Melhores métodos contraceptivos para quem já teve trombose

Dores, sensação de calor, vermelhidão, inchaço e rigidez nas pernas são só alguns dos muitos sintomas ligados à trombose, um problema circulatório que pode dificultar o fluxo sanguíneo em uma ou mais veias dessas regiões.

Por ter relação ao uso de alguns tipos de anticoncepcionais – e também por outras razões – a doença é muito mais relacionada ao público feminino.

Mas, o que é importante saber é que, com o acompanhamento médico correto, é possível prevenir gestações sem elevar o risco de desenvolver o problema. 

Por isso, listamos neste artigo os melhores métodos contraceptivos para quem já teve trombose.

Acompanhe!

Quem já teve trombose pode usar anticoncepcional 

Tendo em vista que alguns tipos de pílulas contêm, em sua composição, hormônios – como o estrogênio – que podem contribuir para o aumento do risco de formação (ou agravamento) da doença, seu uso não é recomendado para algumas mulheres, especialmente para aquelas que tiveram a doença.

No entanto, essa decisão será sempre do médico-assistente – em conjunto com a vontade da paciente – respeitando suas particularidades.

Hoje existem inúmeras formas de prevenção e, por isso, é possível, sim, evitar uma gravidez indesejada, escolhendo o procedimento mais adequado para a realidade de cada mulher.

Para que essa escolha possa ser feita da forma mais segura e correta, é importante que sejam feitas algumas avaliações específicas acerca das características de cada mulher, com o acompanhamento de ginecologista e/ou de angiologista (especialista em problemas circulatórios).

👉 Você pode entender melhor sobre a relação entre pílulas anticoncepcionais e um maior risco de trombose neste artigo.

Melhores métodos contraceptivos para quem já teve trombose 

Como visto anteriormente, a pílula anticoncepcional não é o método mais indicado para mulheres que possuem histórico de trombose ou que possua fatores de risco para desenvolver o problema, como:

  • Tabagismo;
  • História pessoal ou familiar positiva para trombose;
  • Histórico de varizes;
  • Insuficiência cardíaca;
  • Passado de certos tumores malignos;
  • Obesidade;
  • Problemas de coagulação.

Para essas mulheres, existem outros métodos contraceptivos bastante eficazes e que não elevam os riscos de problemas vasculares.

1. DIU de Cobre ou de Prata 

Os dispositivos intrauterinos são pequenos aparelhos em formato de “T” que, ao serem posicionados na entrada do útero, evitam que gestações aconteçam, com uma segurança de mais de 99%.

Dentre suas variadas versões, podemos destacar:

  • DIU de cobre, que libera pequenas quantidades desse metal na entrada do útero, o que desorienta e dificulta a movimentação dos espermatozoides, impedindo que eles cheguem até o local de fecundação. Seus efeitos duram por até 10 anos.
  • DIU de prata, que funciona de forma semelhante, com o acréscimo da presença da prata em sua composição, o que diminui alguns dos efeitos colaterais do DIU de cobre, como o aumento do sangramento e das cólicas. Por outro lado, seus efeitos duram por menos tempo: 5 anos.

Confira, nessa ilustração, como é feita a colocação do DIU:

👉 Se você quer mais detalhes sobre os tipos de DIU, seus prós e contras e muitas outras informações neste outro artigo do nosso Blog.

2. Preservativos 

Com certeza um dos métodos mais conhecidos dessa lista. A camisinha, como normalmente é conhecida, pode ser tanto a masculina quanto a feminina.

Sendo um método de barreira, é utilizada para bloquear e recolher o esperma, impedindo o contato com a mulher.

Como benefício adicional, o preservativo previne as Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), sendo indicado mesmo para as mulheres que usam outros métodos contraceptivos.

Sua desvantagem é o risco de esquecimento, uso inadequado e rompimentos.

3. Diafragma Contraceptivo

Sendo um outro método de barreira, o diafragma consiste de uma espécie de anel feito de material flexível, envolvido por uma fina película emborrachada, que impede a entrada dos espermatozóides no útero.

Para que o dispositivo funcione da maneira correta, a mulher precisa inseri-lo alguns minutos antes das relações sexuais, onde devem ser mantido por algumas horas após o ato.

Para usar esse método, é preciso que a mulher consulte seu ginecologista, para que seja orientado o melhor tipo e tamanho.

O diafragma não é descartável, podendo ser reutilizado muitas vezes.

Métodos contraceptivos hormonais (indicados com critério) 

Apesar do foco deste artigo serem os métodos não hormonais, que não elevam os riscos para mulheres que já tiveram trombose (ou com risco elevado), não podemos deixar de citar as opções que usam hormônios para prevenir gestações.

Inicialmente, estes métodos não são os mais indicados para essas mulheres, mas a decisão será sempre da paciente em conjunto com seu médico de confiança, considerando os riscos e benefícios dessa escolha.

1. DIU Hormonal 

O DIU Mirena, mais conhecido como DIU Hormonal, possui as mesmas características das versões vistas anteriormente. Porém, esse dispositivo atua por meio da liberação do hormônio progesterona, em doses mínimas e regulares no interior do útero.

Isso faz com que o muco presente na região uterina se torne mais espesso, e a membrana que reveste internamente o útero fique mais fina, impedindo a gravidez.

A ação desse tipo de DIU é de até 5 anos.

2. Contraceptivo Injetável 

Essa forma de contracepção ocorre por meio da injeção de hormônios por via intramuscular.

As injeções podem ser aplicadas mensalmente ou em intervalos maiores, dependendo do perfil da mulher e do tipo de hormônio escolhido.

3. Implante Contraceptivo

Esse tipo de método contraceptivo – a exemplo do Implanon – consiste em um pequenino “bastão” inserido sob a pele do braço da paciente.

Uma vez implantado, o aparelho começará a liberar pequenas doses do hormônio progesterona, evitando a ovulação. Seu funcionamento é de até 3 anos.

👉 Se você quer conhecer outros fatores de risco para trombose (o sedentarismo é um deles), confira as informações deste outro artigo.

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