer os prós e contras de outros métodos contraceptivos? Então confira 5 deles neste outro artigo do Blog!

Qual DIU escolher?

No mercado nacional podem ser encontrados três tipos de DIUs. Confira abaixo quais são eles, assim como suas principais caraterísticas.

1. DIU de Cobre 

Formado por uma estrutura plástica, envolvida por um fio de cobre, este tipo de DIU ocasiona a formação de uma “espuma biológica ” na cavidade do útero, que altera a vitalidade , a capacidade de locomoção e de fertilização  dos espermatozóides que estão se deslocando até o óvulo, impedindo que a fecundação ocorra.

Sua duração é de até 10 anos, e sua taxa de eficácia é superior a 99%.

Por não funcionar com a liberação de hormônios, o dispositivo não interfere no perfil hormonal da mulher nem na possibilidade imediata de engravidar, caso a mulher decida retirar o dispositivo.

Trata-se de uma ótima opção para as mulheres que não podem ou não querem utilizar métodos hormonais.

Vale destacar que este DIU pode, em algumas mulheres, aumentar a duração do ciclo menstrual, bem como a intensidade das cólicas.

2. DIU de Prata 

Este DIU funciona da mesma forma que o de cobre, citado anteriormente.

Sua principal diferença está em uma pequena concentração de prata que ajuda a diminuir o aumento do sangramento menstrual e das cólicas comumente relatadas pelas mulheres que utilizam o DIU de cobre. 

Sua validade também é um pouco menor – 5 anos – mas com a mesma taxa de proteção.

DIU de cobre à esquerda. DIU de prata à direita.

Quer conhecer todas as diferenças entre o DIU de cobre e o de prata? Então confira as informações deste artigo!

3. DIU Hormonal 

Também conhecido como DIU Mirena, essa opção libera doses mínimas e controladas do hormônio progesterona.

O mecanismo de ação do DIU hormonal inviabiliza a passagem de espermatozóides para o útero, por meio do engrossamento do muco cervical presente no interior da vagina.

Sua duração é de até 5 anos e sua taxa de eficácia está na casa dos 99,8%.

É recomendado para todas as mulheres, em especial para aquelas com fluxo menstrual intenso ou que apresentam endometriose, pois o mesmo também pode atuar no ciclo menstrual, diminuindo cólicas e o fluxo da menstruação.

Orientação e colocação do DIU: procure a CLAF!

Como vimos neste artigo, o DIU pode ser usado por mulheres que nunca engravidaram sem qualquer problema, desde que tudo seja acompanhado pelo ginecologista.

Os dispositivos intrauterinos são hoje uma das melhores alternativas para as mulheres, devido ao seu alto nível de proteção, baixo risco, longa duração e praticidade. Ainda assim, é fundamental que você converse antes com o ginecologista e verifique se este método é o mais indicado para o seu caso específico.

Nesse sentido, considere a Clínica CLAF como sua opção!

Somos especialistas em saúde da mulher e contamos com mastologistas, ginecologistas, cirurgia vascular, angiologistas, nutricionistas, endocrinologistas, obstetras e, agora também, cardiologistas.

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Pílula anticoncepcional e trombose: entenda essa relação!

Segundo dados do Ministério da Saúde, entre métodos contraceptivos reversíveis, a pílula anticoncepcional é a opção mais escolhida pelas mulheres brasileiras, sendo usada por 25% delas, enquanto 12% usam preservativo, 4% usam hormônios injetáveis e apenas 2% fazem uso do DIU.

Por ser tão utilizada, a pílula passou a ser alvo de dúvidas quanto a possíveis riscos relacionados ao seu uso contínuo. Um dos maiores receios é quanto a uma possível relação entre esse medicamento e um maior risco de trombose.

Para lhe ajudar a entender essa possível relação e quais cuidados você precisa tomar, listamos neste artigo as principais informações sobre o tema.

Acompanhe!

O que é trombose? 

Antes de entendermos a possível relação entre pílulas anticoncepcionais e trombose, vamos entender esse problema vascular.

Por uma série de razões, podem acabar se formando coágulos no interior de veias e artérias, que são chamados de trombos e são uma espécie de “pedaço de sangue coagulado”.

Na grande maioria dos casos, esses trombos têm origem no sistema circulatório das pernas e podem acabar reduzindo o fluxo sanguíneo ou mesmo obstruindo a passagem do sangue.

Esse problema pode ser de dois tipos:

  • Trombose venosa, tipo mais comum, caracterizado pelo surgimento do coágulo nas veias.
  • Trombose arterial, mais raro e que se forma dentro das artérias do corpo.

A princípio, o surgimento desse tipo de nódulo não é o problema em si. O maior risco, no entanto, está na possibilidade de que ele venha a se soltar, circular pela corrente sanguínea e acabar se alojando em algum órgão importante, como pulmões, coração ou cérebro, podendo levar a problemas graves e até à morte.

Por conta disso, essa doença é apontada por muitos médicos como uma das mais perigosas do mundo.

Para se ter uma ideia, dados do Instituto Brasileiro para Segurança do Paciente (IBSP) mostram que 1 em cada 4 mortes no mundo está relacionada à trombose.

Confira, neste artigo do nosso Blog, os principais fatores de risco conhecidos para a trombose!

Pílulas anticoncepcionais podem causar trombose?

Apesar de contribuir apenas de forma discreta para esse risco, as pílulas anticoncepcionais podem, sim, elevar o risco de trombose. No entanto, é importante citar que, esse problema é resultado de uma combinação de fatores, não somente o uso das pílulas.

Mesmo que o problema também afete um grande número de homens, este quadro clínico está mais associado às mulheres. E, ao contrário do que muitos pensam, a trombose não é uma doença que só afeta idosos.

A faixa etária mais acometida pela trombose venosa – que ocorre principalmente nos membros inferiores – é entre os 20 e os 40 anos de idade, especialmente por fatores como: sedentarismo, gravidez, permanecer muito tempo sentado ou de pé e, também, o uso de pílulas anticoncepcional.

Mas afinal, qual a relação entre as pílulas contraceptivas e a trombose?

De acordo com especialistas, o uso de alguns tipos de anticoncepcionais pode aumentar as chances de trombose de 1% a 6%. Essa variação acontece por conta da quantidade de hormônio estrogênio presente na composição de cada tipo de medicamento.

Ou seja, quanto maior a dosagem do hormônio, maiores são as chances de desenvolvimento da doença.

Porém, não é apenas o uso contínuo de certas pílulas contraceptivas que pode levar ao surgimento de trombose, mas sim a junção de fatores. Além dos citados acima, podemos citar também:

  • Genética (principal fator).
  • O hábito de fumar.
  • Tratamentos de reposição hormonal.
  • Diabetes.
  • Obesidade.
  • Viagens de avião muito longas (para pessoas predispostas).

Saiba mais sobre os possíveis efeitos colaterais relacionados aos principais métodos contraceptivos, acessando este artigo do nosso Blog!

Como identificar o surgimento da trombose? 

Dependendo do tamanho do vaso afetado pelo problema, os sintomas podem passar despercebidos pelo paciente. Em geral, os sintomas ficam mais claros quando a trombose ocorre em veias mais profundas.

Por isso, estar atento aos sintomas é fundamental para buscar auxílio médico o quanto antes. Nesse caso, do médico angiologista, que é o especialista que cuida dos problemas relacionados ao aparelho circulatório.

Alguns dos principais sintomas da trombose são:

  • Inchaço em uma das pernas, podendo aumentar com o tempo.
  • Fraqueza em uma das pernas.
  • Dor ao toque.
  • Vermelhidão na região afetada.
  • Sensação de calor.
  • Veias mais visíveis e dilatadas.
  • Pele mais rígida no local.

Como prevenir a trombose 

Algumas ações podem ser tomadas para a prevenção dessa perigosa doença, sendo as mais recomendadas as seguintes:

  • Praticar exercícios físicos regulares.
  • Manutenção de um peso próximo ao ideal.
  • Evitar longos períodos na mesma posição (sentado ou de pé). Caso seu trabalho exija essas posturas, use meias elásticas compressivas.
  • Aumentar o consumo de água ao longo do dia.
  • Não fumar.

Já os cuidados relacionados ao uso de pílulas anticoncepcionais, o recomendado é que você converse com o(a) ginecologista sobre os riscos envolvidos, para que ele avalie seu histórico familiar, características pessoais e os riscos de desenvolver trombose.

A partir dessa avaliação, vocês poderão juntos optar pelo método mais adequado ao seu perfil, necessidades e expectativas.

Prevenção da trombose: o acompanhamento médico é fundamental!

Neste artigo você conheceu as informações mais importantes sobre a relação entre pílulas anticoncepcionais e trombose.

No entanto, para prevenir ou tratar essa doença que pode levar a complicações graves, é importantíssimo o acompanhamento com o médico angiologista, assim que você perceber qualquer dos sinais citados neste artigo.

E caso você pertença aos grupos de risco para desenvolver a doença (obesos, diabéticos, sedentários ou com histórico familiar), esse cuidado deve ser feito de forma preventiva.

Nesse momento, considere a Clínica CLAF como sua opção de cuidados!

Somos especializados nos cuidados com a saúde feminina e contamos com angiologistas, ginecologistas, nutricionistas, endocrinologistas, cirurgia vascular, obstetras e cardiologistas.

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Implanon: benefícios e riscos

O Implanon é a marca de implante anticoncepcional mais conhecida e segura, tendo sido a única aprovada para uso no Brasil. Neste artigo você vai conhecer as vantagens do implante anticoncepcional Implanon, seus possíveis efeitos colaterais, além de esclarecer suas dúvidas. 

Caracterizado por sua incrível praticidade e altíssima taxa de eficácia (acima de 99%) para prevenir casos de gravidez indesejada, esse método tem ficado cada vez mais popular, por se adequar tão bem à rotina da mulher moderna.

Boa leitura!

O implante anticoncepcional implanon é um método contraceptivo da categoria LARC (do inglês Long-Acting Reversible Contraception), isto é, métodos reversíveis de longa duração

Na mesma categoria encontram-se os dispositivos intrauterinos (DIU de cobre, hormonal e de prata), que compartilham da alta eficácia e baixo mínima manutenção por parte da mulher no dia a dia. 

Esses métodos são tão eficazes que foram comparados à vasectomia e ligadura de trompas no Manual Global para profissionais e Serviços de Saúde da OMS.

Vantagens do implanon

Confira abaixo as principais vantagens do implante anticoncepcional implanon:

1. Durabilidade 

Ao colocar o Implanon, a mulher poderá desfrutar de cerca de 3 anos de proteção contra a gravidez indesejada, sem a necessidade de checar o dispositivo com tanta frequência. 

A checagem costuma ser feita mais ativamente durante os 3 primeiros meses após a colocação, para confirmar se tudo está funcionando conforme o esperado e avaliar a adaptação da paciente. 

Depois disso, a checagem poderá ser realizada apenas uma vez por ano, juntamente com os outros exames do check-up ginecológico. 

Clique e conheça um pouco mais sobre os principais métodos contraceptivos disponíveis hoje no mercado e veja qual pode ser a melhor opção para você!

2. Eficácia 

Ainda de acordo com o Manual Global para profissionais e Serviços de Saúde da OMS, “ocorre menos de 1 gravidez por 100 mulheres que utilizam implantes no primeiro ano (5 para cada 10.000 mulheres). Isto significa que 9.995 de cada 10.000 mulheres que usam implantes não ficarão grávidas”.

Na prática isso significa uma taxa de eficácia de quase 100%, especialmente após o primeiro ano de uso. 

Um dos principais fatores para números tão altos é que a liberação de hormônios é automática, constante e programada, não dando brechas para “falhas” humanas, como esquecer de tomar a pílula em um dia. 

3. Praticidade 

Por falar em falhas humanas, quem nunca esqueceu de fazer algo que era absolutamente essencial no dia a dia? Com as mulheres tendo rotinas cada vez mais movimentadas, é comum que ocorram falhas e esquecimentos, deixando de tomar a pílula corretamente.

E para que uma gravidez indesejada ocorra, um dia só pode ser suficiente

E quando você não se lembra se já tomou a pílula e acaba tomando em dobro? Chuva de hormônios no seu corpo. Daí podem aparecer mais espinhas, irritabilidade e alterações no metabolismo. 

Com o Implanon isso não acontece, já que a sua ação é passiva e constante. Isso é, vai acontecer independente do que você faça enquanto ele estiver em uso. 

4. Composição 

O Implanon é composto apenas pelo hormônio etonogestrel (uma variação sintética da progesterona) e assim se distingue da maioria das pílulas anticoncepcionais, que costuma incluir também o estrogênio em sua composição. 

Nem todas as mulheres podem fazer tratamento anticoncepcional com estrogênio. Caso você esteja amamentando, por exemplo, não é recomendado. 

Além disso, outras condições de saúde, como trombose, enxaqueca e colesterol elevado também estão associadas ao uso desse hormônio. 

Então, não fica difícil de compreender porque o Implanon é um dos métodos mais recomendados atualmente, pois apresenta menos contraindicações e menos efeitos colaterais.

5. Reversível 

Como dito no início, o contraceptivo Implanon é um método reversível de longa duração, ou seja, apesar de seu potencial para prevenir a gravidez por até 36 meses, assim que é retirado, sua ação é imediatamente interrompida.

Com a suspensão, não há qualquer prejuízo à capacidade reprodutiva da mulher. Isso é importante, caso seus planos mudem e ela deseje engravidar, o que pode ocorrer rapidamente, caso o implante seja retirado.

Quais os riscos do implanon?

Como todo método anticoncepcional hormonal, o Implanon também pode apresentar efeitos colaterais, apesar de mais discretos. 

Os mais comuns são: 

  • Dores de cabeça.
  • Alterações no humor.
  • Maior predisposição a desenvolver acne.
  • Flutuação no peso.
  • Mamas doloridas.
  • Fluxo menstrual menstrual irregular (apesar de reduzidos). 

Conheça os principais efeitos colaterais associados aos métodos contraceptivos e fique mais segura com a sua escolha! Clique para ler o artigo!

Para algumas mulheres, o fluxo irregular também pode ser um fator desmotivador, já que não pode ser previsto como a menstruação, podendo gerar surpresas desagradáveis. Contudo vale salientar que os efeitos colaterais do Implanon são apenas possibilidades. Isto é, não necessariamente acontecerão. 

Cada organismo reage de uma maneira diferente e, por isso, é tão importante conversar com o seu ginecologista para tirar suas dúvidas. 

Clique neste artigo para conhecer quais os momentos mais importantes para se consultar com seu ginecologista, para se manter protegida de doenças e ter mais qualidade de vida!

Principais dúvidas sobre o Implanon

Como ele é colocado o Implanon? A inserção dói? 

O Implanon é inserido logo abaixo da pele, na parte superior interna do braço, ficando bastante discreto e praticamente invisível. 

O processo é rápido e bem tolerado pelas mulheres, especialmente porque é feito com uso de anestesia local.

O implante incomoda? 

Não, apesar de você poder perceber a presença do implante, caso apalpe o local, em geral ele não é percebido no dia a dia, já que se trata de um dispositivo macio, flexível, estéril e de tamanho bastante reduzido (cerca de 3 cm).

Quando o Implanon começa a fazer efeito? 

Após um dia de colocação, o Implanon já liberou uma quantidade considerável de hormônios na corrente sanguínea, que são capazes de inibir a ovulação. 

Todavia, a recomendação é que se espere de 7 a 15 dias para garantir que os níveis estarão seguros e que nenhuma outra possível ovulação anterior poderá interferir na eficácia do método. 

Quem usa Implanon menstrua?

Algumas mulheres deixam de menstruar completamente e outras não. Tudo vai depender da adaptação do seu corpo ao método. Em geral, ocorre uma redução do fluxo menstrual.

E se eu quiser tirar? 

A remoção do Implanon é rápida e também realizada por meio de anestesia local. 

Posso engravidar normalmente depois de tirar o Implanon? 

Sim, não há qualquer prejuízo à capacidade reprodutiva da mulher, já que seus efeitos cessam em absoluto poucos dias após a retirada do dispositivo. 

Neste artigo do nosso Blog, você conhece em mais detalhes este moderno método anticoncepcional reversível e de longa duração!

Onde colocar o Implanon em Brasília-DF

Esperamos que este artigo tenha sido capaz de te mostrar todas as vantagens do implante anticoncepcional Implanon.

Porém, caso você ainda esteja se sentindo insegura quanto à colocação desse (ou de outro) método, o ideal é buscar uma avaliação com um(a) ginecologista para que essa decisão seja tomada com toda a orientação necessária.

Tanto para a colocação do Implanon quanto para suas consultas ginecológicas de rotina, a Clínica CLAF tem tudo o que você precisa: profissionais experientes e atenciosos, além de uma estrutura confortável e acolhedora.

Somos uma clínica especializada nos cuidados com a saúde feminina e contamos com ginecologistas, obstetras, endocrinologistas, angiologistas e cardiologistas.

Se você está em Brasília ou Entorno, venha cuidar da sua saúde conosco! 

O que é implante anticoncepcional?

Você já pensou em se prevenir contra a gravidez indesejada sem precisar tomar pílulas todos os dias com um método simples, duradouro e facilmente reversível? Parece mágica, mas na verdade são características do implante anticoncepcional.  

Método contraceptivo subcutâneo, com alta eficácia, o implante é uma excelente opção para quem quer viver a vida de maneira mais despreocupada e evitar sustos. Estudos mostram uma taxa de falha de 0,1%, contra 13% da camisinha e 7% da pílula.

Após a inserção, você não precisa fazer nada para ativá-lo! O implante anticoncepcional fará todo trabalho por um período de aproximadamente 3 anos, necessitando apenas da verificação anual periódica com seu(sua) ginecologista

Acompanhe o artigo para descobrir mais detalhes sobre esse método e decidir se ele é ou não para você! 

O que é implante anticoncepcional? 

O implante anticoncepcional é um pequeno tubo de silicone, com cerca de 3 cm de comprimento e 2 mm de diâmetro, inserido sob a pele, geralmente na parte interna superior do braço. 

Preenchido pelo hormônio etonogestrel (uma variação sintética da progesterona), o implante será responsável por liberar na corrente sanguínea quantidades apropriadas do hormônio, prevenindo a gravidez.

A aplicação acontece com anestesia local. Por isso, não se preocupe: você não vai sentir dor.

O melhor momento para colocação do implante é entre o 1° e 5° dia do ciclo menstrual, sendo que o efeito de proteção não é imediato, justamente porque a liberação do hormônio ocorre de forma gradual. Assim, geralmente leva cerca de 10 dias para que a mulher esteja completamente protegida. 

Nas avaliações de rotina com seu(sua) ginecologista, geralmente são solicitados exames para avaliar se o implante está funcionando corretamente. 

Dois tipos muito conhecidos de implantes anticoncepcionais são o Implanon e Organon

Conheça em detalhes como funciona um dos melhores tipos de implante anticoncepcional disponíveis no mercado:

Implanon: o implante anticoncepcional

Implante contraceptivo: Como funciona para não engravidar?

Diferentemente das pílulas, que exigem que a mulher faça uso de uma “dose diária” de hormônios – com os riscos de esquecimento e interrupção –, no caso do implante anticoncepcional, o próprio dispositivo se encarrega de liberar, de forma mínima e controlada, as quantidades exatas de hormônio na corrente sanguínea, para que a ovulação deixe de acontecer. 

Além disso, o implante anticoncepcional também atua na espessura do endométrio, dificultando a passagem de espermatozoides em direção às trompas de Falópio, nos casos de relação sexual sem proteção.

Por fim, o método também influencia na capacidade de possíveis óvulos remanescentes se deslocarem pelas trompas. 

Quer saber como funcionam os métodos anticoncepcionais mais utilizados pelas mulheres? Confira este artigo do nosso Blog: 

Conheça todos os métodos anticoncepcionais!

Principais vantagens dos implantes anticoncepcionais

O implante anticoncepcional é muito popular especialmente devido à sua praticidade e eficácia. Afinal, assim como outros métodos de prevenção passiva hormonal, como é o caso do DIU Mirena, por exemplo, ele dispensa a necessidade de cuidados diários para manter o bom funcionamento. 

Além disso, é um método de longa duração, podendo permanecer completamente funcional por um período de cerca de 3 anos

Mas sabemos que planos e prioridades podem mudar, então, caso você decida engravidar ou simplesmente não queira mais utilizar esse método, a remoção é rápida e sem prejuízos para a sua capacidade reprodutiva. 

Outro ponto importante dos implantes anticoncepcionais é que, ao contrário das pílulas, não apresentam a mistura estrogênio e progesterona. Em sua composição, apenas há o etonogestrel (variante da progesterona), sendo uma excelente opção para mulheres que não podem fazer o tratamento anticoncepcional com estrogênio. 

Veja abaixo um resumo com as principais vantagens:

  • Alta eficácia: acima de 99%. 
  • Durabilidade: pode durar até 3 anos.
  • Facilidade de manter: não é necessário alterar hábitos ou checar o posicionamento a cada mês. 
  • Reversível: caso os planos mudem, basta retirar.
  • Composição: não combinam diferentes hormônios, como outros métodos.

Vale lembrar que apesar de ser uma excelente opção anticoncepcional, o implante não é um método de barreira, não sendo capaz de te proteger contra infecções sexualmente transmissíveis

Onde colocar implante contraceptivo em Brasília?

Optar por um método anticoncepcional é sempre uma escolha importante, que deve ser acompanhada por um médico especializado e de confiança. 

Especialmente no caso do implante anticoncepcional, que é um método hormonal, é essencial garantir que o profissional seja capaz de tirar todas as suas dúvidas e te ajudar a decidir se esse é ou não o melhor método para você. 

Se você está em busca de um atendimento humanizado, com profissionais experientes e atenciosos, então a CLAF é a clínica certa para você. Somos especialistas em saúde da mulher e contamos com um time composto por ginecologistas, obstetras, mastologistas, endocrinologistas e angiologistas. 

Se você está em Brasília ou Entorno, venha cuidar de sua saúde conosco!

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Veja também:

Quando devo me consultar com um ginecologista?

5 métodos contraceptivos não hormonais

Quando se fala de métodos contraceptivos, uma das primeiras opções que vem à mente são pílulas anticoncepcionais; afinal, elas são conhecidas por serem muito eficientes. Ainda assim, algumas mulheres não gostam da ideia de tomar hormônios ou possuem alguma restrição para seu uso.

Portanto, para conhecer métodos contraceptivos não hormonais, acompanhe este artigo e pesquise a melhor opção para você

Por que optar por métodos contraceptivos não hormonais?

Por não operarem mudanças nos níveis hormonais do corpo, os métodos contraceptivos sem hormônios não terão efeitos nas funções gerais do organismo, não causando assim aumento de peso, acne, alteração de humor ou qualquer efeito colateral dessa espécie.

Se você também faz uso de outras medicações ou está amamentando, pode ficar tranquila! Os métodos contraceptivos sem hormônios não vão causar qualquer interferência nesses processos. 

Esses métodos são 100% reversíveis, costumam ser baratos e acessíveis. Além disso, são a solução para quem não quer ou não pode usar hormônios. 

Confira abaixo uma tabela-resumo dos prós e contras de cada método contraceptivo citado no artigo: 

Método Prós Contras
CamisinhasProtege contra IST.98% de eficácia contra a gravidez.Acessível. Baixo Custo.Prático.Pode causar irritações e reações alérgicas.Pode estourar ou rasgar durante o sexo, se utilizado incorretamente.
Esponja contraceptiva88% de eficácia contra gravidez.Baixo custo. Inserção rápida e pela própria mulher.Pode causar irritações e reações alérgicas.Nem sempre recomendado para mulheres que já tiveram filhos.Precisa ser utilizado sempre com espermicidas.Não protege contra IST.Deve ser monitorado com frequência para evitar infecções .Não pode ser usado durante a menstruação.
Capuz Cervical90%-92% de eficácia contra gravidez.Reutilizável.Baixo custo.Inserção rápida e pela própria mulher.Remoção facilitada.
Pode causar irritações e reações alérgicas.Nem sempre recomendado para mulheres que já tiveram filhos.Precisa ser utilizado sempre com espermicidas. Não protege contra IST. Deve ser monitorado com frequência para evitar infecções.Não pode ser usado durante a menstruação.
Diafragma90% de eficácia contra gravidez. Durável (3 anos). Acessível.Baixo custo. Inserção rápida e pela própria mulher. Pode causar irritações e reações alérgicas.Não recomendado para mulheres virgens.Precisa ser utilizado sempre com espermicidas. Não protege contra IST. Deve ser monitorado com frequência para evitar infecções. Não pode ser usado durante a menstruação.
DIU de cobre 99% de eficácia contra gravidez. De longa duração (10 – 12 anos). Checagem apenas semestral.Aumento do fluxo e ciclo menstrual.Aumento de cólicas Não protege contra IST. Ainda que em raros casos, pode causar perfuração, infecção uterina ou expulsão do dispositivo.

QUAIS SÃO OS MÉTODOS NÃO HORMONAIS?

Camisinha 

Feminina ou Masculina, a camisinha é um dos métodos contraceptivos mais famosos no mercado. Feitas de látex ou poliuretano, elas são classificadas como um método de barreira contra os espermatozoides e, se usadas corretamente, podem apresentar um índice de até 98% de eficácia na prevenção da gravidez. 

As camisinhas também são o método mais indicado para a prevenção contra todo o tipo de IST (Infecção Sexualmente Transmissível) e, aliadas a outro método contraceptivo — como o DIU, por exemplo — são ainda mais eficientes. Elas devem ser usadas para todas as modalidades de sexo (vaginal, oral e anal) e nunca reutilizadas. 

Como método de barreira, as camisinhas correm o risco de estourar — risco esse que pode ser significativamente reduzido se os pacotes forem conservados em ambientes frescos, longe da exposição de luz solar direta, respeitando as datas de validade na embalagem e tomando cuidado com unhas e dentes ao abrir e manipular os preservativos.

As camisinhas masculinas devem ser colocadas imediatamente antes do ato sexual, assim que acontece a ereção. Já as femininas, podem ser colocadas até oito hora antes.

Esponja Contraceptiva 

Como o próprio nome diz, a esponja contraceptiva é uma circunferência esponjosa de poliuretano que, após ser inserida na cavidade vaginal, liberará espermicida, eliminando ou paralisando os espermatozoides que entrem na vagina.  Se usada corretamente, a esponja contraceptiva tem eficácia de cerca de até 88% contra a gravidez. 

Como colocar esponja contraceptiva?

Antes de sua inserção no canal vaginal, a esponja deve ser umedecida e apertada para que a liberação de espermicida aconteça. Depois, tomando cuidado com as unhas, deve ser dobrada ao meio, inserida e encaixada no colo do útero, utilizando sua “ondulação” em um dos lados para ajudar no processo. A alça para a remoção deve ficar virada para o lado oposto ao colo do útero, pois será utilizada para auxiliar na remoção depois do uso.

Cuidados com a esponja contraceptiva

É importante lembrar que a esponja só pode ser removida depois de 6 horas do ato sexual, mas que não pode ficar mais de 30 horas dentro do corpo da mulher, sob o risco de poder causar uma infecção muito grave, denominada de choque-tóxico. Ela não poderá ser usada durante o período menstrual e também não protege contra IST para este fim, utilize os preservativos! 

As esponjas contraceptivas apresentam espermicidas como o nonoxynol-9 e podem causar reações alérgicas a mulheres que sejam sensíveis a essa substância; nesses casos, não é recomendado o uso de métodos contraceptivos que utilizem espermicidas. 

Capuz Cervical 

Outro método de barreira, o capuz cervical geralmente é feito de silicone ou látex macio e tem um formato anatômico para bloquear o caminho para cérvix, recobrindo o colo do útero e impedindo a passagem de espermatozoides. Seu tamanho pode variar de 22 a 26 mm e a definição da medida certa para cada mulher deve ocorrer mediante consulta com o ginecologista. Com a utilização correta, apresenta de 90%-92% de eficácia na prevenção da gravidez. 

O capuz pode ser inserido até 24 horas antes da relação sexual e deve ser completamente envolvido com espermicida antes de ser inserido no canal vaginal. Para colocar o capuz corretamente, deve-se  apertar as laterais, empurrar para dentro da vagina e encaixar no colo do útero. Nas primeiras vezes, pode ser um pouco complicado de achar o encaixe perfeito, mas a prática faz a perfeição! Na hora da remoção, basta puxar o anel do capuz, feito justamente para esse fim. 

Depois da relação sexual, o capuz cervical deve ficar por pelo menos 6 horas dentro do corpo da mulher, mas não ultrapassar as 48 horas, sob o risco de infecção bacteriana grave. Ele não deve ser usado durante a menstruação e não previne contra IST; além disso, mulheres que já deram a luz podem ter problemas para utilizar esse método. 

Diafragma 

Bem semelhante ao capuz cervical, o diafragma é um disco raso e flexível de látex ou silicone, que também atuará como uma barreira para os espermatozoides, cobrindo o colo do útero. O diafragma também possui um tamanho ideal para cada mulher e por isso deve ser avaliado com o ginecologista. Ele não é descartável e pode durar até três anos, caso não existam mudanças muito drásticas no corpo da mulher (como perda ou aumento significativo de peso ou uma gravidez); apresenta cerca de 90% de eficácia para a prevenção da gravidez se colocado de maneira correta. 

O diafragma pode ser colocado na hora do sexo ou até 24 horas antes e deve ser utilizado sempre juntamente com espermicidas. A colocação é bem semelhante a do capuz cervical e deve se encaixar no colo do útero para que seja considerado bem posicionado. Deve ser deixado por 6 horas após a relação sexual, mas não ultrapassar 12 horas. 

O diafragma não pode ser utilizado durante a menstruação e não é recomendado para mulheres que ainda não tiveram relações sexuais, tenham infecção no colo do útero, vaginal ou urinária. Além disso, ele não protege contra IST. 

DIU de cobre 

Abreviação para dispositivo intrauterino, o DIU é um pequeno dispositivo em formato de T que, mediante inserção no útero da mulher, ajudará a prevenir contra a gravidez. O DIU de cobre, como o nome mesmo diz, é feito de cobre e se utiliza das propriedades do próprio metal para impedir a fecundação do óvulo. A eficácia desse método é muito alta, sendo quase de 99% para prevenção da gravidez. 

A inserção do DIU é rápida e não necessita de qualquer processo cirúrgico, levando por volta de 15 a 20 minutos para ser concluída. Todavia, precisa ser feita por um ginecologista, que prescreverá exames para analisar se a mulher pode colocá-lo com segurança. 

O DIU funciona liberando íons de cobre na região uterina, imobilizando ou dificultando a mobilidade do esperma no útero. Apesar de não impedir que a mulher ovule, o DIU torna o ambiente uterino impróprio para a fecundação do óvulo, não sendo de maneira alguma qualificado como um método abortivo. Esse processo de liberação de íons acontece de forma espontânea e só vai precisar que a mulher cheque o dispositivo de 6 em 6 meses com um ginecologista para avaliar se está tudo certo ou caso sinta alguma dor ou incômodo fora do comum. 

Os medos associados ao DIU são muitos: desde perfuração uterina, até infecções e expulsão espontânea do dispositivo. Todavia, estes configuram apenas uma pequena parcela de todos os casos e são riscos que podem ser minimizados com o devido acompanhamento e inserção do dispositivo por um médico qualificado. 

No mais, o DIU poderá ocasionar o aumento do fluxo menstrual e das cólicas, especialmente nos primeiros 3 meses. Uma coisa também importante para lembrar sobre o DIU é que ele não protege contra IST. Para todos os métodos, use os preservativos! 

Deseja saber mais sobre todos os tipos de DIU? Leia também: 

DIU: o que é, tipos e como funciona?

DIU de cobre e prata: entenda as diferenças

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No final das contas, com hormônios ou sem hormônios, o importante é você se sentir segura e confortável nas suas relações e para que isso aconteça da melhor maneira possível, conte com a CLAF para te ajudar! 

Que tal agendar sua consulta com um dos nossos ginecologistas e descobrir o melhor método para você? Clique aqui para agendar sua consulta hoje. 

Se quiser saber mais sobre outros métodos contraceptivos, confira também: Conheça todos os métodos anticoncepcionais.

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Métodos contraceptivos: quais os possíveis efeitos colaterais?

Camisinha, pílula anticoncepcional, injeção, DIU: os métodos contraceptivos são uma realidade que já faz parte da rotina das mulheres e podem prevenir desde uma gravidez indesejada até a transmissão de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). 

Mas você sabia que alguns métodos contraceptivos, especialmente aqueles de natureza hormonal, podem causar efeitos colaterais? Calma, não queremos te assustar! Queremos apenas trazer informações que te ajudem a fazer a melhor escolha. 

Obviamente, a decisão deve ser tomada sempre em conjunto com seu(sua) ginecologista, que é o profissional de referência nesse tema. 

Tendo isso em mente, acompanhe o artigo para conhecer os possíveis efeitos colaterais de cada método contraceptivo e veja nossas dicas de como escolher o melhor para você! 

Por que alguns métodos contraceptivos causam efeitos colaterais?

Se você toma pílula anticoncepcional, é provável que já tenha reparado a quantidade de informações sobre possíveis efeitos colaterais, não é mesmo? 

Isso acontece porque a pílula anticoncepcional é um método contraceptivo hormonal, geralmente composto por estrogênio e progesterona sintéticos, que vão agir impedindo a ovulação e regulando o ciclo menstrual. 

Para compreender por que certos efeitos colaterais ocorrem com métodos contracetivos hormonais, basta pensar que nosso organismo é regulado por hormônios, e por menor que seja a quantidade usada, eles podem alterar o equilíbrio natural, causando efeitos indesejados para algumas mulheres.

É sempre importante lembrar, no entanto, que isso não é uma regra. Os contraceptivos modernos são bastante seguros, e a grande maioria das mulheres não terá qualquer efeito negativo. 

Quais os possíveis efeitos colaterais dos contraceptivos?

Como dissemos, o tipo de efeito provocado vai depender principalmente da sensibilidade de cada mulher. 

Podemos citar para você alguns dos efeitos colaterais mais comuns:

  • Alterações de peso.
  • Náuseas.
  • Dores de cabeça.
  • Alteração do ciclo menstrual.
  • Redução da libido e da lubrificação vaginal.
  • Alterações de humor.
  • Espinhas. 

Em uma minoria dos casos, o uso prolongado de alguns tipos de anticoncepcionais pode levar a doenças como trombose, por exemplo. No entanto, isso é uma preocupação maior para mulheres que já possuem fatores de risco para esse quadro, daí a grande importância do acompanhamento próximo do ginecologista. 

Quer dizer que contraceptivos hormonais são ruins? 

Não! Nenhum método contraceptivo é necessariamente ruim, mas para que o uso seja seguro, é preciso que a indicação seja feita levando em conta as características de cada mulher e seus fatores de risco

Os métodos contraceptivos hormonais, quando bem recomendados, são os que possuem as mais altas taxas de prevenção contra gravidez indesejada, além de serem bastante seguros. Podemos citar o DIU Mirena, por exemplo, que possui taxa de eficácia em torno de 99,8%! 

Caso seja seu desejo iniciar o uso de um método contraceptivo, converse com o(a) ginecologista e discuta qual seria a melhor indicação para VOCÊ. 

Quais são os métodos contraceptivos hormonais? 

Agora que você já conhece um pouco mais sobre os efeitos desse tipo de medicação, conheça os principais anticoncepcionais hormonais disponíveis hoje:

  • Implanon (implante contraceptivo).
  • Pílula anticoncepcional.
  • DIU hormonal (Mirena).
  • Adesivos hormonais.
  • Injeções hormonais.
  • Anel vaginal hormonal.

Conheça o Implanon, um dos contraceptivos mais modernos e seguros que existem: 

Implanon: o implante anticoncepcional

Quais métodos contraceptivos têm menos efeitos colaterais?

Os efeitos colaterais dos contraceptivos hormonais se devem à sua ação sobre o metabolismo de cada mulher. Sendo assim, os métodos não hormonais não terão esses efeitos. Apesar de também terem suas desvantagens, como veremos mais à frente.

Dentre os contraceptivos não hormonais, o mais conhecido é sem dúvida a camisinha (masculina ou feminina). Que além de prevenir gravidezes indesejadas também podem evitar ISTs. 

Os métodos contraceptivos não hormonais não têm influência no funcionamento do organismo, atuando como método de barreira apenas. Conheça as principais opções desse grupo de contraceptivos:

  • Camisinha (masculina e feminina).
  • DIU de cobre.
  • Capuz cervical.
  • Diafragma.
  • Esponja contraceptiva.

Conheça um pouco mais sobre os métodos contraceptivos que não utilizam hormônios, clicando neste artigo:

5 métodos contraceptivos não hormonais!

Contraceptivos sem hormônios não causam nenhum efeito adverso? 

Apesar de apresentarem menos efeitos colaterais, os métodos contraceptivos sem hormônios também podem apresentar reações, a depender de cada mulher. 

Veja o caso do DIU de cobre, por exemplo: ele pode causar aumento de fluxo menstrual e cólicas mais intensas em algumas mulheres. 

camisinhas podem provocar irritações e alergias em algumas mulheres (e até em homens), causando vermelhidão, coceira e inchaço na região íntima. Esses riscos são maiores com os preservativos aromatizados, saborizados ou com ingredientes espermicidas e retardantes da ejaculação.

Como escolher o melhor método contraceptivo para mim?

Durante o artigo você pôde perceber que todos os tipos de métodos contraceptivos possuem pontos positivos e negativos. Então, como fazer a decisão? 

Como também já foi dito, a maneira mais segura de fazer essa escolha é conversar com seu(sua) ginecologista e expressar suas expectativas, seu histórico de reações e alergias, seu planejamento familiar. A partir daí, o(a) médico(a) poderá solicitar exames, avaliar sua condição de saúde e sugerir as melhores opções. Também é importante que você questione sobre os possíveis efeitos colaterais de cada método e tire todas as suas dúvidas. 

Dessa forma, juntos vocês poderão optar pelo método mais seguro e adequado para você.

Confira neste artigo informações mais detalhadas sobre todos os principais métodos anticoncepcionais disponíveis hoje no mercado: 

Conheça todos os métodos anticoncepcionais!

Quero me consultar com um(a) ginecologista! 

Para auxiliar na escolha do método contraceptivo mais adequado para você, é essencial contar com um profissional especializado (ginecologista) e com uma clínica que te ofereça a estrutura e o conforto necessários. 

Na CLAF você encontra tudo isso! Somos referência em saúde da mulher e contamos com ginecologistas, mastologistas, obstetras, endocrinologistas e agora também a especialidade de cardiologia.

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Útero retrovertido: quem tem pode colocar DIU?

Você já ouviu falar sobre útero retrovertido? Muita gente não sabe, mas se trata de uma variação anatômica que não apresenta riscos para a saúde feminina, muito menos dificulta ou impede a gravidez. Ou seja, não é uma doença!

O útero feminino pode apresentar três posições anatômicas: 

  • Anteversão: a mais comum, com o órgão voltado para frente (na direção da barriga).
  • Medioversão: posição intermediária, nem completamente para frente e nem completamente para trás. 
  • Retroversão: mais rara, presente em cerca de 15% das mulheres, com o órgão voltado para parte posterior do corpo (direção da coluna). 

A causa mais frequente para se ter útero retrovertido é a genética, porém há outras razões possíveis, como uma maior elasticidade das estruturas de sustentação uterinas, endometriose ou pós-parto, que podem promover um deslocamento posterior do órgão. 

Conheça os sintomas, diagnóstico e tratamentos para a endometriose e aprenda a se cuidar!

Mas, e em relação ao uso do DIU? Quem tem útero retrovertido pode colocar? É mais dolorido ou menos eficiente por causa disso? Descubra tudo no artigo! 

O DIU é eficaz para quem tem útero retrovertido (pequeno)?

Sim. O DIU apresenta a mesma eficácia na prevenção da gravidez em todas as variações anatômicas naturais do útero feminino. 

De acordo com o Manual de Planejamento Familiar, produzido pela Organização Mundial da Saúde, o dispositivo intrauterino (DIU) é um dos métodos contraceptivos mais eficientes na prevenção da gravidez, com chance de falha de menos de 1%

Atualmente, no mercado brasileiro, existem 3 tipos de DIU disponíveis: 

  • DIU de cobre.
  • Mirena ou Kyleena.
  • DIU de prata. 

Por isso, se você está buscando por um método contraceptivo de efeito duradouro, que não necessite de monitoramento diário e com preço acessível, o DIU pode ser a escolha certa para você.

Útero-retrovertido, útero pequeno diu

Leia mais:

DIU de cobre e prata: entenda as diferenças

Colocar DIU em útero retrovertido (pequeno) é mais doloroso? 

Não, um útero retrovertido não torna a colocação mais dolorosa.

O mais comum é um certo desconforto no momento da colocação, o que pode variar de acordo com a sensibilidade de cada mulher e pode ser influenciado por fatores como a etapa do período menstrual em que ela está, até o nervosismo do momento.

Se você vai colocar o DIU e está apreensiva, converse com seu ginecologista. Em alguns casos, é até mesmo possível anestesiar o colo do útero para tornar tudo mais confortável. 

A colocação do DIU em um útero retrovertido pode necessitar de algumas adaptações de procedimento, porém não é nada complexo e, com certeza, seu ginecologista já fez isso muitas vezes, estando apto a realizar com tranquilidade.

útero retrovertido diu útero pequeno diu

Diagnosticar um útero retrovertido é relativamente simples e pode ser feito pelo toque, nos exames preventivos e de papanicolau, com posterior confirmação através do ultrassom transvaginal, que é o exame mais indicado para isso.

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Colocar DIU dói? Conheça mitos e verdades sobre esse assunto

Quais outros métodos contraceptivos para quem tem útero retrovertido?

O DIU não é a única opção de método contraceptivo para mulheres com o útero retrovertido. Na verdade, não há diferença na indicação de métodos contraceptivos para mulheres com diferentes variações anatômicas uterinas. 

É sempre importante lembrar que a função do DIU é apenas prevenir a gravidez, não oferecendo nenhum tipo de proteção contra IST ‘s (infecções sexualmente transmissíveis). Portanto, para proteger sua saúde, o melhor cuidado continua sendo o uso do preservativo. 

Confira abaixo uma lista com os principais métodos contraceptivos: 

  • Pílula anticoncepcional.
  • Anel vaginal.
  • DIU (cobre, hormonal, prata). 
  • Hormônios injetáveis.
  • Adesivos hormonais.
  • Implante hormonal. 
  • Diafragma. 
  • Camisinha (feminina e masculina).

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Ficou alguma dúvida? 

Esperamos que este artigo tenha esclarecido suas principais dúvidas sobre o uso do DIU para mulheres com útero retrovertido.

Caso ainda restem perguntas quanto ao uso do DIU ou outra questão relacionada à saúde feminina, aqui na CLAF você vai encontrar todo o suporte para se sentir segura, bem orientada e com a saúde em dia.

A CLAF é referência em saúde da mulher e conta com uma equipe especializada de ginecologistas, mastologistas, obstetras, endocrinologistas e angiologistas. 

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