Exames ginecológicos: quais são e para que servem?

A partir do momento em que a mulher alcança a capacidade reprodutiva – quando se iniciam os ciclos menstruais – torna-se importante manter o acompanhamento regular com ginecologista.

Juntamente com isso, surge a importância dos exames ginecológicos, prescritos de acordo com a fase de vida da mulher e o momento pelo qual ela está passando.

Mas quais exames são mais importantes e não podem faltar nos cuidados preventivos? E para que serve cada um deles?

Para responder a essas e outras dúvidas, listamos neste artigo os principais exames ginecológicos e por que eles não podem ser esquecidos.

Acompanhe!

Os principais exames ginecológicos

Na lista abaixo você confere alguns dos exames ginecológicos mais importantes. 

Porém, eles foram separados em categorias, de acordo com as fases de vida da mulher: antes do início da vida sexual, até os 40 anos e dos 40 anos em diante.

Essa diferenciação entre exames se dá por conta da chegada do climatério/menopausa. Com o declínio natural de certos hormônios, ocorrem diversas mudanças e se acentuam diversos riscos para a saúde, que exigem diferentes cuidados.

1. Exames ginecológicos antes da iniciação sexual

Mesmo antes do início da vida sexual, os cuidados ginecológicos já são importantes. A impossibilidade de se fazer exames intravaginais nesse momento não é empecilho para que as meninas possam se cuidar.

Além da própria consulta, em que o(a) ginecologista pode conversar com a paciente e colher informações sobre sua saúde íntima, também é possível se fazer um exame físico abdominal e pélvico, visando avaliar a presença de inchaços ou dores à palpação.

Um exame de imagem largamente utilizado nessas situações é a ultrassonografia pélvica, que é capaz de trazer informações sobre os órgãos reprodutivos.

Confira, neste artigo, uma série de dicas caseiras de como aliviar cólicas menstruais de forma mais rápida!

2. Exames ginecológicos até os 40 anos

A partir da iniciação sexual, torna-se possível – e indicada – a realização de uma gama maior de exames ginecológicos. Veja os principais:

Exame de Toque 

Um dos exames mais frequentes – e importantes – de serem realizados nos consultórios ginecológicos, sendo capaz de ajudar na detecção de uma série de condições, como cistos e miomas, endometriose, inflamações, alterações nos ovários ou no colo do útero, além da presença de uma gravidez.

Para sua realização, a mulher é posicionada deitada na maca específica, com os pés apoiados; a chamada posição ginecológica. A partir daí, o(a) ginecologista posiciona uma mão acima do abdômen e, com a outra, vai gentilmente inspecionar com o toque dos dedos a região ginecológica da mulher.

Por mais que possa gerar certo incômodo em algumas mulheres, trata-se de um exame fundamental para a saúde feminina.

Conheça os sintomas, diagnóstico e tratamentos para a endometriose e aprenda a se cuidar!

Exame especular

Para a realização desse exame, o(a) profissional conta com o auxílio de um espéculo – instrumento médico que faz o afastamento das paredes vaginais.

Por meio dele, é possível fazer uma avaliação visual da coloração das paredes vaginais e do colo do útero, bem como a presença ou não de lesões, inflamações, corrimento, hemorragias ou infecções nos órgãos sexuais femininos.

Como parte dessa avaliação visual, o(a) ginecologista avalia também a região externa da vagina.

Teste de Papanicolau 

O papanicolau, também chamado de esfragaço cercicovaginal ou colpocitologia, está entre os exames ginecológicos mais realizados pelas mulheres.

Por meio da coleta de material do colo uterino, com o auxílio de uma espécie de cotonete, o(a) ginecologista é capaz de identificar possíveis alterações causadas por ISTs, infecções ou inflamações vaginais e, o mais importante, fazer o preventivo do câncer de colo do útero.

Sua realização é bastante rápida e indolor, sendo fortemente indicado para as mulheres que já têm vida sexual.

Colposcopia 

Com a ajuda do colposcópio – instrumento com algumas lentes – o médico é capaz de avaliar, minuciosamente, as estruturas que compõem a região íntima da mulher, como os tecidos da vagina e do próprio colo do útero.

Por meio dele, é possível investigar possíveis lesões tanto no canal vaginal quanto no colo do útero, ajudando a avaliar se podem ser benignas ou não, as quais já podem ser colhidas durante o exame para posterior avaliação laboratorial.

Além disso, a colposcopia também pode mostrar a presença de inflamações, sangramentos, lesões provocadas pelo HPV, entre outras alterações.

Como escolher um ginecologista? Confira as dicas que listamos neste artigo! 

Ultrassonografia transvaginal ou pélvica

Entre todos os exames ginecológicos, a ultrassonografia transvaginal ou pélvica é um dos mais importantes — por se tratar da avaliação das estruturas pélvicas da mulher, como o útero, vagina, tubas uterinas e ovários.

O exame é feito por meio de um transdutor, aparelho que emite e transforma ondas sonoras em imagens.

Esse exame pode ser feito de duas formas:

  • Pélvica, em que o transdutor colhe imagens através das paredes da pelve. É necessário que a bexiga esteja cheia para avaliação do útero e ovários . Muito utilizada na investigação de puberdade precoce em crianças. 
  • Transvaginal, no qual essa sonda é inserida pelo canal vaginal, permitindo uma avaliação mais completa e detalhada.

A partir disso, o médico consegue avaliar e identificar, em tempo real, possíveis alterações. Além da prevenção de doenças, esse exame também é fundamental para o acompanhamento gestacional.

Ultrassonografia das mamas 

Normalmente indicada para as pacientes mais jovens, que ainda não têm indicação de realizar a mamografia, a ultrassonografia (ou ecografia) mamária também pode trazer informações muito importantes quanto a possíveis lesões nas mamas.

Além dos cuidados quanto ao câncer de mama, a ecografia também pode ser feita para investigar qualquer possível queixa nessa região, bem como monitorar a situação de próteses mamárias ou qualquer pós-operatório, assim como queixas de mulheres que estão amamentando.

Ultrassonografia das mamas ou mamografia: quando cada uma é indicada? Descubra neste artigo!

3. Exames ginecológicos a partir dos 40 anos 

Com o passar do tempo e, principalmente, com a chegada do climatério e da menopausa, as alterações hormonais e fisiológicas que as mulheres apresentam tornam importante a inclusão de alguns outros exames, entre aqueles que precisam fazer parte de seus cuidados regulares, porém sem abandonar os anteriores.

Mamografia 

Quando falamos de exames ginecológicos, é comum pensar que isso diz respeito apenas à avaliação ao aparelho reprodutivo feminino. Porém, o cuidado com as mamas não pode ficar fora disso.

A mamografia nada mais é que o Raio X das mamas!

Com a mulher posicionada em pé, próxima ao mamógrafo, os seios são posicionados individualmente entre duas placas de compressão, que produzirão imagens em alta resolução, capazes de ajudar o(a) mastologista a identificar a presença ou não de lesões nas mamas.

Esse exame é bastante importante para a identificação e tratamento precoce do câncer de mama, assim como para a realização de outros procedimentos médicos, como a biópsia mamária.

Quando e quem precisa fazer a mamografia? Saiba tudo sobre esse exame neste outro artigo do Blog!

Densitometria óssea 

Apesar de não ser um exame ginecológico, as alterações hormonais ocorridas com a chegada da menopausa tornam as mulheres os alvos principais dos casos de osteoporose.

Por isso, julgamos que nunca é demais lembrar que esse exame também deve fazer parte da rotina de cuidado das mulheres a partir dessa fase.

Quando a mulher deve se consultar com o ginecologista? Uma vez ao ano ou em outros momentos? Saiba a resposta neste artigo!

A importância do acompanhamento médico 

Os exames ginecológicos são fundamentais ao longo de toda a vida da mulher, por diferentes motivos. Graças a eles, é possível identificar, avaliar e prevenir os possíveis problemas e doenças relacionados ao sistema reprodutor feminino.

Juntamente com isso, as consultas médicas – com ginecologista ou mastologista – são fundamentais. Esses profissionais poderão manter uma avaliação preventiva que tornará possível detectar qualquer alteração de forma precoce, o que faz com que o tratamento seja mais rápido, simples e eficaz.

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